Encontramos 7 fornecedores de Maltodextrina para Alimentos Processados
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Fornece: Xilitol, Acessulfame K, Edulcorantes para a Indústria Alimentícia, Ácido Cítrico e mais outras 802 categorias
Fornece: Alimentos sem Glúten, Bebidas Prontas, Farinha de Arroz, Alimentos Veganos e mais outras 135 categorias
Fornece: Açúcar Cristal, Açúcar VHP, Produtos Químicos para a Indústria Sucroalcooleira, Produtos Químicos e mais outras 295 categorias
Fornece: Lecitina de Soja Líquida, Ingredientes para a Indústria de Panificação e Biscoitos, Insumos para a Fabricação de Cerveja, Ingredientes para a Indústria Alimentícia e mais outras 140 categorias
Fornece: Amido Pré-Gelatinizado, Polvilho Azedo, Misturas para Pão de Queijo, Aromas para a Indústria Alimentícia e mais outras 74 categorias
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Fornece: Ácido Hialurônico, Ácido Ascórbico, Ácido Benzóico, Ácido Cítrico e mais outras 275 categorias
Fornece: Ácido Cítrico, Citrato de Sódio, Ingredientes para a Indústria Alimentícia, Açúcar Cristal e mais outras 227 categorias
Perguntas Frequentes
O que é maltodextrina para alimentos processados e qual sua função?
Maltodextrina para alimentos processados é um carboidrato obtido a partir de amido, amplamente utilizado pela indústria alimentícia como espessante, agente de volume ou estabilizante. Sua função principal é melhorar a textura, solubilidade e palatabilidade dos produtos prontos, além de facilitar processos como mistura e dissolução de ingredientes em bebidas, alimentos instantâneos, doces e produtos lácteos. Empresas e indústrias utilizam esse ingrediente para padronizar receitas e otimizar linhas de produção.
Quais são os principais tipos de maltodextrina disponíveis para indústrias alimentícias?
No mercado, a maltodextrina pode variar conforme a matéria-prima de origem (milho, mandioca, batata) e o grau de hidrólise, determinado pelo dextrose equivalente (DE). Produtos com DE mais baixo apresentam menor doçura e maior peso molecular, enquanto DE mais alto resulta em maior doçura e solubilidade. Indústrias alimentícias selecionam o tipo conforme a aplicação, considerando características desejadas na textura ou no sabor do alimento processado.
A maltodextrina para alimentos processados atende a normas específicas no Brasil?
Sim, a maltodextrina utilizada em alimentos processados deve seguir regulamentações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) quanto à pureza, origem da matéria-prima e ausência de contaminantes. Além disso, é importante verificar se o fornecedor cumpre padrões internacionais de qualidade, como certificações ISO ou FSSC 22000, relevantes para indústrias que buscam exportar ou manter processos auditados em sua cadeia de suprimentos alimentícios.
Como a maltodextrina é incorporada em processos industriais de produção de alimentos?
A incorporação da maltodextrina em processos industriais ocorre durante a formulação dos produtos, principalmente em pó ou soluções líquidas. Sua solubilidade facilita a mistura com outros ingredientes em grandes volumes, permitindo o uso em equipamentos de homogeneização e sistemas contínuos. Indústrias de laticínios, bebidas, confeitaria e preparados instantâneos frequentemente integram esse insumo para estabilizar formulações ou melhorar a textura final do produto.
Em quais segmentos alimentícios a maltodextrina é mais utilizada?
A maltodextrina é especialmente empregada em segmentos como bebidas em pó, produtos lácteos, molhos, temperos industrializados, panificação e doces. Empresas compradoras finais desses setores buscam o insumo para ajustar viscosidade, evitar cristalização de açúcares ou facilitar a dispersão de outros componentes. A versatilidade desse ingrediente permite atender a diferentes perfis de clientes, tanto distribuidores quanto indústrias de processamento de alimentos.
Qual o impacto da maltodextrina no valor nutricional dos alimentos processados?
Maltodextrina é um carboidrato de rápida absorção, podendo aumentar o valor energético dos alimentos processados. Não possui sabor marcante ou valor proteico significativo, mas contribui para calorias totais do produto final. Empresas do setor alimentício devem considerar sua inclusão nas tabelas nutricionais exigidas por norma, informando o teor de carboidratos ao consumidor e adequando o produto ao perfil nutricional desejado para cada linha.
Há diferenças entre maltodextrina de milho e de mandioca para uso industrial?
Sim, existem diferenças na origem da matéria-prima: a maltodextrina de milho é mais comum e apresenta perfil neutro de sabor, enquanto a de mandioca é livre de glúten e pode ser preferida por fabricantes voltados a linhas especiais ou mercados com restrições alimentares. A escolha depende dos requisitos do produto final, dos padrões de rotulagem e da aceitação nos principais mercados atendidos pela empresa compradora ou distribuidora.