Encontramos 2 fornecedores de Silos Pulmão

Bomval - Equipamentos Industriais

Fornece: Trocadores de Calor, Trocadores de Calor de Aço Inox, Manutenção de Trocadores de Calor, Trocadores de Calor para a Indústria Alimentícia e mais outras 861 categorias

Itaquaquecetuba - SP
11-50 funcionários
Polidryer - Indústria e Comércio de Máquinas

Fornece: Máquinas e Equipamentos para o Beneficiamento de Café, Secadores de Café, Máquinas e Equipamentos para o Beneficiamento de Sementes, Transportadores Industriais e mais outras 66 categorias

Viçosa - MG

Perguntas Frequentes

O que são silos pulmão e para que servem na indústria?

Silos pulmão são reservatórios intermediários utilizados para armazenar temporariamente materiais a granel, como grãos, pós ou pellets, dentro de linhas produtivas industriais. Seu principal objetivo é regular o fluxo de insumos entre etapas diferentes do processo, evitando interrupções e equilibrando o abastecimento de máquinas. Eles são essenciais em setores como agronegócio, plástico, químico e alimentício, integrando sistemas automatizados de produção e garantindo maior eficiência operacional.

Quais tipos de silos pulmão existem e como escolher o modelo adequado?

Os silos pulmão podem ser fabricados em aço carbono, aço inoxidável ou polietileno, e variam em formatos cilíndricos, cônicos ou retangulares. A escolha do modelo depende do tipo de material armazenado, da capacidade exigida pelo processo e das condições do ambiente industrial. Para aplicações alimentícias ou químicas, materiais resistentes à corrosão, como aço inox, são recomendados. A seleção correta garante durabilidade e desempenho adequado à operação.

Existe diferença entre silo pulmão e outros tipos de silos industriais?

Sim, a principal diferença está na função: silos pulmão atuam como armazenagem temporária e reguladora entre etapas do processo produtivo, enquanto silos convencionais visam a estocagem de grandes volumes por períodos prolongados. O silo pulmão tem menor capacidade e geralmente é posicionado próximo a máquinas ou linhas de produção, facilitando o abastecimento automático e contínuo.

Quais setores utilizam silos pulmão em suas operações?

Silos pulmão são amplamente adotados em setores industriais como o agronegócio (manuseio de grãos e sementes), indústria de plásticos (armazenagem de resinas), setor alimentício (farinhas, açúcar), químico e farmacêutico (pós e granulados). Eles atendem a empresas que demandam fluxo constante de materiais durante a produção, garantindo eficiência, redução de desperdício e otimização de processos logísticos internos.

Quais cuidados são necessários na instalação de um silo pulmão?

A instalação de silos pulmão exige avaliação técnica da estrutura de base, alinhamento com sistemas de alimentação e descarga automatizados, além de considerar acessibilidade para manutenção. É fundamental garantir que o local suportará o peso total do silo e do material. O uso de dispositivos de segurança, como válvulas de alívio e sensores de nível, também é recomendado para prevenir falhas operacionais ou riscos ao operador.

Existem normas ou certificações relevantes para silos pulmão industriais?

Sim, silos pulmão industriais devem seguir normas técnicas específicas conforme o material construído e o setor de aplicação. Exemplos incluem a NR-12 para segurança em máquinas e equipamentos no Brasil e normas ABNT, como a NBR 6118 para estruturas de concreto, quando aplicável. Para segmentos alimentícios, a escolha de materiais atóxicos e processos de fabricação certificados são requisitos importantes para garantir a segurança e a conformidade sanitária.

Como a manutenção preventiva influencia o desempenho dos silos pulmão?

A manutenção preventiva em silos pulmão reduz riscos de paralisações no processo produtivo e prolonga a vida útil do equipamento. Atividades como limpeza periódica, inspeção de soldas, checagem dos sistemas de alimentação e verificação de sensores evitam acúmulo de resíduos e danos estruturais. Esse controle garante abastecimento contínuo às linhas industriais e contribui para a segurança operacional, além de evitar custos com reparos emergenciais.