Encontramos 83 fornecedores de Seguros Residenciais
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Fornece: Corretora de Seguros, Plano de Saúde Individual, Seguro de Vida Empresarial, Plano de Saúde por Adesão e mais outras 191 categorias
Fornece: Cartões para Vale Alimentação, Cartões para Vale Refeição, Cartões para Vale Transporte, Corretora de Seguros e mais outras 203 categorias
Fornece: Planejamento Ambiental para Empresas, Corretora de Seguros, Seguro para Riscos de Engenharia, Seguros Aeronáuticos e mais outras 148 categorias
Exibindo 81 a 83 de 83 fornecedores
Perguntas Frequentes
O que é seguro residencial e para que ele serve?
Seguro residencial é um serviço de proteção financeira para imóveis residenciais contra danos causados por incêndios, furtos, desastres naturais, entre outros riscos. Ele serve para garantir indenização ou reparo dos prejuízos, ajudando proprietários e inquilinos a manterem a segurança patrimonial. Essa modalidade é destinada principalmente a pessoas físicas, mas empresas imobiliárias, administradoras de condomínios e construtoras também utilizam para oferecer mais proteção aos imóveis sob sua gestão ou comercialização.
Quais são os principais tipos de seguros residenciais disponíveis no mercado?
No mercado brasileiro, os seguros residenciais variam conforme as coberturas oferecidas. Os tipos mais comuns incluem cobertura básica contra incêndio, explosão e fumaça, além de opções adicionais como roubo, danos elétricos, responsabilidade civil e assistência 24 horas. Cada apólice pode ser customizada de acordo com as necessidades do imóvel e perfil do contratante, seja uma residência familiar, imóvel de temporada ou apartamento locado.
Empresas podem contratar seguro residencial para imóveis de uso corporativo?
Sim, empresas podem contratar seguro residencial para imóveis que estejam sob sua administração ou destinados a moradia de executivos, funcionários ou locação. Administradoras de imóveis, incorporadoras e construtoras normalmente utilizam esse produto para proteger empreendimentos até sua entrega, ou em contratos de locação. O seguro auxilia na mitigação de riscos enquanto o imóvel ainda não é comercializado ou habitado.
Quais informações são necessárias para contratar um seguro residencial?
Para contratar um seguro residencial, é necessário informar características do imóvel, como endereço, metragem, tipo de construção, valor aproximado de reposição e histórico de sinistros. Também é importante definir as coberturas desejadas e eventuais itens de alto valor a serem incluídos. Essas informações permitem à seguradora precificar o risco e elaborar uma apólice adequada ao perfil do imóvel e do responsável pela contratação.
Quais são as principais exclusões em seguros residenciais?
Algumas situações não são cobertas pelo seguro residencial, conhecidas como exclusões. Entre elas estão danos intencionais, desgaste natural, infiltrações causadas por falta de manutenção, eventos decorrentes de guerras ou radiações nucleares, e bens não declarados na apólice. É fundamental analisar as condições contratuais para entender todos os limites de cobertura e evitar surpresas em caso de sinistro.
Existe alguma norma técnica ou regulamentação aplicável aos seguros residenciais?
Sim, a comercialização de seguros residenciais no Brasil é regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que estabelece regras de operação e comercialização. Todas as apólices devem obedecer às diretrizes vigentes, garantir transparência nos termos e apresentar informações claras aos contratantes. Não há normas técnicas de produto, mas há regras contratuais e regulatórias específicas exigidas para esse serviço.
Quais setores costumam adquirir seguro residencial em maior volume?
Setores ligados ao mercado imobiliário, como administradoras de condomínios, construtoras, incorporadoras e empresas de locação, geralmente adquirem seguros residenciais em maior volume. Essas empresas utilizam o produto para proteger patrimônios sob sua gestão, reduzir riscos de perdas financeiras e oferecer serviços adicionais a clientes. O volume de contratação é mais expressivo em grandes centros urbanos, onde existe alta demanda por propriedades residenciais locadas e comercializadas.