Encontramos 5 fornecedores de Freio a Ar para Ônibus

Meritor do Brasil Sistemas Automotivos

Fornece: Eixos Automotivos, Eixos de Transmissão, Freios a Ar, Cilindros de Freios Automotivos e mais outras 19 categorias

Osasco - SP
Quinelato Indústria e Comércio

Fornece: Fabricante de Autopeças, Peças para Freios, Freios a Ar, Componentes para Freios Automotivos e mais outras 20 categorias

Monte Alto - SP
Delbrake Freios - Indústria de Componentes para Freio

Fornece: Componentes para Freios Automotivos, Controles de Freio, Freios a Ar, Mangueiras para Fluídos de Freio e mais outras 45 categorias

Londrina - PR
Freios Farj

Fornece: Fabricante de Autopeças, Componentes para Freios Automotivos, Freios a Ar, Freios Automotivos e mais outras 21 categorias

Carapicuíba - SP
King Tech - Autopeças Remanufaturadas

Fornece: Motores de Arranque, Alternadores, Catracas de Freio, Componentes para Catracas de Freios e mais outras 112 categorias

Mesquita - RJ
Desde 2020
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é o freio a ar para ônibus e para que ele serve?

O freio a ar para ônibus é um sistema de frenagem que utiliza ar comprimido para acionar os freios das rodas, proporcionando maior eficiência e segurança em veículos de grande porte. Esse tipo de sistema é padrão em ônibus urbanos, rodoviários e veículos pesados devido à sua durabilidade e resposta rápida. Por operar com pressão de ar, o freio consegue distribuir a força de frenagem de maneira mais uniforme, assegurando desempenho consistente em operações intensivas.

Quais são os principais tipos de freio a ar utilizados em ônibus?

Os principais tipos de freio a ar em ônibus incluem freios a tambor e freios a disco, ambos acionados pneumaticamente. O freio a tambor é mais comum por seu custo-benefício e manutenção simplificada, enquanto o freio a disco oferece maior precisão e resposta, sendo cada vez mais adotado em veículos modernos. A escolha do tipo depende do perfil operacional, peso do ônibus e exigências das empresas operadoras.

Quais empresas costumam adquirir freios a ar para ônibus no mercado B2B?

Empresas de transporte coletivo, frotas rodoviárias, oficinas especializadas e distribuidores de peças automotivas são os principais compradores de freios a ar para ônibus no setor B2B. Além disso, revendedores e atacadistas adquirem esses sistemas para abastecer varejistas e oficinas, enquanto montadoras integram o freio a ar em seus processos industriais na fabricação de veículos pesados.

Quais normas técnicas regulam o uso do freio a ar em ônibus?

No Brasil, o freio a ar para ônibus deve seguir as normas da ABNT, como a NBR 14953, que estabelece requisitos para sistemas de freios pneumáticos em veículos rodoviários. Além disso, regulamentações do CONTRAN também determinam critérios de segurança e manutenção. Seguir essas normas é fundamental para empresas garantir a conformidade legal, segurança operacional e qualidade nas operações de transporte.

Que cuidados são necessários na instalação do freio a ar para ônibus?

A instalação do freio a ar para ônibus exige mão de obra qualificada e atenção ao correto dimensionamento das linhas de ar, conexões e válvulas. É fundamental realizar testes de pressão, vedação e funcionamento de todos os componentes, seguindo as orientações do fabricante e normas técnicas. Uma instalação adequada garante eficiência do sistema, reduz riscos de falhas e prolonga a vida útil dos equipamentos.

Quais são as diferenças entre materiais dos componentes do freio a ar?

Os componentes do sistema de freio a ar podem ser fabricados em materiais como ferro fundido, alumínio ou aço, cada um oferecendo características distintas. Ferro fundido proporciona robustez e boa dissipação de calor, comum em tambores. Já o alumínio é mais leve, utilizado em válvulas e suportes para reduzir peso do conjunto. A escolha do material influencia manutenção, custo e desempenho em diferentes aplicações de ônibus.

Como escolher o modelo de freio a ar adequado para diferentes tipos de ônibus?

A seleção do freio a ar deve considerar o peso do veículo, uso urbano ou rodoviário, frequência de parada e intensidade de uso. Para ônibus urbanos, sistemas que privilegiam resistência ao desgaste são recomendados, enquanto rodoviários exigem alta eficiência em longas distâncias. Consultar fabricantes ou fornecedores especializados é fundamental para garantir a compatibilidade e a eficácia do sistema aplicado à frota.