Encontramos 1 fornecedores de Tubos para Centrífugas
Este é um espaço reservado para anúncios do Google Ads. Aqui será exibido o texto descritivo do anúncio patrocinado com informações relevantes para os visitantes.
Fornece: Produtos Químicos, Equipamentos Usados para Laboratórios, Equipamentos para Análises de Emissões de Gases, Balanças Pesadoras e mais outras 153 categorias
Perguntas Frequentes
O que são tubos para centrífugas e para que servem?
Tubos para centrífugas são recipientes cilíndricos desenvolvidos para suportar forças de centrifugação em equipamentos laboratoriais. Utilizados principalmente em laboratórios de análises clínicas, pesquisa e controle de qualidade industrial, esses tubos permitem a separação de amostras líquidas em diferentes fases, como plasma e células sanguíneas. São essenciais para laboratórios hospitalares, farmacêuticos e empresas do setor alimentício, proporcionando segurança e precisão na manipulação e processamento de amostras.
Quais os principais tipos e modelos de tubos usados em centrífugas?
Os tubos para uso em centrífugas variam quanto ao material, volume e formato. Modelos comuns incluem tubos de polipropileno, policarbonato ou vidro, com capacidades que vão de 1,5 mL até 50 mL, atendendo a diferentes necessidades experimentais ou produtivas. Existe também a variação entre tubos cônicos e de fundo redondo, cada qual adequado a tipos específicos de análise. Empresas devem sempre considerar a compatibilidade do tubo com suas centrífugas e processos laboratoriais.
É necessário que os tubos para centrífugas sigam normas específicas?
Sim, para uso laboratorial e industrial é importante que os tubos para centrífugas sigam normas técnicas que assegurem resistência à centrifugação e à integridade das amostras. Entre as normas relevantes, destacam-se as ISO 6710 e ISO 15189 para laboratórios de diagnóstico. Além disso, tubos autoclaváveis são essenciais para aplicações que exigem esterilização, especialmente em ambientes hospitalares ou farmacêuticos. Sempre verifique se o fornecedor segue essas certificações antes de adquirir em larga escala.
Qual a diferença entre tubos para centrífugas de polipropileno, policarbonato e vidro?
Tubos feitos de polipropileno são resistentes a solventes químicos e podem ser autoclavados, ideais para uso contínuo em processos laboratoriais. Os de policarbonato oferecem maior transparência e resistência mecânica, sendo indicados para aplicações que exigem visualização clara das amostras, mas não suportam autoclave. Já os tubos de vidro apresentam excelente resistência química, porém são mais suscetíveis a quebras. Cada material é indicado para diferentes tipos de análises e volumes processados.
Como empresas podem adquirir tubos para centrífugas em grandes volumes?
Empresas interessadas na compra em grandes volumes, como distribuidores, laboratórios ou indústrias, devem buscar negociação direta com fabricantes ou distribuidores especializados. Geralmente, a aquisição em lotes permite condições comerciais diferenciadas, como descontos por quantidade e prazos de entrega ajustados à demanda operacional. Solicitar especificações técnicas detalhadas é fundamental para garantir compatibilidade com equipamentos já existentes e assegurar o cumprimento de normas técnicas exigidas pelo segmento atendido.
Quais setores industriais utilizam tubos para centrífugas em suas operações?
Além de laboratórios de análises clínicas, diversos setores industriais utilizam esses tubos, incluindo indústrias farmacêuticas, alimentícias, biotecnológicas e químicas. Nesses ambientes, os tubos são usados para separar componentes de amostras durante testes de qualidade, pesquisa e desenvolvimento de produtos ou controle de processos produtivos. Empresas desses setores demandam tubos resistentes e confiáveis, fundamentais para garantir resultados precisos e para manter os padrões de qualidade estabelecidos.
Existe algum cuidado especial no uso dos tubos em processos laboratoriais?
Sim, é importante balancear corretamente os tubos na centrífuga para evitar vibrações e danos ao equipamento. Também é fundamental utilizar sempre tubos compatíveis com a capacidade máxima de rotação (RPM) da centrífuga e observar limites de temperatura, caso o processo requeira aquecimento ou resfriamento. A correta vedação com tampas adequadas previne vazamentos, protegendo tanto as amostras quanto os operadores, atendendo às exigências de biossegurança em operações laboratoriais e industriais.