Encontramos 1 fornecedores de Veneno in Natura de Bothrops Atox (Jararaca)

Amazon Venom - Centro de Estudos Avançados e Produção em Biotecnologia

Fornece: Indústria Farmacêutica, Ingredientes para a Indústria de Cosméticos, Concentrados Protéicos de Soro em Pó, Veneno Dessecado de Bothrops Atox (Jararaca) e mais outras 92 categorias

Santarém - PA
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é Veneno in Natura de Bothrops Atox (Jararaca) e para que serve?

Veneno in Natura de Bothrops Atox (Jararaca) é o fluido retirado diretamente da serpente Bothrops atrox, sem processamento adicional. Esse material é usado principalmente como insumo em pesquisas científicas, desenvolvimento de antivenenos e aplicações biotecnológicas. Laboratórios, indústrias farmacêuticas e centros de pesquisa utilizam esse veneno para estudar suas propriedades bioquímicas e para produzir soro antiofídico, fundamental no tratamento de acidentes com picadas de jararaca.

Quais são os principais mercados atendidos pelo Veneno in Natura de Bothrops Atox?

Os principais mercados atendidos por esse produto são indústrias farmacêuticas, centros de pesquisa biomédica, universidades e laboratórios especializados. Empresas que desenvolvem antivenenos, instituições focadas em biotecnologia e pesquisa em imunologia também demandam o veneno para teste de medicamentos, estudos toxicológicos e análises de proteínas presentes na peçonha. O fornecimento geralmente ocorre em volumes adaptados à demanda dessas organizações.

Como é feita a extração e obtenção do Veneno in Natura de Bothrops Atox?

A extração do veneno in natura da Bothrops atrox é realizada manualmente, por equipe técnica especializada, garantindo segurança ao animal e ao operador. O veneno é coletado diretamente das presas da serpente, sem aditivos ou processamento químico. Esse método é controlado por protocolos laboratoriais, assegurando a qualidade e a pureza do material, fatores importantes para uso científico e industrial posteriormente.

Quais cuidados devem ser observados ao manipular o Veneno in Natura de Bothrops Atox?

A manipulação do veneno in natura exige o uso de equipamentos de proteção individual e instalação adequada, devido à alta toxicidade da peçonha. Profissionais treinados devem seguir protocolos estritos de biossegurança, para evitar acidentes e contaminações. O produto nunca deve ser manipulado sem treinamento adequado, sendo indicado para uso apenas em ambientes controlados, como laboratórios certificados e setores industriais restritos.

Existe algum tipo de regulamentação para o comércio e uso do Veneno in Natura de Bothrops Atox?

Sim, a comercialização e o uso do veneno de Bothrops atrox são regulados por órgãos ambientais e sanitários, como o IBAMA e as autoridades de vigilância sanitária competentes. Empresas que atuam nesse segmento devem possuir licenças e autorizações específicas para extração, manipulação, transporte e fornecimento, além de obedecer critérios rigorosos de rastreabilidade e destinação final do material. O descumprimento pode acarretar sanções legais.

Como solicitar Veneno in Natura de Bothrops Atox em grandes volumes para pesquisa ou desenvolvimento industrial?

Para empresas interessadas em adquirir o veneno em volumes expressivos, é recomendado buscar fornecedores especializados que possuam certificados e licenças obrigatórias. Normalmente, a negociação envolve contratos formais, definição de volumes, métodos de transporte seguro e rastreabilidade do produto. O fornecimento atende às necessidades de indústrias farmacêuticas, laboratórios e institutos de pesquisa envolvidos em desenvolvimento de soro ou biotecnologia.

Quais são as diferenças entre veneno in natura e veneno processado de Bothrops Atox?

O veneno in natura é coletado diretamente da serpente, sem procedimentos adicionais, mantendo composição e propriedades originais. Já o veneno processado pode passar por etapas de filtragem, liofilização ou padronização, tornando-se mais estável para armazenamento e transporte. A escolha entre os dois tipos depende da finalidade de uso: pesquisas exigem amostras puras, enquanto a indústria pode preferir material processado para padronização e segurança em larga escala.