Encontramos 11 fornecedores de Usinas de Mistura Asfáltica

Lintec Ixon

Fornece: Misturadores Industriais, Usina de Asfalto, Usinas de Concreto, Misturador Industrial para Alimentos e mais outras 13 categorias

Santa Rosa - RS
Nacional Asfaltos

Fornece: Asfalto Diluído de Petróleo (ADP), Concreto Betuminoso Usinado a Quente - CBUQ, Concreto para Pavimentação, Usina de Asfalto e mais outras 67 categorias

Goiânia - GO
Craft Engenharia e Construções

Fornece: Demolições Controladas, Equipamentos para Demolição, Demolição Civil, Demolição Industrial e mais outras 52 categorias

SP
Emam Asfaltos

Fornece: Asfalto Diluído de Petróleo (ADP), Concreto Betuminoso Usinado a Quente - CBUQ, Usina de Asfalto, Emulsões Asfálticas e mais outras 67 categorias

Manaus - AM
Splpc Pavimentadora Ltda. 

Fornece: Máquinas e Equipamentos para a Pavimentação de Vias Públicas, Máquinas e Equipamentos para a Aplicação de Asfalto, Usina de Asfalto, Locação de Equipamentos para a Construção Civil e mais outras 29 categorias

Sorocaba - SP
Cbb Ind. e com. de Asfaltos e Engenharia

Fornece: Usina de Asfalto, Usina de Asfalto para Pavimentação, Usinas de Asfalto a Quente, Plantas de Asfaltagem para Construção Civil e mais outras 1 categorias

Curitiba - PR
Margui Engenharia de Equipamentos

Fornece: Usina de Asfalto, Usinas de Solos, Tanques Térmicos, Misturadores Contínuos para Compostos  e mais outras 19 categorias

Flores da Cunha - RS
F&G Construções - Grupo Zingra

Fornece: Consultoria em Eletricidade, NR-10 | Laudo Técnico de Inspeção, NR-10 | Treinamentos, Consultoria em Eficiência Energética e mais outras 1384 categorias

Jundiaí - SP
11-50 funcionários
Andrade Britta - Tecnologia em Concreto Asfáltico

Fornece: Asfalto Diluído de Petróleo (ADP), Concreto Betuminoso Usinado a Quente - CBUQ, Usina de Asfalto, Emulsões Asfálticas e mais outras 67 categorias

Taubaté - SP
Construtora Julio & Julio

Fornece: Construtora, Projetos de Engenharia Civil, Concreto Betuminoso Usinado a Quente - CBUQ, Concreto para Pavimentação e mais outras 61 categorias

Sorocaba - SP
Cgr Engenharia

Fornece: Consultoria em Construção Civil, Usina de Asfalto, Projetos de Pavimentação Rodoviária, Projetos de Saneamento Urbano e mais outras 45 categorias

Campo Grande - MS

Perguntas Frequentes

O que são usinas de mistura asfáltica e para que servem?

Usinas de mistura asfáltica são equipamentos industriais destinados à produção controlada de concreto asfáltico, utilizado em obras de pavimentação de rodovias, ruas e aeroportos. Elas realizam a mistura homogênea de agregados minerais, materiais ligantes e aditivos, garantindo qualidade e desempenho do asfalto. Empresas do setor de infraestrutura, construtoras e órgãos públicos recorrem a essas usinas para garantir precisão nas formulações e atender à demanda de grandes projetos, otimizando tempo e recursos na execução das obras.

Quais são os principais tipos de usinas de mistura asfáltica disponíveis no mercado?

Os principais tipos de usinas de mistura asfáltica são as usinas do tipo contínuo e as do tipo batelada. As contínuas mantêm a produção em fluxo constante, indicadas para grandes volumes e obras de larga escala. Já as bateladas operam em ciclos, proporcionando maior controle de dosagem, ideais para projetos que exigem variação na formulação ou lotes específicos de asfalto. A escolha depende do perfil do projeto, exigências técnicas e logística operacional da empresa.

Empresas revendedoras podem atuar na comercialização de usinas de mistura asfáltica?

Sim, empresas revendedoras, distribuidores e representantes comerciais atuam na intermediação entre fabricantes de usinas de mistura asfáltica e clientes finais, como construtoras ou órgãos públicos. Elas oferecem suporte na escolha do modelo ideal, negociação de volumes e condições de fornecimento. Atuar nesse segmento requer conhecimento técnico do produto, entendimento das necessidades do mercado de pavimentação e capacidade de oferecer soluções customizadas para diferentes tipos de obras e projetos.

Quais normas técnicas regulam a produção e operação de usinas de mistura asfáltica?

No Brasil, a produção em usinas de mistura asfáltica deve seguir normas da ABNT, como a NBR 15115 e NBR 12070, que especificam requisitos para concretos asfálticos e controle de qualidade de materiais. Além disso, órgãos reguladores podem exigir certificações ambientais e de segurança, garantindo o atendimento a parâmetros técnicos e legais. Empresas compradoras devem sempre verificar o cumprimento dessas normas para assegurar durabilidade e desempenho do pavimento.

Como é feita a manutenção preventiva em usinas de mistura asfáltica?

A manutenção preventiva em usinas de mistura asfáltica envolve inspeções periódicas dos sistemas de queima, dosagem, mistura, filtragem e transporte de agregados. Limpeza de filtros, calibração de balanças e verificação de componentes mecânicos e elétricos evitam falhas e paradas não programadas. Indústrias e empresas operadoras costumam seguir um cronograma técnico para garantir eficiência, segurança e minimizar custos operacionais durante a produção de asfalto.

Quais setores industriais e empresas utilizam usinas de mistura asfáltica em suas atividades?

Usinas de mistura asfáltica são utilizadas principalmente por empresas de construção civil, empreiteiras de obras rodoviárias e concessionárias de infraestrutura urbana. Órgãos públicos responsáveis por manutenção viária também adquirem ou contratam serviços de usinas para projetos de pavimentação. Indústrias de pré-moldados e fornecedores de insumos para rodovias podem integrar as usinas ao seu processo produtivo, atendendo demandas específicas de seus clientes corporativos.

Quais fatores influenciam a escolha entre uma usina móvel e uma estacionária?

A escolha entre usina de mistura asfáltica móvel e estacionária depende da mobilidade e das características do projeto. Usinas móveis são indicadas para obras em locais de difícil acesso ou para empresas que atuam em diferentes regiões, pois podem ser facilmente transportadas e instaladas. Já as estacionárias oferecem maior capacidade produtiva, sendo ideais para polos industriais e projetos de longo prazo. A decisão também considera volume de produção, investimento e logística.