Encontramos 4 fornecedores de Glucose Desidratada Alimentícia
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Fornece: Xilitol, Acessulfame K, Edulcorantes para a Indústria Alimentícia, Ácido Cítrico e mais outras 802 categorias
Fornece: Ácido Cítrico, Citrato de Sódio, Ingredientes para a Indústria Alimentícia, Açúcar Cristal e mais outras 227 categorias
Fornece: Produtos Químicos, Ácido Acético, Ácido Ascórbico, Ácido Cítrico e mais outras 301 categorias
Fornece: Ingredientes para a Indústria Alimentícia, Ingredientes Desidratados para Food Service, Ingredientes Desidratados para a Indústria de Alimentos, Ingredientes para a Indústria de Bebidas e mais outras 320 categorias
Perguntas Frequentes
O que é a glucose desidratada alimentícia e para que ela é utilizada?
Glucose desidratada alimentícia é um carboidrato obtido principalmente do amido de milho, que passa por processos de hidrólise e desidratação, formando um pó solúvel utilizado na indústria alimentícia. Ela atua como fonte de energia, agente de volume e adoçante em produtos como bebidas, biscoitos, balas e panificação. Empresas do setor alimentício adotam esse insumo por sua versatilidade em fórmulas, estabilidade e facilidade de manuseio em processos industriais.
Quais são as principais variações ou tipos de glucose desidratada disponíveis no mercado?
Existem diferentes versões de glucose desidratada, com variações no teor de pureza, granulometria e dextrose equivalente (DE), que indica o grau de conversão do amido em açúcar. Os principais tipos atendem a demandas da indústria alimentícia, conferindo diferentes níveis de dulçor, solubilidade e propriedades tecnológicas a produtos como confeitos, sorvetes e xaropes. Os fabricantes especificam esses parâmetros para que empresas possam selecionar o tipo mais adequado ao seu processo produtivo.
Quais cuidados são necessários para armazenar glucose desidratada alimentícia em escala industrial?
A glucose desidratada deve ser armazenada em local seco, arejado e protegido da luz solar direta para evitar absorção de umidade e endurecimento do produto. Ambientes controlados, com temperatura estável, preservam as propriedades físico-químicas do pó. Empresas industriais e grandes consumidores devem atentar-se à estocagem paletizada e à rotação adequada do estoque, garantindo integridade e qualidade no uso do insumo ao longo do tempo.
Para quais segmentos industriais a glucose desidratada alimentícia é mais indicada?
A glucose desidratada alimentícia é amplamente empregada em indústrias alimentícias, especialmente nos setores de confeitaria, panificação, bebidas não alcoólicas, laticínios e produtos dietéticos. Empresas fabricantes de balas, doces, cereais matinais e sorvetes utilizam o insumo por sua capacidade de contribuir com doçura, textura e prolongamento de validade. Outros ramos, como farmacêutico e nutracêutico, também utilizam em formulações de suplementos.
Existe alguma certificação ou norma obrigatória para o uso de glucose desidratada alimentícia?
A glucose desidratada alimentícia destinada ao mercado brasileiro deve atender às normas sanitárias da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) quanto à pureza, composição e ausência de contaminantes. Para exportação ou uso em processos industriais internacionais, pode ser exigida a certificação HACCP ou aprovação em normas específicas do país de destino. Empresas devem conferir se o fornecedor cumpre todos os requisitos regulatórios pertinentes.
Qual a diferença entre glucose desidratada, dextrose e outros açúcares usados na indústria?
Glucose desidratada refere-se ao pó obtido por desidratação de xaropes de glicose, já a dextrose é uma forma de glicose de alta pureza, geralmente cristalizada. Enquanto ambos oferecem dulçor e energia, a dextrose tem absorção mais rápida pelo organismo. Produtos como sacarose (açúcar comum) e frutose apresentam outras características e aplicações na indústria. A escolha depende do resultado desejado quanto a doçura, textura e função tecnológica.
Como empresas compradoras podem avaliar fornecedores de glucose desidratada alimentícia?
Empresas devem considerar a reputação do fornecedor, histórico de atendimento no segmento B2B, conformidade com normas sanitárias e documentação técnica do produto. Análise de lotes, rapidez na entrega e volumes mínimos também são fatores importantes na negociação. A parceria com distribuidores que ofereçam suporte técnico e rastreabilidade assegura qualidade e previsibilidade no abastecimento para operações de alimentos, bebidas e demais segmentos industriais.