Encontramos 1 fornecedores de Misturador a Vácuo para Laboratório

Eirich Brasil

Fornece: Máquinas e Equipamentos para a Indústria de Fertilizantes, Máquinas e Equipamentos para a Indústria Cerâmica, Máquinas e Equipamentos para a Indústria de Cacau e Chocolates, Máquinas e Equipamentos para a Indústria de Mineração e mais outras 192 categorias

Jandira - SP

Perguntas Frequentes

Para que serve o misturador a vácuo para laboratório e em quais processos ele é utilizado?

O misturador a vácuo para laboratório serve para homogeneizar substâncias, removendo bolhas de ar durante a mistura de líquidos, pastas ou pós. Essa tecnologia é essencial em setores como farmacêutico, químico, alimentício e cosmético, onde a presença de ar pode comprometer análises, formulações e o resultado final do produto. É utilizado tanto em pesquisa quanto em pequenas produções industriais, garantindo misturas mais uniformes e reprodutíveis.

Quais são os principais tipos de misturador a vácuo encontrados no mercado?

Existem modelos de misturador a vácuo fixos, portáteis e de bancada, variando em volume e potência, com opções que incluem controles programáveis e diferentes geometrias de hélice ou rotor. Alguns equipamentos oferecem ajuste digital de velocidade e níveis de vácuo, adequando-se tanto a pequenas amostras quanto a lotes-piloto. A escolha depende do perfil da amostra, viscosidade dos materiais e da escala do laboratório ou da aplicação industrial.

Qual a diferença entre o misturador a vácuo e misturadores convencionais?

A principal diferença é que o misturador a vácuo permite a remoção do ar presente na amostra durante o processo de mistura, evitando bolhas, oxidação e separação de fases. Enquanto misturadores convencionais são adequados para tarefas simples, o uso do vácuo proporciona maior homogeneidade e qualidade, especialmente em formulações sensíveis, como cremes, géis, suspensões químicas e produtos alimentícios de alto padrão.

Quais setores industriais costumam utilizar misturadores a vácuo em seus laboratórios?

Setores como farmacêutico, químico, cosmético, alimentício, cerâmico e de materiais avançados utilizam misturadores a vácuo em seus laboratórios de pesquisa e controle de qualidade. Também são empregados por fabricantes de tintas, adesivos e polímeros, onde a ausência de ar é crítica para a estabilidade das formulações. Empresas que desenvolvem produtos de alto valor agregado priorizam o uso desse equipamento para garantir reprodutibilidade e desempenho adequado.

Como deve ser feita a instalação do misturador a vácuo para laboratório?

A instalação do misturador a vácuo requer ambiente livre de poeira, superfície nivelada e acesso a energia elétrica compatível com as especificações do modelo. Alguns equipamentos exigem conexão a um sistema externo de geração de vácuo ou bomba dedicada. Recomenda-se seguir fielmente o manual técnico, realizar teste de estanqueidade no acoplamento do recipiente e estabelecer rotinas regulares de calibração dos controles e medidores.

Existem normas técnicas específicas para misturadores a vácuo utilizados em laboratórios?

Sim, o uso de misturadores a vácuo em ambientes laboratoriais pode estar sujeito a normas como a ABNT NBR ISO/IEC 17025 para laboratórios de ensaio e calibração, além de diretrizes de segurança elétrica e controle de contaminação. Dependendo da aplicação (por exemplo, farmacêutica), pode ser necessário cumprir boas práticas laboratoriais (BPL) e requisitos de validação de equipamentos, seguindo regulamentos nacionais e internacionais aplicáveis ao setor.

Quais cuidados são necessários na operação e limpeza de um misturador a vácuo?

Durante a operação, é importante evitar sobrecarga do recipiente e garantir que as vedações estejam íntegras para manter o vácuo adequado. Após o uso, o equipamento deve ser despressurizado com cuidado e limpo imediatamente, evitando resíduos que possam comprometer futuras amostras. Utilizar detergentes compatíveis com os materiais internos e realizar inspeções periódicas nos componentes de vedação e mecanismos de acionamento aumentam a durabilidade do equipamento.