Encontramos 2 fornecedores de Reanimadores Manuais - AMBU

Novitaly - Produtos Hospitalares e Resgate

Fornece: Material Hospitalar, Material Odontológico, Seringas Descartáveis, Agulhas Hipodérmicas Descartáveis e mais outras 368 categorias

São Paulo - SP
1-10 funcionários
Mundi - Equipamentos Médicos

Fornece: Acessórios para Anestesia, Aparelhos de Ultrassom para Uso Médico, Aspiradores Cirúrgicos, Eletrocardiógrafos e mais outras 308 categorias

Ribeirão Preto - SP
Desde 2014
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são reanimadores manuais tipo AMBU e para que servem?

Reanimadores manuais tipo AMBU são dispositivos utilizados para fornecer ventilação artificial a pacientes em situações de emergência ou durante procedimentos hospitalares. Eles funcionam por meio de uma bolsa compressível conectada a uma válvula e máscara facial, permitindo controlar o fluxo de ar para o paciente. O uso é comum em ambientes hospitalares, clínicas, pronto-atendimentos e no transporte de pacientes, sendo fundamental para equipes de resgate e profissionais de saúde em casos de insuficiência respiratória aguda ou parada cardíaca.

Quais os principais tipos de reanimadores manuais disponíveis para uso profissional?

Existem reanimadores manuais fabricados em diferentes materiais, como silicone, PVC e látex livre, além de modelos descartáveis e reutilizáveis. Os tamanhos variam de acordo com o público: adulto, pediátrico ou neonatal. Modelos profissionais podem incluir reservatório de oxigênio, permitindo assistência ventilatória enriquecida. Ao escolher um modelo, empresas do setor de saúde devem considerar durabilidade do material e compatibilidade com acessórios, conforme perfil de atendimento e frequência de uso.

Como escolher entre reanimador manual reutilizável e descartável?

A escolha entre modelos reutilizáveis e descartáveis depende da política de biossegurança e da rotina operacional. Reutilizáveis, geralmente feitos de silicone, suportam limpeza e esterilização, sendo ideais para instituições que realizam múltiplos atendimentos. Descartáveis, fabricados em materiais plásticos, eliminam o risco de contaminação cruzada, sendo preferidos em situações de emergência ou transporte, onde a reposição rápida é uma vantagem, especialmente para revendedores e hospitais de grande porte.

Quais normas e certificações são exigidas para reanimadores manuais no Brasil?

No Brasil, reanimadores manuais devem seguir as exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para dispositivos médicos. Produtos de qualidade possuem registro no órgão e podem seguir normas técnicas internacionais como ISO 10651-4, que define requisitos de segurança e desempenho. Para empresas compradoras, a verificação dessas certificações é fundamental para garantir uso seguro e escolha adequada de fornecedores no mercado B2B.

Quais cuidados são necessários no uso e instalação de reanimadores manuais em ambientes hospitalares?

O uso seguro de reanimadores manuais requer treinamento adequado da equipe, verificação da integridade do equipamento e montagem correta dos componentes antes de cada atendimento. A máscara deve ser compatível com o tamanho do paciente e o dispositivo deve estar pronto para uso imediato em áreas de atendimento de urgência. Não há instalação fixa, mas recomenda-se armazenamento em locais de fácil acesso e inspeção regular para evitar falhas durante o uso.

Qual é a diferença entre reanimadores manuais de silicone e de PVC?

Reanimadores manuais de silicone oferecem maior durabilidade, resistência a processos repetidos de esterilização e podem ser reutilizados múltiplas vezes, tornando-se opção econômica para hospitais e clínicas com grande volume de atendimentos. Os modelos em PVC são geralmente descartáveis, mais leves e práticos para situações de emergência ou transporte. A escolha depende da política institucional, frequência de uso e necessidade de minimização de riscos de infecção.

Quais setores ou empresas utilizam reanimadores manuais tipo AMBU?

Reanimadores manuais são essenciais em hospitais, clínicas, postos de saúde, serviços de resgate, ambulâncias, centros de reabilitação e UTIs. Empresas fornecedoras e distribuidoras especializadas em produtos médicos também incluem esse item em seus catálogos para atender demandas de instituições públicas e privadas. Indústrias do setor hospitalar podem incorporar o produto como parte de equipamentos de suporte à vida, agregando valor à linha de soluções para cuidados intensivos.