Encontramos 4 fornecedores de Miúdos de Suinos

Ft Food - Proteínas e Lácteos

Fornece: Composto Lácteo em Pó, Leite em Pó Industrial, Leite em Pó Integral, Leite em Pó sem Lactose e mais outras 188 categorias

Guarulhos - SP
1-10 funcionários
Santo Antônio - Frigorífico e Comércio de Proteínas

Fornece: Cortes de Carne Suína, Frios e Embutidos, Salsicha de Frango, Frios e Embutidos Defumados e mais outras 133 categorias

Curitiba - PR
Frigorífico Bizinelli

Fornece: Cortes de Carne Suína, Embutidos Curados, Miúdos de Suinos, Frios e Embutidos Defumados e mais outras 109 categorias

Curitiba - PR
Palmali - Suínos e Aves

Fornece: Cortes de Carne Suína, Cortes de Suino Salgados, Carne Suína para Exportação, Banha de Porco e mais outras 49 categorias

Maringá - PR

Perguntas Frequentes

O que são miúdos de suínos e quais suas principais utilizações?

Miúdos de suínos são partes comestíveis do porco além da carne tradicional, incluindo fígado, coração, rins, língua, pulmões e outros órgãos internos. Muito utilizados na culinária, esses itens servem como ingredientes de pratos típicos e embutidos. No setor alimentício, empresas processadoras empregam miúdos de suínos na produção de alimentos industrializados, enquanto revendedores e distribuidores os comercializam em volumes destinados a açougues, empórios e companhias de food service.

Quais tipos de miúdos de suínos podem ser encontrados no mercado?

No mercado brasileiro, os principais miúdos de suínos disponíveis são: fígado, coração, rins, pulmões, língua, tripas e bochechas. Cada item possui características específicas de aplicação culinária ou industrial, variando de acordo com a demanda de empresas compradoras, processadoras de alimentos ou estabelecimentos especializados. Alguns são entregues inteiros, outros já limpos ou cortados, facilitando a adaptação aos diferentes processos produtivos.

Existem normas ou certificações para comercialização de miúdos de suínos?

Sim, a comercialização de miúdos de suínos segue normas sanitárias estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Os produtos devem ser inspecionados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) ou equivalente estadual, garantindo segurança alimentar e rastreabilidade. Empresas do setor alimentício precisam adquirir miúdos certificados, conforme a legislação vigente, especialmente ao atuar nos segmentos de alimentação coletiva, industrialização ou revenda.

Qual a diferença entre miúdos de suínos frescos e congelados?

Os miúdos de suínos frescos são comercializados logo após o abate, mantendo sabor e textura naturais, ideais para serviços de alimentação e produção de embutidos artesanais. Já os congelados passam por processos de resfriamento rápido, ampliando a durabilidade e facilitando o transporte por maiores distâncias. Indústrias e distribuidores costumam optar pelos congelados em função da logística, armazenamento e disponibilidade mais estável.

Como as empresas podem adquirir miúdos de suínos em grandes volumes?

Empresas interessadas em miúdos de suínos em escala atacadista normalmente negociam diretamente com frigoríficos, abatedouros ou distribuidores especializados. É comum a compra sob demanda, ajustando volumes conforme a sazonalidade e programação produtiva. Negociações envolvem condições de entrega, padrões sanitários e especificações técnicas, atendendo tanto ao setor de revenda quanto à alimentação institucional ou indústria de processados.

Para quais setores os miúdos de suínos são recomendados?

Os miúdos de suínos atendem principalmente setores alimentícios como indústrias de processamento de carnes, empresas de catering, restaurantes, churrascarias, açougues, supermercados e distribuidores de alimentos. Indústrias utilizam esses insumos na formulação de embutidos, patês e produtos derivados. Já as empresas de food service exploram os miúdos para preparação de receitas típicas, aproveitando o seu valor nutricional e versatilidade culinária.

Quais cuidados devem ser observados ao processar miúdos de suínos?

O processamento de miúdos de suínos requer rigor em higiene e manipulação para evitar contaminações. É fundamental seguir protocolos definidos pelos órgãos sanitários, garantindo limpeza contínua do ambiente, equipamentos e embalagens apropriadas. Em indústrias, o controle de temperatura e inspeção visual são etapas críticas. O treinamento da equipe e a rastreabilidade de origem asseguram qualidade e conformidade, tanto para revendedores como para empresas processadoras.