Encontramos 5 fornecedores de Roupões para Hotelaria
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Fornece: Amenities Hotelaria, Brindes para Hotelaria, Cosméticos com Certificação Ecocert, Cosméticos Naturais e mais outras 171 categorias
Fornece: Tecidos Alvejados, Tecelagem, Rolos de Malhas, Tecidos Crús e mais outras 262 categorias
Fornece: Enxoval para Noivas, Panos de Prato e Jogos de Cozinha, Roupas de Banho, Roupas de Cama e mais outras 127 categorias
Fornece: Toalhas de Banho, Toalhas de Rosto, Roupas de Cama, Roupas de Cama Personalizadas e mais outras 79 categorias
Fornece: Robes, Roupões Personalizados, Roupão Atoalhado, Roupões para Hotelaria e mais outras 92 categorias
Perguntas Frequentes
O que são roupões para hotelaria e qual a diferença em relação aos modelos domésticos?
Roupões para hotelaria são peças desenvolvidas especialmente para uso intensivo em hotéis, pousadas e spas, geralmente confeccionados com materiais de alta resistência e fácil manutenção. A principal diferença em relação aos modelos domésticos está na durabilidade e nas características como gramatura, facilidade de lavagem e secagem, e acabamento reforçado. Esses roupões são pensados para atender a vários hóspedes, mantendo conforto, aparência e higiene ao longo de diversas lavagens.
Quais os principais tipos de roupão utilizados no setor hoteleiro?
No setor de hotelaria, os tipos de roupão mais comuns incluem o modelo atoalhado, ideal para absorção após o banho, e o microfibra, que oferece leveza e secagem rápida. Existem versões longas e curtas, além de variações de gola (xale, kimono) para atender diferentes padrões de hospedagem. A escolha do tipo depende do perfil do estabelecimento e da experiência que se deseja proporcionar ao hóspede.
Quais materiais são mais recomendados para roupões utilizados em hotéis?
Os materiais mais recomendados para roupões utilizados em hotéis são algodão 100% (atoalhado), microfibra e, em alguns casos, misturas com poliéster para maior durabilidade. O algodão oferece maciez, absorção e conforto, enquanto a microfibra proporciona leveza e secagem acelerada, facilitando o giro de enxoval nas lavanderias. Para diferentes categorias de hotéis, a gramatura e o tipo de tecido podem variar conforme o padrão de luxo e o uso pretendido.
Existem normas técnicas ou certificações específicas para roupões voltados à hotelaria?
No Brasil, não há uma norma técnica obrigatória exclusiva para roupões de hotelaria. Contudo, muitos hotéis consideram padrões internos de qualidade que especificam gramatura, composição têxtil e acabamento. Além disso, fornecedores que seguem boas práticas de produção e contam com certificações como ABNT ou ISO para processos fabris podem ser preferidos por redes hoteleiras que buscam padronização e segurança no fornecimento.
Como é feita a manutenção e higienização de roupões para hotelaria?
A manutenção de roupões para hotelaria exige processos industriais de lavagem, utilizando produtos específicos para higienização e branqueamento, preservando fibras e cor. A frequência de lavagem é alta devido ao revezamento entre hóspedes, sendo importante seguir orientações do fabricante quanto à temperatura de lavagem e secagem. O uso de aditivos bactericidas e controle de resíduos garante limpeza eficiente e prolonga a vida útil do enxoval.
Quais setores e perfis de empresas costumam adquirir roupões para hotelaria em grande volume?
Roupões para hotelaria são frequentemente adquiridos por hotéis, resorts, spas, clínicas de bem-estar, além de pousadas e empresas de hospedagem corporativa. Empresas distribuidoras e revendedoras do segmento têxtil também compram em grandes volumes para abastecer o mercado. Clientes corporativos buscam fornecedores que ofereçam condições especiais para pedidos frequentes, padronização de produtos e prazos de entrega ajustados à demanda.
Como definir a quantidade ideal de roupões no enxoval de um hotel?
A definição da quantidade de roupões em um hotel depende do número de apartamentos, taxa de ocupação média e frequência de troca do enxoval. Em geral, recomenda-se um número que permita a rotação durante as lavagens, considerando imprevistos como perdas e danos. Gestores de hospedagem costumam prever de duas a três peças por unidade habitacional para manter o fluxo operacional sem comprometer a disponibilidade para os hóspedes.