Encontramos 4 fornecedores de Insensibilizadores de Suino
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Fornece: Calibração de Balanças, Calibração de Medidores de Densidade, Calibração de Instrumentos de Medição, Conserto de Placas Eletrônicas e mais outras 65 categorias
Fornece: Equipamentos para Frigoríficos, Embutideiras Pneumáticas, Centrífugas para Limpeza de Buchos, Lavadores de Botas Automáticos e mais outras 80 categorias
Fornece: Carregadores para Baterias Tracionárias, Fontes de Alimentação Chaveadas, Monitoramento Remoto, Monitores de Tensão e mais outras 53 categorias
Fornece: Insensibilizadores de Bovino, Pistolas de Ar Comprimido, Folhas de Serra, Esterilizadores de Serras e mais outras 108 categorias
Perguntas Frequentes
O que são insensibilizadores de suíno e para que servem?
Insensibilizadores de suíno são equipamentos utilizados em frigoríficos e abatedouros para garantir o atordoamento eficiente dos animais antes do abate, visando o bem-estar animal e a conformidade com normas sanitárias. O processo garante que o suíno esteja inconsciente, reduzindo o estresse e o sofrimento, além de facilitar procedimentos operacionais. Empresas compradoras finais e indústrias utilizam esses equipamentos para adequar suas operações às exigências de órgãos reguladores e padrões internacionais de qualidade na produção de proteína animal.
Quais são os principais tipos de insensibilizadores de suíno disponíveis?
Os insensibilizadores de suíno mais comuns incluem modelos elétricos, de dióxido de carbono (CO₂) e, em menor escala, pneumáticos. O insensibilizador elétrico atua por meio de corrente elétrica aplicada de forma controlada, já o sistema de CO₂ utiliza a exposição ao gás para induzir a perda de consciência. Cada tipo é indicado de acordo com a escala da operação e critérios técnicos específicos do frigorífico ou abatedouro.
Existem normas ou certificações obrigatórias para insensibilizadores de suíno no Brasil?
Sim, insensibilizadores de suíno utilizados em estabelecimentos brasileiros devem atender às normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), especialmente a Instrução Normativa Nº 3, que define procedimentos para o bem-estar animal no abate. Equipamentos também precisam estar em conformidade com regras de segurança elétrica (quando aplicável) e especificações técnicas de desempenho, para garantir eficiência e legalidade nas operações industriais ou comerciais.
Como escolher o insensibilizador de suíno mais adequado para o meu estabelecimento?
A seleção do insensibilizador de suíno adequado depende do porte do abatedouro, do fluxo de animais, das exigências legais e do método preferido de atordoamento. Empresas devem considerar capacidade de processamento do equipamento, facilidade de limpeza, disponibilidade de assistência técnica e compatibilidade com as normas vigentes. Consultar fornecedores especializados permite definir o modelo mais eficiente e adequado à rotina operacional corporativa.
Quais cuidados devem ser tomados na instalação dos insensibilizadores de suíno?
A instalação de insensibilizadores de suíno deve seguir rigorosos padrões de segurança, incluindo aterramento elétrico nos modelos eletrificados e boa ventilação para equipamentos à base de CO₂. É fundamental realizar a montagem conforme as orientações do fabricante, incluindo a calibração dos parâmetros de operação. Treinar operadores e realizar testes preventivos garantem a eficácia do equipamento e a proteção dos funcionários.
Quais setores costumam adquirir insensibilizadores de suíno?
O principal mercado para insensibilizadores de suíno inclui frigoríficos, abatedouros industriais e cooperativas de produtores de carne suína. Distribuidores e revendedores também adquirem esses equipamentos para atendimento a empresas do setor agroindustrial. Indústrias alimentícias integradas e fornecedores de tecnologia para processamento de proteína animal demandam soluções compatíveis com grande volume de operação e alta exigência sanitária.
Qual a diferença entre insensibilizadores elétricos e de CO₂ para suínos?
Insensibilizadores elétricos realizam o atordoamento aplicando uma corrente elétrica, enquanto os equipamentos de CO₂ expõem os suínos a atmosferas controladas com alta concentração do gás. Os modelos elétricos são mais comuns em estabelecimentos de pequeno e médio porte, devido ao menor custo inicial e manutenção simplificada. Já o método de CO₂ é preferencial para operações em escala industrial, pela maior capacidade e redução no manuseio dos animais durante o processo.