Encontramos 3 fornecedores de Laringoscópios

Mobraz Saúde e Bem Estar

Fornece: Acessórios Ergonômicos | Prevenção de LER, Apoio Ergonômico para Costas, Apoio de Pulso para Mouse, Apoio Ergonômico para Pés e mais outras 352 categorias

Curitiba - PR
1-10 funcionários
Mundi - Equipamentos Médicos

Fornece: Acessórios para Anestesia, Aparelhos de Ultrassom para Uso Médico, Aspiradores Cirúrgicos, Eletrocardiógrafos e mais outras 308 categorias

Ribeirão Preto - SP
Desde 2014
11-50 funcionários
Br Dantai - Materiais Médico Hospitalares e Medicamentos

Fornece: Distribuidor de Medicamentos , Entregas Rápidas de Medicamentos, Medicamentos Fitoterápicos, Medicamentos Genéricos e mais outras 1316 categorias

Aparecida de Goiânia - GO
Desde 2009
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são laringoscópios e para que servem em ambientes hospitalares?

Laringoscópios são instrumentos utilizados principalmente para visualização da laringe e auxílio na intubação traqueal de pacientes. Em hospitais, clínicas e ambientes de emergência, facilitam o acesso às vias aéreas durante procedimentos anestésicos ou situações de socorro avançado. Empresas do setor de saúde costumam adquirir laringoscópios para equipar centros cirúrgicos, pronto-atendimentos e UTIs, garantindo segurança e eficiência no suporte à respiração de pacientes críticos ou em procedimentos complexos.

Quais são os principais tipos de laringoscópios disponíveis no mercado?

Existem dois tipos principais de laringoscópios: os convencionais (também chamados de diretos) e os vídeo-laringoscópios. Os convencionais possuem lâminas metálicas, acionadas manualmente, enquanto os vídeo-laringoscópios incorporam uma câmera que transmite imagens em tempo real para um monitor, facilitando a visualização das vias aéreas. A escolha depende das necessidades do serviço médico, treinamento da equipe e investimento disponível para equipamentos de ponta.

Quais normas ou certificações são exigidas para laringoscópios em hospitais e clínicas?

No mercado brasileiro, laringoscópios precisam obedecer às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Equipamentos médicos geralmente exigem registro e podem seguir padrões internacionais de qualidade, como as normas ISO referentes a dispositivos médicos. É fundamental verificar se o fornecedor mantém a documentação regulamentar em dia, já que a rastreabilidade e a conformidade com as normas impactam diretamente a segurança do paciente e a validade das licitações hospitalares.

Como escolher entre lâminas curvas e retas para laringoscópios?

As lâminas curvas (como a Macintosh) são preferidas para a maioria dos adultos, proporcionando melhor exposição das cordas vocais. Já as lâminas retas (como a Miller) são usadas em crianças, neonatos e em situações específicas onde há pequenas dimensões de via aérea ou anatomia difícil. A seleção depende do perfil dos pacientes atendidos e da experiência da equipe médica envolvida nos procedimentos de intubação.

Que cuidados devem ser tomados na limpeza e esterilização dos laringoscópios?

A limpeza e esterilização dos laringoscópios são essenciais para evitar infecções cruzadas em ambientes hospitalares. Lâminas e alças devem ser descontaminadas segundo as recomendações do fabricante e protocolos de biossegurança. Em muitos casos, o uso de materiais autoclaváveis facilita esse processo. É importante que hospitais e clínicas estabeleçam rotinas padronizadas de desinfecção, utilizando soluções e métodos compatíveis com o equipamento.

Quais setores do mercado costumam demandar laringoscópios com maior frequência?

Laringoscópios são requeridos principalmente por hospitais, clínicas de anestesia, serviços de atendimento pré-hospitalar, centros de terapia intensiva e laboratórios de ensino médico. Empresas que atuam como revendedoras e distribuidoras suprem a demanda de setores de saúde público e privado. Também podem ser adquiridos por indústrias fabricantes de kits de emergência ou simulação clínica para treinamento em ambientes acadêmicos.

Qual é a diferença entre laringoscópios reutilizáveis e descartáveis no ambiente hospitalar?

Laringoscópios reutilizáveis são feitos de materiais como aço inoxidável e podem ser esterilizados várias vezes, oferecendo durabilidade e economia a longo prazo. Já os descartáveis, fabricados em plástico ou polímeros, são utilizados uma única vez, reduzindo risco de contaminação cruzada. A escolha entre os modelos deve considerar o volume de procedimentos, as políticas de biossegurança da instituição e a logística de reprocessamento dos materiais.