Encontramos 3 fornecedores de Unidades de Resfriamento
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Fornece: Queimadores, Turbo Aeradores, Resfriadores Rotativos, Unidades de Resfriamento e mais outras 20 categorias
Fornece: Fabricação de Equipamentos Industriais, Projetos e Fabricação de Máquinas Especiais, Equipamentos Industriais, Sistemas de Resfriamento e mais outras 109 categorias
Fornece: Sistemas de Resfriamento, Unidades de Resfriamento, Projetos de Câmaras de Resfriamento/Congelamento, Resfriadores de Fluidos e mais outras 80 categorias
Perguntas Frequentes
Para que servem as unidades de resfriamento em ambientes corporativos?
Unidades de resfriamento são equipamentos essenciais para controlar a temperatura em ambientes corporativos, como salas de servidores, áreas industriais e setores produtivos. Elas garantem a estabilidade térmica, prevenindo danos a equipamentos sensíveis, conservação de produtos ou o conforto dos colaboradores. Empresas de diversos segmentos, inclusive data centers e indústrias de alimentos, utilizam essas soluções para manter operações seguras e eficientes, atendendo demandas específicas de cada aplicação.
Quais são os tipos mais comuns de unidades de resfriamento disponíveis no mercado?
Entre os tipos mais comuns estão as unidades condensadoras, evaporadores e chillers. As condensadoras são usadas principalmente em sistemas de ar condicionado central, enquanto evaporadores integram câmaras frigoríficas e processos industriais. Chillers, por sua vez, são empregados para resfriar líquidos em larga escala, comuns na indústria e em ambientes hospitalares. A escolha do tipo depende da demanda térmica e do projeto do ambiente corporativo a ser atendido.
Como escolher o modelo ideal de unidade de resfriamento para minha empresa?
O modelo ideal deve ser selecionado conforme a necessidade de controle térmico, volume do ambiente e tipo de aplicação. Para ambientes com servidores ou equipamentos eletrônicos, é essencial optar por modelos com controle preciso de temperatura. Já para processos industriais, a capacidade de resfriamento contínuo é prioridade. Recomenda-se avaliar também o consumo energético e compatibilidade com sistemas já existentes na empresa.
Existem normas específicas para a instalação de unidades de resfriamento em ambientes industriais?
Sim, a instalação dessas unidades deve seguir normas técnicas reconhecidas, como as da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), particularmente as NBR relativas à refrigeração e segurança. Além disso, ambientes industriais podem exigir adequação às normas NR-10 (segurança em instalações elétricas) e NR-13 (vasos de pressão), quando aplicável. Consultar um projetista especializado é fundamental para garantir conformidade e segurança operacional.
Quais cuidados são necessários ao instalar uma unidade de resfriamento em empresas?
A instalação demanda análise do local, verificação da capacidade elétrica e dimensionamento correto de acordo com a carga térmica. A ventilação do ambiente e o acesso para manutenção também são fatores importantes. É recomendado contar com mão de obra especializada, seguindo as orientações do fabricante, para evitar falhas que possam comprometer a eficiência ou a vida útil do equipamento.
Em quais setores empresariais as unidades de resfriamento são mais utilizadas?
Essas unidades têm ampla aplicação nos setores industriais, especialmente em indústrias alimentícias, farmacêuticas, químicas e de tecnologia. Também são essenciais em hospitais, laboratórios, supermercados, data centers e empresas de logística. A escolha do equipamento e sua configuração variam conforme o porte da empresa e as necessidades de resfriamento ou climatização do ambiente de operação.
Qual a diferença entre unidades de resfriamento por ar e por água?
Unidades por ar utilizam ventiladores para dissipar o calor, sendo indicadas para ambientes menores ou com menor demanda térmica. Já as unidades de resfriamento por água contam com trocadores de calor e são ideais para aplicações industriais de grande porte, pois oferecem maior eficiência energética e capacidade de resfriamento. A seleção entre os dois tipos depende do consumo energético e da infraestrutura disponível na empresa.