Encontramos 64 fornecedores de Sistemas de Proteção contra Descargas Elétricas
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Fornece: Acessórios para Postes, Torres Autoportantes Flangeadas, Torres Autoportantes Monolíticas, Torres Estaiadas e mais outras 88 categorias
Fornece: Sistemas de Aterramento, Centros de Controle de Motores - CCM, Consultoria em Engenharia Elétrica, Montagem de Cabeamento Estruturado e mais outras 158 categorias
Fornece: Instalações Hidrosanitárias, Análise de Projetos Elétricos para Indústrias, Escritório de Engenharia, Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas | SPDA e mais outras 163 categorias
Fornece: Cabines Primárias, Projetos de Iluminação Pública, Montagem de Redes de Transmissão, Instalações de Para-Raios e mais outras 168 categorias
Exibindo 61 a 64 de 64 fornecedores
Perguntas Frequentes
O que são sistemas de proteção contra descargas elétricas e qual sua função principal?
Sistemas de proteção contra descargas elétricas são conjuntos de dispositivos e métodos instalados para proteger estruturas, equipamentos e pessoas de danos causados por raios e surtos elétricos. Sua principal função é captar e direcionar a energia dos relâmpagos de forma segura ao solo, minimizando riscos de incêndio, paralisações operacionais e danos a equipamentos nas empresas, indústrias e outros ambientes corporativos.
Quais tipos de sistemas de proteção contra descargas elétricas existem?
Existem basicamente dois tipos principais: o Sistema de Proteção Externa, composto por captores (para-raios), condutores de descida e aterramento; e o Sistema de Proteção Interna, como dispositivos de proteção contra surtos (DPS). Ambos podem ser utilizados separadamente ou em conjunto, de acordo com o risco da instalação, tipo de edificação e setor de atuação, como indústrias, hospitais ou centros comerciais.
Quais normas regulamentam a instalação de sistemas de proteção contra descargas elétricas?
No Brasil, a instalação deve seguir a NBR 5419 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece critérios para projeto, execução e manutenção. Essa norma é obrigatória em edificações empresariais, industriais e comerciais, fornecendo diretrizes sobre análise de risco, materiais adequados e dimensionamento correto do sistema para garantir máxima segurança operacional.
Como escolher entre diferentes materiais utilizados em sistemas de proteção contra descargas elétricas?
A seleção do material, geralmente cobre ou alumínio, depende das características estruturais do prédio e das necessidades operacionais. O cobre possui excelente condutividade e durabilidade, sendo recomendado para ambientes industriais ou com alta incidência de raios. O alumínio é mais leve e econômico, indicado para edificações menores. A escolha correta assegura maior eficiência e menor necessidade de manutenção.
Quais cuidados devem ser observados durante a instalação de sistemas de proteção contra descargas elétricas?
Durante a instalação, é fundamental seguir rigorosamente o projeto técnico, garantir o correto aterramento e utilizar materiais certificados. Para empresas, recomenda-se contratar equipes especializadas e realizar testes de continuidade elétrica. O não cumprimento desses requisitos pode comprometer a proteção, expondo equipamentos, colaboradores e instalações a riscos de acidente e prejuízos operacionais.
Quem utiliza sistemas de proteção contra descargas elétricas no mercado corporativo?
Sistemas de proteção contra descargas elétricas são amplamente adotados por empresas de diversos setores, incluindo indústrias, atacadistas, centros logísticos, hospitais, shopping centers e edifícios comerciais. Revendedores também se beneficiam negociando em grandes volumes para atender clientes corporativos, enquanto instaladores especializados integram esses sistemas em projetos construtivos de larga escala.
Qual a diferença entre para-raios e dispositivos de proteção contra surtos?
O para-raios é um componente externo que atrai e conduz a descarga atmosférica para a terra, protegendo a estrutura contra danos diretos de raios. Já os dispositivos de proteção contra surtos (DPS) são instalados no sistema elétrico interno, protegendo equipamentos sensíveis contra picos de tensão gerados por descargas atmosféricas indiretas ou manobras na rede elétrica. Ambos são complementares em projetos corporativos.