Encontramos 2 fornecedores de Resfriadores para Transformadores

Rele - Materiais Elétricos

Fornece: Abraçadeira para Cabos, Acessórios para Cabos de Media Tensão, Acessórios para Cabos e Fios, Acessórios para Instalações Elétricas e mais outras 1167 categorias

Curitiba - PR
11-50 funcionários
Brasvolt Eletro Enrolamento Industria e Comercio

Fornece: Autotransformadores, Locação de Transformadores, Manutenção de Transformadores, Recuperação de Transformadores e mais outras 59 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que são resfriadores para transformadores e para que servem?

Resfriadores para transformadores são sistemas que auxiliam na dissipação do calor gerado durante o funcionamento desses equipamentos elétricos. Eles mantêm a temperatura interna controlada, aumentando a eficiência e a vida útil dos transformadores. Em ambientes industriais e empresas de energia, esse controle térmico é fundamental para evitar falhas e reduzir o risco de danos elétricos ou paradas imprevistas. Podem ser aplicados tanto em transformadores a óleo quanto em transformadores a seco de diferentes potências.

Quais os principais tipos de resfriadores disponíveis para transformadores?

Existem resfriadores a ar (radiadores), a óleo (trocadores de calor) e sistemas forçados com ventiladores. Os radiadores utilizam a circulação natural ou forçada de ar para remover o calor. Trocadores de calor óleo-água ou óleo-ar são empregados quando necessidades térmicas são maiores. A escolha do tipo depende do porte do transformador, condições ambientais e requisitos de desempenho, comum em empresas de energia, concessionárias e indústrias que operam equipamentos de grande potência.

Quais normas técnicas regulam resfriadores para transformadores?

Resfriadores para transformadores seguem normas técnicas de segurança e desempenho, como a NBR 5356 (ABNT), que trata sobre transformadores de potência, bem como normas internacionais como a IEC 60076. Essas normas estabelecem critérios de construção, testes e requisitos de eficiência térmica, garantindo qualidade e confiabilidade do equipamento em aplicações industriais e concessionárias de energia.

Como escolher o resfriador ideal para um transformador?

A seleção do resfriador ideal depende da potência do transformador, carga térmica gerada, ambiente de instalação e especificações do fabricante. Empresas e indústrias devem considerar fatores como eficiência de dissipação térmica, espaço físico disponível, facilidade de manutenção e compatibilidade com sistemas existentes. Consultar engenheiros elétricos qualificados ou fornecedores especializados é essencial para dimensionar corretamente o sistema de resfriamento.

Quais os cuidados essenciais na instalação de resfriadores para transformadores?

Na instalação de resfriadores para transformadores, é importante garantir fixação adequada, vedação correta para evitar vazamentos (em modelos a óleo) e conexão precisa de componentes. Além disso, deve-se respeitar os espaçamentos para circulação de ar ou acesso à manutenção. Instalação mal executada pode comprometer a eficiência térmica e a segurança operacional, especialmente em ambientes industriais e redes de distribuição elétrica.

Em quais setores é comum a aplicação de resfriadores para transformadores?

Resfriadores para transformadores são essenciais nos setores de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Também estão presentes em indústrias que operam máquinas de grande porte, siderúrgicas, empresas de mineração, petroquímicas e grandes centros comerciais. Seu uso visa garantir o desempenho seguro e contínuo dos transformadores, minimizando riscos de falhas relacionadas ao superaquecimento.

Qual a diferença entre resfriadores a ar e a óleo para transformadores?

Resfriadores a ar utilizam radiadores e normalmente dependem da circulação natural ou forçada de ar, sendo indicados para cargas térmicas moderadas e ambientes bem ventilados. Já os resfriadores a óleo envolvem a circulação de óleo isolante, que absorve e transfere calor com maior eficiência, recomendados para transformadores de maior potência e operações críticas. A escolha impacta no desempenho térmico e na confiabilidade do sistema elétrico.