Encontramos 2 fornecedores de Usinas de Produção de Gases

Vm Service Válvulas Industriais

Fornece: Manutenção Industrial, Equipamentos para Usinas de Biodiesel, Engenharia para Usinas de Papel e Celulose, Colunas de Destilação para a Indústria Sucroalcooleira e mais outras 257 categorias

Araçoiaba da Serra - SP
11-50 funcionários
Mais Dessecantes

Fornece: Alumina Ativada, Sílica Gel, Peneiras Moleculares, Zeolita e mais outras 286 categorias

Limeira - SP

Perguntas Frequentes

O que são usinas de produção de gases e para que servem?

Usinas de produção de gases são instalações industriais projetadas para gerar gases como oxigênio, nitrogênio, argônio e outros, a partir do ar atmosférico ou de processos químicos. Elas atendem principalmente setores industriais, hospitais, empresas químicas e metalúrgicas, fornecendo gases essenciais para soldagem, processos de corte, refrigeração, tratamentos médicos e fabricação de produtos químicos. Empresas podem adquirir gases em volumes para consumo direto ou para revenda, conforme sua necessidade operacional ou segmento de atuação.

Quais tipos de usinas de produção de gases estão disponíveis no mercado?

O mercado oferece usinas criogênicas, que se destacam na produção de grandes volumes de gases com alta pureza, e usinas de adsorção por variação de pressão (PSA), indicadas para fluxos médios e pequenas demandas. Existem também modelos específicos para gases como oxigênio, nitrogênio ou hidrogênio. A escolha depende da aplicação, da demanda diária e do nível de pureza exigido por cada setor industrial ou hospitalar, permitindo adaptar a solução conforme o perfil do cliente corporativo.

Quais setores industriais utilizam usinas de produção de gases em seus processos?

Diversos setores utilizam usinas de produção de gases, como siderurgia, metalurgia, indústrias químicas, petroquímicas, alimentícias, eletrônicas e farmacêuticas. Hospitais usam principalmente para fornecimento de oxigênio medicinal. Já fábricas de alimentos empregam nitrogênio na conservação e embalagem. Construção civil, laboratórios e fabricantes de eletrônicos também demandam gases específicos para processos de soldagem, reações químicas e atmosferas controladas em linhas produtivas.

Quais normas e certificações regulamentam as usinas de produção de gases?

As usinas de produção de gases devem cumprir rigorosos padrões nacionais e internacionais, incluindo normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para segurança, pureza e manipulação de gases industriais, além de possíveis exigências da Anvisa para gases medicinais. Certificações ISO, especialmente a ISO 9001 (gestão de qualidade), são comuns no setor, garantindo rastreabilidade, conformidade operacional e segurança para todos os segmentos atendidos.

Quais fatores considerar na instalação de uma usina de produção de gases?

A instalação de uma usina de produção de gases requer análise de espaço físico adequado, disponibilidade de energia elétrica, ventilação, acesso para manutenção e atendimento às normas de segurança. É fundamental avaliar a demanda diária, proximidade do local de consumo ou armazenagem e necessidade de sistemas de redundância. Engenheiros especializados devem projetar a implantação para garantir eficiência, produtividade e conformidade legal junto aos órgãos reguladores.

Como funciona o processo de produção de gases nessas usinas?

O processo varia de acordo com a tecnologia empregada. Em usinas criogênicas, os gases são separados do ar por resfriamento intenso, liquefação e destilação fracionada. Já nas usinas PSA, moléculas indesejadas são removidas por adsorventes especiais sob determinadas pressões. Ambas garantem pureza e estabilidade exigidas pelas indústrias e demais clientes corporativos, podendo ser adaptadas conforme a composição e aplicação do gás requerido em cada segmento.

Quais são as principais vantagens de operar uma usina de produção de gases própria?

Operar uma usina própria permite independência no suprimento, redução de custos com transporte e maior controle sobre a qualidade do gás fornecido. Empresas industriais ou hospitais ganham flexibilidade para adequar produção à demanda e, eventualmente, revender excedentes. Além disso, elimina riscos logísticos associados ao fornecimento externo e facilita o atendimento imediato a emergências ou variações do consumo nos processos produtivos da empresa.