Encontramos 4 fornecedores de Óleo de Amendoim Bruto Alimentício

Sr. Ouro Verde

Fornece: Óleo de Abacate, Ácido Graxo de Babaçu, Óleo de Amendoim Bruto, Óleo de Babaçu Bruto e mais outras 108 categorias

Almirante Tamandaré - PR
1-10 funcionários
Agrofoods - Esmagamento de Grãos

Fornece: Ingredientes para a Indústria Alimentícia, Óleo de Soja Refinado, Óleo de Palmiste, Óleo de Palma Refinado e mais outras 197 categorias

São Paulo - SP
Passiflora Óleos - Matérias-Primas para Cosméticos

Fornece: Óleo de Abacate, Óleo de Coco Extra Virgem, Azeite de Oliva, Óleo de Capim-Limão e mais outras 442 categorias

Catanduva - SP
Campestre Óleos Vegetais

Fornece: Gordura Vegetal, Óleos Vegetais, Sebo Bovino Alimentício, Óleo de Abacate e mais outras 169 categorias

São Bernardo do Campo - SP

Perguntas Frequentes

O que é óleo de amendoim bruto alimentício e para que serve?

Óleo de amendoim bruto alimentício é extraído diretamente dos grãos de amendoim por prensagem ou extração, sem processos de refino. Destina-se principalmente a uso industrial e culinário, sendo utilizado como insumo em processos alimentícios, produção de margarina, maioneses e aplicação na culinária para frituras ou preparo de alimentos. Sua composição rica em ácidos graxos monoinsaturados também pode ser aproveitada em linhas produtivas de alimentos integrais e produtos naturais.

Quais empresas utilizam óleo de amendoim bruto alimentício em seus processos?

O óleo de amendoim bruto alimentício é empregado principalmente por indústrias alimentícias, fábricas de condimentos, produtores de alimentos processados, além de panificadoras e estabelecimentos que precisam de óleo não refinado para manipulação em larga escala. Revendedores e distribuidores do segmento alimentício também adquirem este produto em grandes volumes para suprir demanda de clientes corporativos e industriais.

Quais as diferenças entre óleo de amendoim bruto e óleo de amendoim refinado?

O óleo de amendoim bruto alimentício não passa por processos de refino, mantendo sabor, cor e nutrientes originais, porém pode conter resíduos naturais da extração. Já o óleo refinado é submetido a filtragem e remoção de impurezas, tornando-o mais claro, com sabor neutro e maior estabilidade ao calor, sendo indicado para frituras profundas. Empresas devem escolher o tipo conforme a aplicação industrial ou culinária desejada.

Existe alguma regulamentação para comercialização de óleo de amendoim bruto alimentício?

No Brasil, a produção e comercialização do óleo de amendoim bruto alimentício seguem normas estabelecidas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que define padrões de qualidade, rotulagem e segurança alimentar. Indústrias e distribuidores devem garantir a procedência da matéria-prima e o atendimento aos parâmetros microbiológicos e físico-químicos adequados para o segmento alimentício.

Qual é a diferença entre óleo de amendoim bruto prensado a frio e extraído a quente?

O óleo de amendoim bruto prensado a frio é obtido sem aquecimento excessivo dos grãos, preservando melhor os nutrientes e o sabor natural do amendoim. Já o óleo extraído a quente passa por temperaturas elevadas, o que aumenta o rendimento, mas pode alterar características sensoriais e nutricionais. Indústrias alimentícias escolhem a técnica conforme necessidade de aroma e aplicação no produto final.

Quais setores industriais mais consomem óleo de amendoim bruto alimentício?

Os principais setores consumidores de óleo de amendoim bruto alimentício incluem indústria de alimentos processados, fabricantes de molhos e condimentos, panificação, além de estabelecimentos voltados à produção de alimentos saudáveis e integrais. O produto também pode ser comprado em grandes volumes por distribuidores que abastecem o segmento food service e revendas especializadas.

O óleo de amendoim bruto alimentício pode causar alergias?

Sim, o óleo de amendoim bruto alimentício contém proteínas residuais que podem provocar reações alérgicas em pessoas sensíveis ao amendoim. Empresas do ramo alimentício, indústrias e distribuidores devem garantir rotulagem clara e práticas seguras para evitar contaminação cruzada. É fundamental que compradores corporativos avaliem a procedência do produto, reduzindo riscos à saúde de consumidores finais.