Encontramos 5 fornecedores de Óleo Vegetal para Alimentos Processados

Grupo Olfar - Alimento e Energia

Fornece: Óleos Vegetais, Produtor de Óleos Vegetais, Soja em Grãos, Soja para Exportação e mais outras 83 categorias

Erechim - RS
Ballon Essences

Fornece: Essências para Aromaterapia, Essências para Sabonetes, Óleo de Limão Siciliano, Óleo de Hortelã Pimenta e mais outras 291 categorias

Barra Bonita - SP
Desde 2017
1-10 funcionários
Veris - Óleos Vegetais

Fornece: Óleo de Amêndoa Doce, Óleo de Avelã, Óleo de Baru, Óleo de Castanha do Pará e mais outras 102 categorias

Vinhedo - SP
a.Azevedo - Óleos Vegetais e Derivados

Fornece: Óleo de Mamona Desidratado e Polimerizado, Óleo de Mamona Hidrogenado, Óleo de Mamona Oxidado, Óleo de Mamona e mais outras 219 categorias

São Paulo - SP
101-500 funcionários
Ybi Brazil - Óleos Essenciais

Fornece: Óleos Naturais, Óleo de Palmiste Orgânico, Extratos Glicerinados, Extratos Glicólicos e mais outras 984 categorias

Vinhedo - SP
Desde 2007
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é óleo vegetal para alimentos processados e para que ele serve?

Óleo vegetal para alimentos processados é um produto extraído de fontes vegetais como soja, milho, girassol ou canola, destinado ao uso em indústrias alimentícias na preparação e conservação de alimentos. Ele serve como insumo fundamental em frituras industriais, preparação de margarinas, maioneses, snacks, entre outros alimentos processados, conferindo textura, sabor e estabilidade ao produto final. É escolhido por suas características técnicas como ponto de fumaça, sabor neutro e vida útil adequada ao processamento em larga escala.

Quais são os principais tipos de óleo vegetal utilizados em alimentos processados?

Os principais tipos incluem óleo de soja, óleo de milho, óleo de girassol, óleo de palma e óleo de canola. Cada variedade possui características físicas e químicas distintas, como níveis de gordura saturada, índices de estabilidade térmica e sabor neutro ou mais pronunciado. A escolha do tipo adequado depende do processo de produção, da expectativa de vida útil do alimento e do perfil nutricional que a empresa deseja oferecer aos seus clientes.

Existem normas ou certificações obrigatórias para óleo vegetal destinado à indústria de alimentos?

Sim, no Brasil, o óleo vegetal destinado à indústria alimentícia deve seguir as normas estabelecidas pela ANVISA e pelo Ministério da Agricultura, que regulam padrões de pureza, rotulagem e segurança alimentar. Certificações como ISO 22000 (gestão da segurança de alimentos) e FSSC 22000 são valorizadas no segmento industrial, demonstrando compromisso com controle de qualidade e rastreabilidade. A conformidade garante a aceitação do produto em mercados que exigem rigorosos padrões de segurança alimentar.

Qual a diferença entre óleo vegetal refinado e não refinado para uso em indústria alimentícia?

Óleo vegetal refinado passa por processos de purificação que removem impurezas, odores e sabores, resultando em um produto com sabor mais neutro e maior estabilidade térmica – ideal para a preparação de alimentos processados. Já o não refinado mantém características naturais, incluindo sabor e cor, mas possui menor resistência ao calor e prazo de validade reduzido. Indústrias alimentícias normalmente optam pelo óleo refinado para garantir qualidade uniforme e maior vida útil dos produtos.

Como é feita a aquisição de óleo vegetal para empresas revendedoras e distribuidores?

Empresas revendedoras e distribuidores compram óleo vegetal em grandes volumes diretamente de fabricantes ou refinarias, geralmente armazenado em tanques, tambores ou galões industriais. Esse processo envolve negociações baseadas em quantidade, frequência de entrega e parâmetros de qualidade exigidos pelo mercado. Os revendedores então abastecem mercados regionais, atendendo tanto pequenos negócios quanto grandes indústrias com diferentes demandas de embalagem e periodicidade.

Quais setores da indústria utilizam óleo vegetal em seus processos produtivos?

Setores como a indústria de alimentos processados, panificação, confeitaria, laticínios e produção de snacks são grandes consumidores de óleo vegetal. Além disso, fábricas de molhos, margarinas, conservas e produtos congelados também utilizam esse insumo em larga escala. O óleo vegetal contribui tanto para atributos sensoriais quanto para propriedades funcionais nos processos industriais dessas empresas.

Quais critérios técnicos devem ser considerados ao escolher óleo vegetal para processamento de alimentos?

Na seleção, é necessário avaliar características como grau de refinamento, composição em ácidos graxos, ponto de fumaça, estabilidade oxidativa e sabor. Empresas do setor alimentício priorizam óleos com baixo teor de gorduras saturadas e alto rendimento térmico, além de compatibilidade com processos industriais específicos. O suporte técnico do fornecedor e garantias documentais sobre padrões de qualidade também são fatores essenciais para a escolha correta.