Encontramos 43 fornecedores de Resistência Elétrica Tubular

Install - Instalações Elétricas, Hidráulicas e Incêndio

Fornece: Consultoria em Engenharia Elétrica, Estufas, Fornos Industriais, Painéis de Comandos Elétricos e mais outras 98 categorias

São Paulo - SP
Grupo Fraellio - Resistências Elétricas e Termostatos

Fornece: Calibradores para Termopares, Termostatos para Automação, Contatores de Corrente Alternada, Resistências Elétricas e mais outras 85 categorias

Ribeirão Preto - SP
11-50 funcionários
Menphis Engenharia

Fornece: Resistências Elétricas, Refratários Industriais, Fibra Cerâmica para Isolamento Térmico, Material para Isolamento Térmico e mais outras 34 categorias

Campinas - SP

Exibindo 41 a 43 de 43 fornecedores

Perguntas Frequentes

O que é resistência elétrica tubular e para que serve?

Resistência elétrica tubular é um componente utilizado para aquecer líquidos, gases ou superfícies sólidas em diversos processos industriais. Seu corpo tubular metálico protege o elemento de aquecimento interno, permitindo aplicação direta em tanques, dutos ou equipamentos. É muito empregada em indústrias alimentícias, plásticos, químicas, processos de aquecimento de água e óleo, além de ser parte fundamental em máquinas e sistemas de produção que demandam controle térmico confiável.

Quais são os principais tipos de resistência elétrica tubular disponíveis no mercado?

Existem resistências tubulares em formatos retos, curvos, flangeados, rosqueados e aletados, além de variações específicas para imersão, aquecimento de ar ou contato. Cada formato atende a necessidades técnicas distintas, como melhor dissipação de calor, aplicação em fluidos específicos ou adaptação em espaços restritos. A escolha do tipo correto depende do projeto, do ambiente de uso e das características do material a ser aquecido.

Como é feita a instalação de uma resistência elétrica tubular?

A instalação deve seguir rigorosamente as orientações do fabricante e normas de segurança aplicáveis. É fundamental garantir o correto aterramento, fixação adequada e compatibilidade elétrica com o sistema existente. Em aplicações industriais, recomenda-se inspeção prévia da integridade do equipamento e monitoramento do ambiente para evitar sobreaquecimento. Instalação inadequada pode comprometer o desempenho e a vida útil da resistência.

Quais setores utilizam resistência elétrica tubular em suas operações?

Empresas dos setores alimentício, químico, farmacêutico, de plástico, metalurgia e indústria de bebidas usam resistências elétricas tubulares em processos de aquecimento e manutenção de temperatura. Também são comuns em lavanderias industriais, hospitais e laboratórios, nos quais há necessidade de controle térmico eficiente. Distribuidores atendem tanto revendedores quanto indústrias e clientes corporativos que integram o item em seu maquinário.

Resistências elétricas tubulares possuem normas técnicas ou certificações?

Sim, a fabricação e aplicação de resistências elétricas tubulares podem seguir normas técnicas como a NBR 14136 (padrão de plugues e tomadas), além de diretrizes específicas para segurança elétrica e eficiência energética. Indústrias exigem produtos que atendam padrões de qualidade, rastreabilidade de materiais e conformidade com regulamentações nacionais e internacionais, especialmente em ambientes sujeitos a inspeções ou auditorias técnicas.

Quais materiais são utilizados na fabricação da resistência tubular e como influenciam o desempenho?

Materiais como aço inoxidável, cobre e latão são empregados na fabricação da resistência tubular. O aço inox oferece alta resistência à corrosão, sendo preferido para aquecimento de líquidos agressivos ou ambientes industriais severos. O cobre, por sua vez, é eficiente em aplicações com água não corrosiva. A escolha do material afeta diretamente a durabilidade, condutividade térmica e adequação ao processo produtivo.

Quais cuidados devem ser tomados para garantir a durabilidade da resistência elétrica tubular?

Para prolongar a vida útil, recomenda-se operar a resistência dentro dos limites especificados de tensão e temperatura, realizar limpezas periódicas para evitar acúmulo de resíduos e garantir que o elemento esteja sempre completamente imerso ou em contato eficiente com o material a ser aquecido. Inspeções regulares identificam desgastes ou falhas, permitindo manutenção preventiva e redução de paradas não programadas em linhas de produção.