Encontramos 3 fornecedores de Rebitadeiras de Rebites Cegos

Gesibrás - Indústria Brasileira de Rebites

Fornece: Rebites Estruturais, Arames Trefilados, Cortadores Manuais de Parafusos e Rebites, Rebites de Alumínio e mais outras 62 categorias

São Paulo - SP
51-100 funcionários
Gesibrás Rebites

Fornece: Rebites de Aço, Rebites de Repuxo, Rebites Metálicos, Rebitadeiras de Rebites Cegos e mais outras 20 categorias

São Paulo - SP
Âncora Sistemas de Fixação

Fornece: Elementos de Fixação, Distribuidor de Parafusos, Arames de Aço, Arames para Telas e mais outras 38 categorias

Vinhedo - SP

Perguntas Frequentes

O que são rebitadeiras de rebites cegos e para que servem?

Rebitadeiras de rebites cegos são ferramentas manuais, pneumáticas ou elétricas utilizadas para aplicar rebites cegos em chapas metálicas, plásticos ou outros materiais. Esse equipamento é amplamente empregado em setores industriais, montagem de estruturas metálicas, oficinas de fabricação e manutenção, viabilizando fixações rápidas e resistentes quando é impossível acessar o verso das peças. No mercado corporativo, atende empresas de manutenção, indústrias e distribuidores que fornecem soluções em fixação para seus clientes.

Quais são os principais tipos de rebitadeiras disponíveis no mercado?

As rebitadeiras podem ser classificadas em manuais, pneumáticas e elétricas. O modelo manual é indicado para pequenos volumes de trabalho e manutenção leve, sendo portátil e fácil de operar. As pneumáticas e elétricas são recomendadas para uso industrial, alta demanda e operações em linha de montagem, pois garantem maior produtividade, ergonomia e uniformidade na aplicação dos rebites. A escolha varia conforme o volume de uso e o ambiente de aplicação dentro da empresa.

Como escolher a rebitadeira ideal para uso na indústria?

A seleção da rebitadeira ideal deve considerar o tipo e o diâmetro dos rebites cegos a serem aplicados, o material das peças e o volume de trabalho. Para ambientes industriais, é recomendado avaliar máquinas pneumáticas ou elétricas, que oferecem maior repetibilidade e menos esforço ao operador. Também é importante verificar a compatibilidade com rebites de diferentes materiais, como alumínio, aço ou inox, e priorizar ferramentas robustas para uso contínuo.

Existem normas ou certificações para rebitadeiras utilizadas em ambientes corporativos?

Sim, algumas rebitadeiras utilizadas em processos industriais podem seguir normas técnicas, como a NR-12, que trata da segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. Além disso, ferramentas profissionais podem atender a padrões de desempenho e ergonomia estabelecidos por órgãos nacionais e internacionais. Empresas compradoras devem verificar se a rebitadeira atende aos requisitos internos de segurança e conformidade aplicáveis ao setor de atuação.

Quais setores normalmente utilizam rebitadeiras de rebites cegos?

Rebitadeiras de rebites cegos são amplamente utilizadas por indústrias metalúrgicas, automotivas, fabricantes de equipamentos, empresas do setor naval, construção civil e montagem de estruturas metálicas. Distribuidores que atendem esses mercados buscam equipamentos robustos para revenda, enquanto compradores finais – como empresas de manutenção industrial ou montadoras – usam essas ferramentas para fixações rápidas e seguras em suas operações.

Quais cuidados são recomendados durante o uso de rebitadeiras em ambientes de trabalho?

Durante o uso de rebitadeiras, recomenda-se sempre utilizar equipamentos de proteção individual, como óculos de segurança e luvas, para evitar lesões causadas por estilhaços ou partes móveis. Também é importante seguir as instruções do fabricante, realizar a manutenção preventiva do equipamento e garantir que o rebite aplicado seja compatível com o material da peça. Em operações industriais, treinar operadores reduz riscos de acidentes e garante maior eficiência.

Existe diferença entre rebitadeiras de uso profissional e doméstico?

Sim, rebitadeiras profissionais geralmente apresentam maior robustez, ergonomia aprimorada e podem ser pneumáticas ou elétricas para atender demandas intensas da indústria. Os modelos domésticos ou para pequenas manutenções costumam ser manuais, mais simples e adequados para volumes reduzidos de aplicação. Empresas e revendedores devem optar por equipamentos profissionais para garantir produtividade e durabilidade em ambientes de trabalho exigentes.