Encontramos 4 fornecedores de Porta-Eletrodos

Delta Plus

Fornece: Equipamentos de Proteção em Altura | EPI, Equipamentos de Proteção Individual Hospitalares - EPI, Antirrespingo de Solda, Eletrodos para Solda e mais outras 355 categorias

São Paulo - SP
101-500 funcionários
Rs - Acessórios Industriais

Fornece: Rolamentos Industriais, Rolamentos Axiais, Rolamentos de Esferas, Rolamentos de Rolos Cônicos e mais outras 379 categorias

São Paulo - SP
Desde 2018
11-50 funcionários
Soldasul - Epis, Ferramentas e Suprimentos Industriais

Fornece: Avental de Raspa de Couro, Luvas de Raspa de Couro, Mangotes para Soldadores, Mangotes de Raspa de Couro e mais outras 375 categorias

Porto Alegre - RS
Solgim - Solda e Metais

Fornece: Eletrodos, Porta-Eletrodos, Shunt - Derivador de Corrente, Barramentos Elétricos e mais outras 62 categorias

Atibaia - SP

Perguntas Frequentes

O que é um porta-eletrodos e para que serve em operações de soldagem?

Porta-eletrodos são dispositivos utilizados para segurar e conduzir o eletrodo durante o processo de solda elétrica. Eles são essenciais para garantir uma conexão elétrica segura entre o cabo de soldagem e o eletrodo, facilitando o trabalho do soldador. Seu uso é indispensável em oficinas, indústrias metalúrgicas, empresas de manutenção e montagem, bem como em linhas de produção que dependem de processos de união por soldagem.

Quais são os principais tipos de porta-eletrodos disponíveis no mercado?

Existem diversos modelos de porta-eletrodos, variando principalmente pela capacidade de corrente suportada, formatos de empunhadura e sistemas de fixação do eletrodo. Os tipos mais comuns atendem correntes de 200A, 300A e 500A, diferenciando-se pelo uso em aplicações leves ou industriais. Empresas compradoras devem avaliar a compatibilidade do modelo com seus equipamentos de soldagem e o perfil das operações para garantir eficiência e segurança.

Quais setores industriais mais utilizam porta-eletrodos?

Porta-eletrodos são amplamente empregados nos setores metalúrgico, automotivo, construção civil, manutenção industrial e em empresas dedicadas à fabricação ou reparo de estruturas metálicas. Eles também são essenciais em empresas de montagem industrial, serralherias e oficinas que realizam soldagens regulares, seja para produção, manutenção ou recuperação de componentes metálicos.

Como escolher o porta-eletrodos adequado para minha operação?

A seleção do porta-eletrodos deve considerar a corrente máxima utilizada, o tipo de eletrodo empregado e o ambiente de trabalho. Modelos de maior capacidade são indicados para indústrias que trabalham com solda de alto desempenho. É importante garantir compatibilidade com o cabo e máquinas disponíveis, além de priorizar dispositivos com certificações quando exigidas por normativas técnicas ou contratos corporativos.

Existem normas técnicas para fabricação e uso de porta-eletrodos?

Sim, os porta-eletrodos utilizados em ambiente industrial devem seguir normas técnicas, como a NBR 11948, que define critérios de segurança e desempenho para acessórios de soldagem. Empresas B2B devem certificar-se de que os produtos atendem a essas especificações, assegurando qualidade, durabilidade e redução de riscos durante a operação, principalmente em setores sujeitos a auditorias ou exigências de conformidade.

Qual a diferença entre porta-eletrodos de cobre e de latão?

A principal diferença entre modelos de cobre e latão está na condução elétrica e na durabilidade. Porta-eletrodos de cobre oferecem maior condutividade, o que reduz o aquecimento e aumenta a eficiência, sendo recomendados para aplicações industriais intensas. Já os feitos de latão têm menor condutividade, são mais acessíveis e indicados para operações menos exigentes. A escolha depende do volume de trabalho e das necessidades da empresa.

Quais cuidados devem ser tomados na instalação do porta-eletrodos?

Durante a instalação, é fundamental garantir o correto encaixe do cabo de solda e a fixação segura do porta-eletrodos, evitando folgas que comprometem o funcionamento. Recomenda-se seguir as orientações do fabricante e utilizar ferramentas adequadas para evitar danos ao equipamento. Empresas devem treinar operadores para manuseio seguro, minimizando riscos de acidentes e falhas no processo de soldagem.