Encontramos 2 fornecedores de Resfriadores Rotativos

Thermojet - Indústria de Engenharia Térmica

Fornece: Queimadores, Turbo Aeradores, Resfriadores Rotativos, Unidades de Resfriamento e mais outras 20 categorias

Pindamonhangaba - SP
Indústria e Comércio Chavantes - Ind. Setor de Peletização

Fornece: Resfriadores Rotativos, Moinhos Agrícolas, Moinhos Industriais, Moinhos para Cereais e mais outras 20 categorias

Chavantes - SP

Perguntas Frequentes

O que são resfriadores rotativos e para que servem em processos industriais?

Resfriadores rotativos são equipamentos utilizados para reduzir a temperatura de materiais sólidos, geralmente após processos térmicos como calcinação, sinterização ou secagem. Eles funcionam girando lentamente sobre um eixo, promovendo o contato do material com o ar ou outro agente de resfriamento. Esse processo é comum em indústrias de cimento, mineração, fertilizantes e química, garantindo o resfriamento uniforme e controlado dos produtos antes do armazenamento ou das próximas etapas de processamento.

Quais são os principais tipos de resfriadores rotativos disponíveis no mercado?

Os principais tipos de resfriadores rotativos incluem modelos a contrafluxo e a fluxo direto. No contrafluxo, o material e o agente de resfriamento se movem em direções opostas, aumentando a eficiência térmica. No fluxo direto, ambos seguem o mesmo sentido, acelerando o processo, mas com menor eficiência térmica. A escolha depende das características do produto a ser resfriado e das necessidades de produção de cada indústria.

Em que setores industriais os resfriadores rotativos são mais utilizados?

Resfriadores rotativos são amplamente empregados em setores como mineração, fabricação de cimento, fertilizantes, processamento químico e indústrias metalúrgicas. Nessas áreas, realizam o resfriamento de produtos granulados ou em partículas após o aquecimento, protegendo equipamentos subsequentes e garantindo a qualidade do produto final. Grandes empresas que processam volumes elevados valorizam a robustez e a constância desse tipo de tecnologia em seus processos.

Existem normas técnicas para a fabricação e uso de resfriadores rotativos?

Sim, existem normas técnicas que orientam a fabricação e operação de resfriadores rotativos, principalmente relacionadas à segurança, eficiência energética e materiais empregados. Entre as principais, destacam-se normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), ISO e recomendações industriais específicas para cada segmento, como cimento ou fertilizantes. O cumprimento dessas normas garante operação confiável e adequada integração aos sistemas industriais.

Quais cuidados são necessários para a instalação de resfriadores rotativos em uma planta industrial?

A instalação de resfriadores rotativos requer análise de layout, nivelamento preciso da base, alinhamento axial do equipamento e conexões adequadas com sistemas de alimentação e exaustão de ar. Também é importante prever acesso para manutenção e inspeção, além de integrar o controle de temperatura ao sistema de automação industrial. Seguir as instruções do fabricante e as normas vigentes evita falhas operacionais e prolonga a vida útil do equipamento.

Como escolher entre resfriador rotativo e outros tipos de resfriadores industriais?

A escolha entre resfriador rotativo e outros modelos, como de leito fluidizado ou trocadores de calor, depende da natureza do material processado, volume de produção, temperatura de operação e exigências de uniformidade no resfriamento. Resfriadores rotativos são indicados para materiais granulados, parcialmente úmidos ou abrasivos, em processos contínuos e de grande escala. Avaliar as características do processo e consultar especialistas é fundamental na decisão.

Quais materiais construtivos são utilizados na fabricação de resfriadores rotativos?

Os resfriadores rotativos são geralmente fabricados em aço carbono ou aço inoxidável, selecionados conforme a resistência à abrasão, à corrosão e à temperatura exigida pelo processo industrial. O material do revestimento interno também pode variar em função do produto processado, visando resistir à ação química ou ao desgaste mecânico. Empresas devem analisar a compatibilidade do material construtivo com suas aplicações para garantir desempenho e durabilidade.