Encontramos 4 fornecedores de Luvas Automotivas
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Fornece: Amortecedores de Borracha, Coxins, Abraçadeira Revestida com Borracha, Luvas Automotivas e mais outras 31 categorias
Fornece: Botinas de Segurança, Botinas de Couro, Coturnos Masculinos, Coturnos Femininos e mais outras 477 categorias
Fornece: Vassouras para Limpeza Doméstica, Esponjas de Limpeza, Luvas Automotivas, Panos de Limpeza e mais outras 60 categorias
Fornece: Molduras Automotivas, Peças e Componentes para a Indústria Automotiva, Juntas Automotivas, Luvas Automotivas e mais outras 98 categorias
Perguntas Frequentes
O que são luvas automotivas e para que servem em ambientes corporativos?
Luvas automotivas são equipamentos de proteção usados em processos industriais, oficinas e linhas de produção automotiva para proteger as mãos de agentes químicos, cortes, abrasão e sujeira. Elas são essenciais na montagem de veículos, manutenção mecânica e inspeção de peças, atendendo empresas compradoras finais, montadoras e fornecedores do setor automotivo. Seu uso reduz riscos de acidentes e contaminação, contribuindo para a segurança dos funcionários e o cumprimento de normas de segurança ocupacional.
Quais são os principais tipos de luvas automotivas disponíveis no mercado?
Os principais tipos incluem luvas de látex, nitrílica, vinil, couro, malha metálica e algodão. Cada material atende demandas específicas: as de látex são indicadas para contato químico leve; nitrílica, para óleos e solventes; couro, em serviços pesados e solda; metálicas, para proteção contra cortes profundos; e algodão, em atividades de limpeza leve ou acabamento. Empresas, oficinas ou indústrias escolhem o tipo de acordo com o risco e a aplicação desejada.
Existem normas técnicas ou certificações exigidas para luvas usadas na indústria automotiva?
Sim, algumas luvas automotivas devem seguir normas como a ABNT NBR ISO 374 para resistência química, ou ABNT NBR ISO 13997 para resistência a cortes, quando aplicável. Além disso, a certificação do Ministério do Trabalho (C.A. – Certificado de Aprovação) é necessária para EPI comercializado no Brasil. Empresas devem sempre conferir esses requisitos ao adquirir luvas para ambientes industriais e garantir a segurança dos trabalhadores.
Como escolher a luva automotiva mais adequada para diferentes processos industriais?
Para escolher a luva ideal, é preciso avaliar os riscos presentes, como exposição a agentes químicos, risco de corte, abrasão ou necessidade de destreza manual. Indústrias e oficinas devem considerar a compatibilidade do material da luva com o produto manipulado, tamanho apropriado para o usuário e exigências regulamentares do setor. Consultar o fornecedor sobre especificações técnicas e indicações de uso também é uma prática recomendada no ambiente corporativo.
Quais setores e empresas costumam comprar luvas automotivas em grande volume?
Montadoras de veículos, autopeças, oficinas mecânicas e empresas de manutenção automotiva são os principais compradores em grande volume. Além desses, distribuidores e atacadistas revendem o produto para pequenos prestadores de serviço e varejistas especializados no segmento automotivo. A demanda é recorrente devido ao uso intensivo em processos que exigem proteção das mãos e cumprimento de normas de segurança.
Quais diferenças existem entre luvas automotivas de látex e nitrílica?
Luvas de látex são flexíveis, oferecem boa sensibilidade tátil e são indicadas para proteção contra contaminantes leves, mas não resistem bem a solventes ou óleos, e podem causar alergia em usuários sensíveis. Luvas nitrílicas suportam melhor produtos químicos, óleo e graxa, além de terem maior resistência a rasgos e furos, sendo ideais para ambientes industriais automotivos onde há manipulação constante de líquidos agressivos.
Como deve ser realizado o descarte de luvas automotivas após o uso nas empresas?
O descarte de luvas automotivas deve respeitar as normas de resíduos industriais. Luvas contaminadas por óleos, solventes ou produtos químicos devem ser separadas como resíduos perigosos, destinando-se à coleta especializada. Empresas devem orientar funcionários para o uso de coletores adequados e garantir a destinação correta, evitando contaminação ambiental e cumprindo exigências de segurança referentes ao descarte de Equipamentos de Proteção Individual.