Encontramos 3 fornecedores de Oleína de Soja

Bianchini - Processamento de Soja

Fornece: Farelo de Soja, Oleína de Soja, Óleo de Soja Degomado, Glicerina Loira e mais outras 48 categorias

Porto Alegre - RS
Ybi Brazil - Óleos Essenciais

Fornece: Óleos Naturais, Óleo de Palmiste Orgânico, Extratos Glicerinados, Extratos Glicólicos e mais outras 984 categorias

Vinhedo - SP
Desde 2007
1-10 funcionários
a&D Química

Fornece: Óleo de Chia, Extratores de Óleos Vegetais, Óleo de Abacate, Óleo de Abacaxi e mais outras 728 categorias

Arujá - SP
Desde 2018
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é oleína de soja e para que serve na indústria?

Oleína de soja é a fração líquida do óleo de soja obtida no processo de desodorização e fracionamento. Na indústria, é usada principalmente como insumo na fabricação de lubrificantes, cosméticos, detergentes, tintas, adesivos e rações animais. Empresas do setor alimentício também utilizam a oleína de soja em frituras profundas e na produção de margarinas e gorduras vegetais. Suas propriedades emulsionantes e estabilidade a altas temperaturas são valorizadas em diversas aplicações industriais.

Quais empresas costumam comprar oleína de soja no mercado B2B?

Empresas alimentícias, fabricantes de produtos químicos, indústrias cosméticas e de higiene pessoal frequentemente adquirem oleína de soja em grandes volumes para incorporar em seus processos produtivos. Distribuidores e atacadistas abastecem revendas e transformadores menores. Além disso, fabricantes de rações animais e de lubrificantes buscam esse insumo para desenvolvimento de seus produtos, dada sua versatilidade funcional e abundância no mercado nacional.

Quais são as principais diferenças entre oleína de soja e óleo de soja convencional?

A principal diferença é que a oleína de soja corresponde à fração líquida do óleo após um processo de fracionamento, apresentando maior estabilidade em baixas temperaturas e menor ponto de fusão. Já o óleo de soja convencional é utilizado amplamente na alimentação, com propriedades menos específicas para aplicações industriais. A oleína é preferida em industriais que exigem melhor fluidez e desempenho funcional, especialmente fora do segmento alimentício.

Existem certificações ou padrões de qualidade para a oleína de soja?

Sim, a comercialização da oleína de soja segue regulamentos técnicos de agências nacionais, principalmente a ANVISA e o Ministério da Agricultura, Abrangendo limites para impurezas, acidez e parâmetros físico-químicos. Para exportação, podem ser exigidas certificações internacionais de pureza e ausência de organismos geneticamente modificados (non-GMO), conforme demanda de mercados externos. Empresas B2B devem sempre checar conformidade dessas normas ao negociar com fornecedores.

Quais são os cuidados recomendados para armazenar oleína de soja em escala industrial?

Armazenar oleína de soja requer tanques limpos, resistentes à corrosão e protegidos da luz para evitar oxidação e alterações de qualidade. A temperatura do local deve ser controlada para evitar a solidificação parcial do produto, com tanques preferencialmente equipados com sistemas de aquecimento e agitação suave. Manter a oleína livre de contaminantes garante sua integridade para aplicações industriais sensíveis, como lubrificantes e cosméticos.

Quais setores industriais utilizam oleína de soja como matéria-prima?

Setores como alimentício, químico, cosmético, farmacêutico, oleoquímico, pecuário e de produção de biocombustíveis destacam-se no consumo de oleína de soja. Ela serve como base em formulações de margarinas, sabonetes, detergentes industriais, aditivos oleosos, além de reforçar formulações de rações e lubrificantes biodegradáveis. Sua aplicação é favorecida pelo preço competitivo e disponibilidade no mercado nacional.

Qual é o perfil de revenda e distribuição para oleína de soja no setor B2B?

O mercado de revenda de oleína de soja abrange distribuidores, atacadistas e representantes comerciais especializados, que negociam volumes a granel ou fracionados para pequenos transformadores e outras indústrias. O relacionamento direto com fabricantes permite melhores condições comerciais, fornecimento estável e flexibilidade de entrega, essencial para empresas que dependem deste insumo no processo produtivo ou comercialização recorrente para sua carteira de clientes.