Encontramos 48 fornecedores de Sistemas de Alarme de Incêndio Convencionais

Siscontel Telecomunicações

Fornece: Alarmes, Sistemas de Alarme de Incêndio Convencionais, Automação de Edifícios, Catracas para Controle de Acesso e mais outras 127 categorias

Ribeirão Preto - SP
Start Sistemas Engenharia de Incêndio

Fornece: Extintores de Incêndio, Acessórios para Mangueiras de Incêndio, Esguichos Storz, Alarmes Detectores de Incêndio e mais outras 242 categorias

Salvador - BA
Desde 2011
1-10 funcionários
Phe Engenharia de Projetos Hidráulicos e Elétricos

Fornece: Sistemas de Alarme de Incêndio Convencionais, Sistemas Elétricos, Sistemas de Alarme de Incêndio sem Fio - Wireless, Análise de Projetos Elétricos para Indústrias e mais outras 120 categorias

São Paulo - SP
Implanta Comercio e Eletronica

Fornece: Alarmes, Sistemas de Alarme de Incêndio Convencionais, Câmeras de Monitoramento, Centrais de Alarme Digital e mais outras 163 categorias

São Paulo - SP
Enlight Engenharia - Prevenção e Combate a Incêndios

Fornece: Sistemas de Proteção Contra Incêndios, Vistorias Técnicas em Sistemas de Combate a Incêndios, Sistemas de Alarme de Incêndio Endereçáveis, Sistemas de Alarme de Incêndio Convencionais e mais outras 157 categorias

São Paulo - SP
Desde 2022
Equipex Engenharia Incêndio

Fornece: Sistemas de Alarme de Incêndio Convencionais, Integradores de Sistema de Detecção de Incêndios, Plano de Prevenção Contra Incêndios | PPCI, Sistemas de Alarme de Incêndio sem Fio - Wireless e mais outras 46 categorias

MG
Marchesini Automação

Fornece: Automação de Sistemas Elétricos, Automação, Instalações Elétricas de Baixa Tensão, Manutenção Elétrica Industrial e mais outras 146 categorias

Várzea Paulista - SP
Desde 2023
1-10 funcionários
Alarmes & Cia.

Fornece: Sistemas de Alarme de Incêndio Convencionais, Automação de Edifícios, Automação de Portas e Portões, Centrais de Alarme Digital e mais outras 142 categorias

Aracaju - SE

Exibindo 41 a 48 de 48 fornecedores

Perguntas Frequentes

O que são sistemas convencionais de detecção de incêndio e como funcionam?

Os sistemas convencionais de detecção de incêndio utilizam sensores ligados em linhas (zonas) para identificar a presença de fumaça ou calor em áreas específicas. Eles indicam em qual zona ocorreu o disparo do alarme, facilitando a localização aproximada do foco de incêndio. Esse modelo é amplamente usado em empresas, escolas e pequenas indústrias por ser econômico e eficiente em ambientes de médio porte, onde o monitoramento por áreas já atende à necessidade de segurança.

Quais ambientes são ideais para instalar esse tipo de sistema?

Sistemas convencionais de alarme de incêndio são recomendados para locais com áreas divididas em zonas, como escritórios, hospitais de pequeno porte, lojas e galpões. São indicados principalmente quando não há demanda por identificação precisa do ponto exato do disparo, apenas da área aproximada. Empresas optam por essa solução para garantir proteção adequada mantendo custos controlados em ambientes de complexidade moderada.

Qual a diferença entre sistemas convencionais e endereçáveis de incêndio?

A principal diferença está na forma de identificação do alarme. Sistemas convencionais alertam a zona onde o disparo ocorreu, enquanto os endereçáveis informam o sensor exato. Isso torna os endereçáveis mais precisos e recomendados para grandes edificações ou aplicações críticas. No entanto, os convencionais são mais acessíveis e práticos para locais menores, com manutenção mais simples e fácil de expandir em pequenas instalações.

Quais tipos de dispositivos podem ser usados nestes sistemas?

Os principais equipamentos em um sistema convencional incluem detectores de fumaça, detectores térmicos, acionadores manuais, sirenes e painéis de controle. Esses dispositivos são conectados em circuitos compartilhados chamados de zonas. A variedade permite adequação conforme o risco do local: áreas com muita poeira costumam usar detectores térmicos, enquanto escritórios preferem detectores de fumaça para alerta precoce.

O que a norma ABNT NBR 17240 exige sobre sistemas convencionais de alarme de incêndio?

A ABNT NBR 17240 determina as condições mínimas para projeto, instalação, manutenção e operação de sistemas de detecção e alarme de incêndio, incluindo os convencionais. Ela especifica a quantidade de zonas, posicionamento dos detectores e requisitos para sinalização. Cumprir essa norma é obrigatório para regularizar edificações e assegurar o funcionamento confiável desses sistemas em ambientes corporativos.

Qual a frequência recomendada de manutenção preventiva nesses sistemas?

A manutenção preventiva deve ser feita a cada seis meses, seguindo orientações da NBR 17240. Esse procedimento engloba testes dos dispositivos, limpeza dos detectores e verificação das conexões elétricas. Em locais sujeitos a grande acúmulo de poeira ou vibração, as manutenções podem ser trimestrais, evitando falsos alarmes e falhas no momento da necessidade.

Quais fatores influenciam o custo final desse tipo de sistema para empresas?

O custo total de um sistema convencional depende do número de zonas necessárias, metragem da área protegida, quantidade de sensores e grau de acabamento do ambiente. Instalações em edificações já preparadas para cabeamento tendem a ser mais econômicas. Em média, grandes empresas podem investir entre R$ 8.000,00 e R$ 30.000,00, variando conforme a complexidade do projeto e requisitos legais.