Encontramos 2 fornecedores de Massas Alimentícias sem Glúten

Urbano Alimentos

Fornece: Arroz para Risoto, Arroz Branco, Farinha de Arroz, Feijão Carioca e mais outras 182 categorias

Jaraguá do Sul - SC
Bassam Brasil - Comércio Exterior e Produtores Alimentícios

Fornece: Produtos para Mercadinhos, Agente de Importação e Exportação, Biscoito Champagne, Biscoito de Polvilho Doce e mais outras 432 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que caracteriza as massas alimentícias sem glúten e para quem elas são indicadas?

Massas alimentícias sem glúten são produtos feitos sem trigo, centeio, cevada ou seus derivados, sendo apropriadas para pessoas com doença celíaca, sensibilidade ao glúten ou empresas que buscam opções para cardápios restritivos em restaurantes, hospitais e escolas. Geralmente utilizam farinhas de arroz, milho ou quinoa em sua composição, preservando sabor e textura similares às tradicionais, mas garantindo segurança alimentar em ambientes que exigem controle rigoroso de alergênicos.

Quais são os principais tipos de massas sem glúten disponíveis no mercado B2B?

No segmento B2B, os principais tipos incluem espaguete, penne, fusilli, lasanha e talharim sem glúten, além de massas para pastel, pizza e ravioli adaptadas. Fornecedores oferecem versões em diferentes cortes e composições, atendendo tanto demandas de restaurantes, cozinhas industriais quanto de distribuidores e revendas. É comum encontrar opções enriquecidas com vegetais ou leguminosas para maior valor nutricional, ampliando o leque de aplicações corporativas.

Existem normas ou certificações específicas para massas alimentícias sem glúten?

Sim, há rigorosos padrões para rotulagem e produção de massas sem glúten. Conforme a legislação brasileira, produtos rotulados como “sem glúten” não podem ultrapassar 20 ppm (partes por milhão) de glúten. Certificações específicas, como o selo da Associação dos Celíacos do Brasil (ACELBRA), indicam controle rigoroso durante a fabricação. Empresas do setor alimentício devem garantir rastreabilidade e evitar contaminação cruzada para atender mercados institucionais e compradores profissionais.

Como as empresas podem incorporar massas sem glúten em cardápios coletivos e industriais?

Empresas podem adicionar massas sem glúten em cardápios de refeitórios, restaurantes corporativos, escolas ou hospitais para atender públicos com restrições alimentares. É importante selecionar fornecedores com capacidade de entrega em grandes volumes e que garantam ausência de contaminação cruzada. Na indústria alimentícia, essas massas podem ser utilizadas como insumo em pratos prontos ou linhas de alimentação saudável, diversificando as opções para clientes finais ou revenda.

Quais cuidados devem ser observados ao adquirir massas sem glúten para revenda?

Para revenda, é fundamental verificar a procedência do produto, informações claras no rótulo e validade. Atacadistas e distribuidores devem priorizar fabricantes que sigam boas práticas de fabricação e controle de qualidade, além de garantir estoques adequados para atender a demanda de diferentes pontos de venda. A rastreabilidade e o atendimento de normas sanitárias são diferenciais que reforçam a confiança junto a estabelecimentos compradores.

Qual a diferença entre massas sem glúten feitas à base de arroz e à base de milho?

Massas produzidas com farinha de arroz costumam apresentar cor mais clara, sabor neutro e textura próxima à das massas tradicionais. As de milho, por sua vez, são ligeiramente mais amareladas e têm sabor mais marcante, além de serem naturalmente ricas em fibras. A escolha entre os tipos depende do perfil do consumidor final, da aplicação culinária e das preferências dos estabelecimentos atendidos pelo canal B2B ou pelo food service.

Quais setores empresariais mais consomem massas sem glúten no Brasil?

Setores como alimentação coletiva (refeitórios empresariais, escolas, hospitais), food service (restaurantes, pizzarias, padarias) e redes de varejo são grandes consumidores de massas sem glúten. Distribuidores especializados em produtos especiais também abastecem lojas naturais e empórios. A demanda está ligada à busca por cardápios inclusivos, visando atender públicos com restrições alimentares ou que optam por alternativas livres de glúten em refeições institucionais e comerciais.