Encontramos 3 fornecedores de Parafina Histológica
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Fornece: Ácido Acético, Ácido Acético Glacial, Ácido Ascórbico, Ácido Cítrico e mais outras 852 categorias
Fornece: Ácido Acético, Ácido Acético Glacial, Ácido Ascórbico, Ácido Cítrico e mais outras 917 categorias
Fornece: Ácido Crômico, Ácido Bórico, Formol, Xilol PA e mais outras 226 categorias
Perguntas Frequentes
O que é a parafina histológica e para que ela é utilizada em laboratórios?
A parafina histológica é um composto à base de hidrocarbonetos que serve como meio de inclusão e proteção de amostras de tecidos em procedimentos laboratoriais de histologia. Em empresas do setor de diagnóstico, laboratórios de pesquisa e hospitais, é usada para impregnar amostras após desidratação, permitindo cortes finos para análise microscópica. O uso garante conservação das estruturas celulares e precisão nos exames anatomo-patológicos, etapa essencial no processamento de biópsias e pesquisas biomédicas.
Quais são os principais tipos de parafina histológica disponíveis no mercado?
Existem diferentes tipos de parafina utilizadas em histologia, variando principalmente no ponto de fusão e na pureza. Parafinas com pontos de fusão entre 54 °C e 58 °C são as mais comuns, pois facilitam a inclusão e o corte dos tecidos. Algumas versões contêm aditivos para maior elasticidade ou aderência, favorecendo setores que precisam de amostras extremamente finas. Laboratórios e fornecedores corporativos costumam escolher conforme as demandas técnicas de seus equipamentos e processos analíticos.
Empresas revendedoras de insumos laboratoriais podem comercializar parafina histológica em grandes volumes?
Sim, revendedores, atacadistas e distribuidores especializados frequentemente manejam volumes elevados de parafina histológica para atender laboratórios, clínicas e hospitais. A negociação em grandes quantidades geralmente envolve condições específicas de entrega e embalagem, para garantir a integridade do produto. Empresas compradoras finais também demandam lotes regulares, especialmente em cadeias de laboratórios de diagnóstico ou instituições de pesquisa biomédica com alta produtividade.
Parafina histológica possui certificações ou normas técnicas específicas para o setor de saúde?
A parafina usada em histologia deve atender padrões rigorosos de pureza e qualidade, muitas vezes seguindo normas técnicas nacionais e/ou internacionais, como as vigentes para insumos laboratoriais médicos. É fundamental que o produto esteja isento de contaminantes e informações do lote estejam registradas para rastreabilidade. Hospitais, laboratórios credenciados e indústrias de kits de análise devem atentar-se a fornecedores que cumpram regulamentações da Anvisa e padrões de biossegurança.
Qual a diferença entre parafina histológica pura e parafina com aditivos?
A parafina histológica pura não possui modificações químicas ou acréscimo de compostos, sendo indicada para procedimentos padrão. Já a parafina com aditivos pode incluir agentes plastificantes que conferem maior flexibilidade e aderência aos cortes histológicos, facilitando análises em micrótomos automáticos de alta precisão. Laboratórios e empresas do setor biomédico escolhem o tipo conforme a demanda das suas análises e equipamentos disponíveis.
Quais setores empresariais utilizam parafina histológica regularmente?
O uso da parafina histológica é recorrente em laboratórios de análises clínicas, hospitais, institutos de pesquisa biomédica e universidades com cursos de medicina ou biociências. Além do setor da saúde, empresas que desenvolvem kits para diagnóstico e distribuidores de insumos laboratoriais também consomem volumes significativos deste produto, consolidando sua importância no abastecimento do mercado corporativo de análises e diagnósticos.
Existe algum cuidado especial na utilização da parafina histológica nos processos de produção?
Ao utilizar parafina histológica, é importante manter controle rigoroso da temperatura durante o derretimento e inclusão de amostras, evitando degradação do material e artefatos nas lâminas. Equipamentos como banhos-maria e micrótomos precisam ser compatíveis com as características da parafina utilizada. Empresas do setor laboratorial devem instruir seus técnicos quanto a procedimentos padronizados para garantir qualidade e reprodutibilidade nos resultados das análises.