Encontramos 2 fornecedores de Goniômetros para Ortopedia
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Fornece: Componentes para Automação Pneumática, Consultoria de Marketing, Laboratórios e Serviços de Controle da Qualidade, Calibração de Balanças e mais outras 1169 categorias
Fornece: Goniômetros, Lapiseiras para Brindes, Réguas, Réguas Escolares e mais outras 62 categorias
Perguntas Frequentes
O que são goniômetros para ortopedia e para que servem?
Goniômetros para ortopedia são instrumentos utilizados para medir os ângulos de movimento das articulações durante avaliações clínicas. Eles auxiliam profissionais de saúde, como fisioterapeutas e ortopedistas, no acompanhamento da amplitude articular, diagnóstico de limitações e evolução de tratamentos em pacientes. No mercado corporativo, hospitais, clínicas e centros de reabilitação utilizam goniômetros rotineiramente para avaliações precisas, documentação de resultados e elaboração de programas de reabilitação funcional.
Quais são os principais tipos de goniômetros utilizados em ortopedia?
Os tipos mais comuns incluem os goniômetros universais, feitos geralmente de plástico ou metal, que apresentam braços móveis e escala em graus. Existem ainda modelos digitais, que oferecem leitura eletrônica precisa, e goniômetros de dedos específicos para articulações menores. A escolha depende do segmento corporal a ser avaliado e da necessidade de precisão. Para clínicas e hospitais, modelos digitais são recomendados pela facilidade de leitura e registro em prontuários eletrônicos.
Existe alguma norma técnica ou certificação obrigatória para goniômetros ortopédicos?
No Brasil, goniômetros para ortopedia devem seguir as orientações gerais da Anvisa para produtos médicos, garantindo segurança e precisão. Embora não haja uma norma técnica exclusiva para goniômetros, é fundamental que o produto possua registro ou notificação junto à Anvisa. Empresas do setor de saúde devem priorizar fornecedores que atendam a esses requisitos, assegurando conformidade legal e confiabilidade nas medições realizadas em pacientes.
Quais cuidados devem ser tomados na escolha de goniômetros para empresas de saúde?
Empresas de saúde, como hospitais e clínicas, devem considerar fatores como material de fabricação (metal, plástico ou digital), durabilidade, fácil desinfecção e precisão. É importante também avaliar a clareza da escala de medição e a robustez do produto para uso frequente. Optar por fornecedores que fornecem garantia e suporte técnico pode ser diferencial para garantir a correta utilização e integridade dos equipamentos nos processos clínicos.
Quais são os materiais mais comuns na fabricação de goniômetros ortopédicos e suas vantagens?
Goniômetros ortopédicos são geralmente fabricados em plástico transparente, alumínio ou aço inox. Plásticos são leves, fáceis de transportar e transparentes para melhor visualização durante a medição. Metais, como alumínio e aço inox, oferecem maior resistência e durabilidade, ideais para ambientes com uso intensivo. Modelos digitais podem possuir componentes eletrônicos e corpo em plástico rígido, sendo recomendados para registros eletrônicos de dados. A escolha depende do perfil de uso e contexto profissional.
Em quais setores corporativos há maior demanda por goniômetros para ortopedia?
A demanda por goniômetros ortopédicos é predominante em hospitais, clínicas de fisioterapia, centros de reabilitação e consultórios de ortopedia. Empresas do setor de equipamentos médicos e distribuidores também buscam o produto para revenda. Instituições de ensino e pesquisa em saúde utilizam goniômetros para avaliações científicas e treinamento acadêmico. O fornecimento em maior escala é indicado para redes hospitalares, clínicas com múltiplas unidades e distribuidores atacadistas do segmento médico-hospitalar.
Como funciona a calibração e manutenção dos goniômetros ortopédicos?
Embora não possuam sistemas eletrônicos complexos, os goniômetros ortopédicos exigem verificação periódica da precisão das escalas e do alinhamento dos braços móveis. Recomenda-se limpeza regular conforme instruções do fabricante, utilizando desinfetantes compatíveis. Empresas e clínicas devem examinar os instrumentos periodicamente para evitar desgaste, rachaduras ou desalinhamento, substituindo itens danificados para manter a precisão das medições e evitar falhas em avaliações clínicas.