Encontramos 1 fornecedores de Propionato de Amônia

Oxquim - Ingredientes e Aditivos

Fornece: Xilitol, Acessulfame K, Edulcorantes para a Indústria Alimentícia, Ácido Cítrico e mais outras 802 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que é propionato de amônia e para que serve na indústria?

Propionato de amônia é um sal derivado do ácido propiônico e amônia, utilizado principalmente como conservante na indústria alimentícia e agropecuária. Ele impede o crescimento de fungos e bactérias, sendo amplamente aplicado em rações animais e silagens para melhorar a conservação dos alimentos. Empresas do setor agroindustrial valorizam sua eficácia na preservação de grãos, forragens e outros insumos alimentares, reduzindo perdas por deterioração microbiológica e garantindo maior segurança alimentar.

Quais os principais setores que utilizam propionato de amônia em seus processos?

O propionato de amônia é empregado principalmente nos setores agropecuário, alimentício e químico. Na agropecuária, é adicionado a rações, silagens e forragens para evitar mofo e prolongar a vida útil dos insumos. Indústrias alimentícias também utilizam o produto em pães e derivados para controlar fungos. O setor químico pode usar o composto como reagente intermediário em determinados processos. Empresas que demandam segurança e qualidade em alimentos costumam adquirir o produto em grandes volumes.

Existem diferentes tipos ou graus de propionato de amônia disponíveis no mercado B2B?

No mercado, o propionato de amônia pode ser encontrado em diferentes graus de pureza, adequados à aplicação industrial ou agropecuária. Os graus destinados à alimentação animal e silagem seguem especificações rigorosas de pureza e ausência de contaminantes. Para setores industriais, as concentrações e formas de apresentação (pó ou solução líquida) podem variar de acordo com necessidades específicas de processamento. Fornecedores informam claramente as especificações técnicas e recomendações de uso.

Como negociar o fornecimento de propionato de amônia para grandes volumes?

A negociação de propionato de amônia em volumes industriais envolve contato direto com fabricantes ou distribuidores especializados. Empresas revendedoras e compradoras finais costumam realizar cotações considerando quantidade, frequência de fornecimento e condições logísticas. É importante checar disponibilidade de laudos técnicos e documentações. Contratos de fornecimento recorrente são comuns em mercados agropecuários e alimentícios, garantindo preço competitivo e regularidade no abastecimento.

Quais normas regulam o uso de propionato de amônia na alimentação animal?

No Brasil, o uso de propionato de amônia em alimentação animal deve seguir as normativas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Estas regulamentações estabelecem limites de dosagem seguros para inclusão em rações e silagens, bem como requisitos de rotulagem e documentação técnica. O fornecedor deve garantir que o produto esteja em conformidade com as exigências legais vigentes.

Qual a diferença entre propionato de amônia e outros conservantes para ração animal?

O propionato de amônia destaca-se por sua eficácia específica contra fungos e bactérias em ambientes úmidos, como silagens e forragens. Em comparação a outros conservantes, como propionato de cálcio ou sódio, apresenta perfil de solubilidade diferenciado e pode ser preferido em determinadas formulações. A escolha entre os conservantes depende da matéria-prima da ração, umidade, finalidade, e custo-benefício, sendo recomendável consultar um especialista para otimizar a preservação dos insumos.

Existe restrição ou precaução no manuseio de propionato de amônia em ambientes industriais?

O manuseio de propionato de amônia deve ser feito conforme orientações de segurança fornecidas na ficha de informações de segurança de produtos químicos (FISPQ). Recomenda-se o uso de equipamentos de proteção individual, como luvas e óculos, além de acondicionamento em local seco e arejado para evitar reações indesejadas. Treinamento da equipe quanto ao uso correto do produto auxilia na prevenção de acidentes e mantém o ambiente produtivo seguro.