Encontramos 2 fornecedores de Usina de Gases para Embalagem Alimentícia

Vm Service Válvulas Industriais

Fornece: Manutenção Industrial, Equipamentos para Usinas de Biodiesel, Engenharia para Usinas de Papel e Celulose, Colunas de Destilação para a Indústria Sucroalcooleira e mais outras 257 categorias

Araçoiaba da Serra - SP
11-50 funcionários
Mais Dessecantes

Fornece: Alumina Ativada, Sílica Gel, Peneiras Moleculares, Zeolita e mais outras 286 categorias

Limeira - SP

Perguntas Frequentes

O que é uma usina de gases para embalagem alimentícia e qual sua função?

Uma usina de gases para embalagem alimentícia é um sistema dedicado à produção, mistura e fornecimento de gases industriais como nitrogênio e dióxido de carbono, utilizados em processos de atmosfera modificada. Sua principal função é prolongar a vida útil de alimentos embalados, reduzindo o contato com oxigênio e minimizando deterioração. Industrias alimentícias utilizam essa solução para garantir frescor e segurança em produtos como carnes, laticínios e vegetais prontos para consumo.

Quais tipos de gases podem ser utilizados em usinas para embalagem alimentícia?

Os principais gases utilizados nesse tipo de usina são nitrogênio (N2) e dióxido de carbono (CO2), que podem ser aplicados isoladamente ou em misturas, dependendo do alimento. Em alguns casos, oxigênio controlado também é adicionado para preservar características específicas, como cor em carnes vermelhas. A composição exata da mistura é definida conforme as necessidades de cada produto alimentício, visando segurança, frescor e qualidade.

Quais segmentos industriais mais demandam usina de gases para embalagem alimentícia?

Indústrias de processamento de carnes, laticínios, vegetais minimamente processados, panificação e alimentos prontos são os principais setores que demandam essa tecnologia. Empresas de grande porte, redes de supermercados e centros de distribuição que buscam ampliar a validade dos itens e otimizar logística também investem em usinas de gases para embalagem alimentícia, integrando o sistema diretamente à linha de produção.

Existem normas ou regulamentações específicas para operação de usinas de gases em embalagens alimentícias?

Sim, a operação dessas usinas precisa seguir normas como as da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que regulam a pureza dos gases, boas práticas de fabricação, e procedimentos de segurança. Além disso, os gases utilizados devem ser de grau alimentício, isto é, apropriados para contato com alimentos e isentos de contaminantes que possam comprometer a saúde pública.

Quais as principais vantagens para empresas que utilizam usinas de gases na embalagem de alimentos?

Empresas que implementam usina de gases para embalagem alimentícia têm maior controle sobre o suprimento e a qualidade dos gases, reduzindo custos logísticos com cilindros e otimizando processos. A tecnologia permite criar atmosferas customizadas para diferentes tipos de alimentos, aumentando a vida útil, evitando perdas e garantindo padrões constantes de qualidade e segurança alimentar.

Como ocorre a instalação de uma usina de gases para aplicação em embalagens alimentícias?

A instalação requer avaliação da infraestrutura da planta industrial, considerando demanda de produção, espaço físico e normas de segurança. O processo envolve a implementação de sistemas de geração, armazenamento, distribuição e controle de gases, conectados às linhas automáticas de embalagem. A integração deve ser feita por empresas especializadas, garantindo funcionamento contínuo, monitoramento de pureza e conformidade com regulamentações vigentes.

Qual a diferença entre adquirir gases em cilindros e investir em uma usina própria para embalagem alimentícia?

Adquirir gases em cilindros pode ser uma alternativa viável para pequenas produções, mas grandes empresas costumam investir em uma usina própria devido à redução de custos a longo prazo, disponibilidade constante e controle total sobre as misturas e volumes de gases. A usina também oferece maior agilidade operacional e potencializa a rastreabilidade, fatores críticos para indústrias com alto volume de embalagens alimentícias processadas.