Encontramos 2 fornecedores de Lavadoras Ultrassônicas

Schuster Comércio de Equipamentos Odontológicos

Fornece: Equipamentos Odontológicos, Motores de Suspensão para Odontologia, Material Odontológico, Compressores para Uso Odontológico e mais outras 55 categorias

Santa Maria - RS
Baumer - Produtos Médicos e Hospitalares

Fornece: Próteses Ortopedicas, Fixadores Externos de Próteses, Implantes Odontológicos, Mesas Cirúrgicas e mais outras 103 categorias

Mogi-Mirim - SP

Perguntas Frequentes

O que é uma lavadora ultrassônica e para quais aplicações corporativas ela é indicada?

Lavadora ultrassônica é um equipamento que utiliza ondas sonoras de alta frequência em um líquido para promover a limpeza profunda de peças e instrumentos. No ambiente corporativo, é empregada em setores como laboratórios, indústrias metalúrgicas, oficinas de precisão, clínicas odontológicas e hospitais. Seu uso permite a remoção eficaz de resíduos microscópicos, graxa e impurezas em objetos delicados ou com geometrias complexas, garantindo padrões de higiene e conservação necessários nos processos industriais e na área da saúde.

Quais são os principais tipos de lavadoras ultrassônicas disponíveis no mercado?

Os tipos mais comuns de lavadoras ultrassônicas variam em capacidade de tanque, potência dos transdutores e recursos adicionais como aquecimento ou timer programável. Existem modelos de pequeno porte, adequados para clínicas e laboratórios, e modelos industriais de grande capacidade, ideais para limpar lotes de peças em linhas de produção. A escolha do tipo depende do volume de objetos, grau de sujidade e requisitos do processo corporativo.

Como funciona o processo de limpeza em uma lavadora ultrassônica?

O funcionamento da lavadora ultrassônica se baseia na emissão de ondas ultrassônicas que geram microbolhas no líquido de limpeza. O fenômeno, chamado de cavitação, faz com que essas bolhas implodam e soltem partículas de sujidade das superfícies, inclusive de cavidades e áreas de difícil acesso. Esse método assegura limpeza homogênea sem danificar os itens, sendo eficiente para peças metálicas, instrumentos cirúrgicos, componentes eletrônicos e mais.

Existe alguma norma técnica ou certificação para lavadoras ultrassônicas no Brasil?

No Brasil, lavadoras ultrassônicas utilizadas em ambientes hospitalares ou laboratoriais podem estar sujeitas a regulamentações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), especialmente para equipamentos destinados à limpeza de instrumentos médicos. Além disso, algumas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) podem abordar critérios gerais de segurança elétrica e desempenho, conforme a aplicação do equipamento.

Quais cuidados devem ser observados para a instalação correta de uma lavadora ultrassônica?

A instalação adequada de uma lavadora ultrassônica envolve posicionamento em superfície nivelada, alimentação elétrica compatível e acesso fácil para troca de líquidos. É importante prever sistemas de drenagem para o descarte do fluido usado e ventilação adequada para dissipação de calor, especialmente em ambientes industriais com alto volume de operação. Seguir as recomendações do fabricante é fundamental para evitar falhas e manter a performance do equipamento.

Quais setores industriais mais utilizam lavadoras ultrassônicas no Brasil?

Setores como metalurgia, indústrias automotiva e aeroespacial, fabricantes de componentes eletrônicos, laboratórios de análises clínicas e hospitais são grandes utilizadores de lavadoras ultrassônicas. Estes equipamentos atendem à necessidade de limpeza detalhada, remoção de resíduos e contaminações, fundamental para garantir qualidade, precisão e segurança em processos industriais e médicos.

Quais são as diferenças entre lavadoras ultrassônicas digitais e analógicas?

Lavadoras ultrassônicas digitais oferecem controle preciso de tempo, temperatura e frequência por meio de painéis eletrônicos, permitindo ajustes finos para diferentes tipos de itens. Já os modelos analógicos utilizam controles manuais, como botões giratórios, e são geralmente mais simples e robustos. Empresas devem escolher entre elas conforme o nível de automação desejado, tipo de aplicação e demanda operacional.