Encontramos 22 fornecedores de Plano de Saúde Empresarial

Sercos Seguros - Corretora de Seguros

Fornece: Corretora de Seguros, Corretora de Resseguros, Plano de Saúde Empresarial, Plano de Saúde Individual e mais outras 179 categorias

Salvador - BA
11-50 funcionários
Zl Brasil - Corretora de Seguros - São Paulo

Fornece: Corretora de Seguros, Plano de Saúde Empresarial, Plano de Saúde Individual, Plano de Saúde por Adesão e mais outras 163 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários

Exibindo 21 a 22 de 22 fornecedores

Perguntas Frequentes

O que caracteriza um plano de saúde empresarial?

Um plano de saúde empresarial é um serviço contratado por empresas para fornecer assistência médica, hospitalar e ambulatorial aos seus colaboradores, podendo incluir dependentes. Sua principal característica é permitir que organizações ofereçam benefícios de saúde coletiva, geralmente com condições diferenciadas em relação a planos individuais. Empresas de diferentes portes utilizam essa solução para valorizar a equipe ou cumprir exigências do mercado, trabalhando diretamente com operadoras ou via corretoras especializadas.

Quais são os principais tipos de planos de saúde empresariais disponíveis?

Os planos de saúde empresariais podem ser divididos por tipo de contratação (adesão obrigatória, facultativa, coparticipação) e pelo porte da empresa, como planos PME (pequenas e médias empresas) ou empresariais para grandes grupos. Também variam conforme a rede credenciada: nacional, regional ou segmentada por especialidades. Empresas podem optar por cobertura completa (ambulatorial + hospitalar com obstetrícia) ou modelos básicos, ajustando o contrato à necessidade dos colaboradores e do negócio.

Empresas podem personalizar a cobertura do plano de saúde empresarial?

Sim, a personalização da cobertura é possível nos contratos empresariais. As empresas podem negociar pacotes com diferentes níveis de rede hospitalar, incluir ou excluir serviços como odontologia, acomodação em enfermaria ou apartamento, além de adicionais como programas de prevenção e check-ups periódicos. Essa flexibilidade permite adequar o benefício ao perfil dos funcionários e ao orçamento corporativo, otimizando a relação custo-benefício para a operação.

Existe número mínimo de vidas para contratar um plano de saúde empresarial?

Em geral, sim: planos empresariais tradicionalmente exigem quantidade mínima de participantes, chamada “vidas”, que pode variar conforme a operadora. Para PMEs, a partir de 2 ou 3 vidas já é possível contratar, enquanto planos para grandes empresas podem demandar grupos maiores. É importante consultar as condições específicas das operadoras, pois a quantidade influencia regras de aceitação e negociação das coberturas.

Quais segmentos de empresas costumam contratar planos de saúde empresariais?

Planos de saúde empresariais são comuns em empresas de todos os segmentos: indústrias, serviços, tecnologia, saúde, comércio, logística, construção civil, entre outros. O benefício é valorizado tanto por grandes corporações quanto por pequenas empresas que buscam atrair e reter profissionais. Em segmentos com maior exposição a riscos ocupacionais, o plano de saúde é frequentemente incluído como parte da responsabilidade corporativa.

Quais normas regulam os planos de saúde empresariais no Brasil?

Os planos de saúde empresariais são regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), conforme a Lei nº 9.656/98. A ANS define as coberturas mínimas obrigatórias, questões de carências, reajustes e direitos dos beneficiários. Empresas e operadoras devem seguir as determinações da agência, prezando pela transparência e pela conformidade legal em todos os contratos e procedimentos relacionados ao benefício.

Como funciona a coparticipação em planos de saúde empresariais?

Na modalidade coparticipativa, os funcionários arcam com parte do custo de procedimentos realizados, como consultas, exames ou internações. O percentual ou valor fixo é estabelecido em contrato entre empresa e operadora. Isso permite à organização manter o benefício a custos mais acessíveis, podendo incentivar o uso consciente dos serviços de saúde. É importante analisar cada contrato para compreender limites de cobrança e regras específicas de coparticipação.