Encontramos 1 fornecedores de Sensor de Partículas PM2.5 e PM10

Verder Scientific

Fornece: Moinhos de Almofarizes, Moinhos de Bolas, Moinhos de Bolas para Laboratórios, Moinhos de Jarros e mais outras 248 categorias

São Bernardo do Campo - SP
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é um sensor de partículas PM2.5 e PM10 e para que serve?

O sensor de partículas PM2.5 e PM10 detecta e quantifica a concentração de partículas suspensas no ar com diâmetros inferiores a 2,5 micrômetros (PM2.5) e 10 micrômetros (PM10). Esses sensores são usados em sistemas de monitoramento da qualidade do ar em ambientes industriais, prédios comerciais, hospitais e cidades, auxiliando empresas no controle ambiental e na prevenção de riscos à saúde ocasionados pela poluição atmosférica.

Quais são os principais tipos de sensores de partículas disponíveis no mercado?

Existem sensores ópticos, que utilizam luz para detectar partículas, e sensores baseados em tecnologia de difusão, capazes de medir diferentes faixas de concentração. Os modelos ópticos são os mais comuns para aplicações industriais e institucionais devido à precisão e facilidade de instalação. Já sensores para ambientes externos podem incluir proteção adicional contra intempéries, sendo ideais para redes de monitoramento urbano ou industriais.

Quais normas e certificações são relevantes para sensores de partículas?

No Brasil e internacionalmente, sensores de partículas podem seguir recomendações da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) e das normas ABNT para equipamentos de monitoramento ambiental. Empresas que utilizam esses sensores em processos regulados devem verificar se o modelo atende requisitos técnicos e de calibração estabelecidos por órgãos ambientais e sanitários específicos de sua região.

Como é realizada a instalação de sensores de partículas em ambientes industriais?

A instalação dos sensores deve ser feita em pontos estratégicos, evitando obstruções que possam interferir na amostra de ar. É importante garantir que os dispositivos estejam em áreas representativas quanto ao fluxo de ar e níveis de poeira. O processo normalmente demanda integração com sistemas automáticos de leitura e registro de dados, permitindo acompanhamento em tempo real da qualidade do ar industrial ou institucional.

Quais cuidados devem ser tomados na manutenção de sensores de partículas PM2.5 e PM10?

A manutenção envolve limpeza regular do sensor, conforme instruções do fabricante, para evitar acúmulo de poeira nos componentes ópticos. Recomenda-se também calibração periódica, fundamental para garantir a precisão das medições. Empresas e indústrias devem adotar rotinas preventivas para assegurar o desempenho dos sensores e evitar prejuízos causados por leituras incorretas.

Quais segmentos de mercado utilizam sensores de partículas PM2.5 e PM10?

Esses sensores são amplamente utilizados em indústrias de manufatura, áreas hospitalares, laboratórios, empresas de gestão ambiental, prédios corporativos, setores do agronegócio e órgãos públicos. Sua aplicação visa monitorar e controlar a poluição do ar, atender exigências ambientais e garantir condições adequadas para operações sensíveis à qualidade atmosférica, como salas limpas e ambientes controlados.

Qual a diferença entre sensores PM2.5 e PM10 e qual escolher para cada aplicação?

Sensores PM2.5 detectam partículas ultrafinas, relacionadas principalmente à queima de combustíveis e processos industriais, enquanto os de PM10 abrangem também poeira grossa, pólen e outros contaminantes maiores. Para ambientes que exigem controle rigoroso da qualidade do ar, como hospitais e clean rooms, recomenda-se sensores PM2.5. Para aplicações externas ou industriais, onde partículas maiores são relevantes, sensores PM10 ou ambos são indicados.