Encontramos 2 fornecedores de Fosfato Diamônico Grau Técnico
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Fornece: Xilitol, Acessulfame K, Edulcorantes para a Indústria Alimentícia, Ácido Cítrico e mais outras 802 categorias
Fornece: Ácido Clorídrico, Ácido Muriático, Acetato de Amônio, Ácido Acético Glacial e mais outras 961 categorias
Perguntas Frequentes
O que é o fosfato diamônico grau técnico e para que é utilizado?
O fosfato diamônico grau técnico é um composto químico amplamente utilizado como fonte de fósforo e nitrogênio em indústrias químicas, de tratamento de água, fertilizantes e produção de detergentes. Sua aplicação principal está na formulação de produtos industriais, onde atua como tampão de pH, nutriente ou reagente. Seu grau técnico indica que atende a requisitos de pureza e desempenho específicos para uso em processos industriais, diferentemente das versões grau alimentício ou agrícola.
Quais são os principais setores que utilizam fosfato diamônico grau técnico?
O fosfato diamônico grau técnico é empregado, principalmente, por indústrias de fertilizantes, empresas de tratamento de água, fábricas de detergentes e segmentos de produção industrial química. No mercado B2B, atende revendedores, distribuidores, companhias químicas e indústrias de diversos portes que utilizam a substância como insumo para formulações ou processos específicos. Sua versatilidade permite aplicação em diferentes setores industriais, sempre respeitando as normas técnicas.
Existem tipos diferentes de fosfato diamônico para uso industrial?
Sim, o produto pode ser encontrado em diversas granulometrias e concentrações, variando em pureza conforme a finalidade. O fosfato diamônico grau técnico se diferencia do grau alimentício e agrícola por seu controle rigoroso de impurezas direcionado à indústria. Escolher o tipo adequado depende da aplicação: usos em fertilizantes ou detergentes técnicos geralmente exigem especificações que garantam a eficiência do processo produtivo e a compatibilidade com os outros insumos utilizados.
Quais normas ou certificações são aplicáveis ao fosfato diamônico grau técnico?
A comercialização e uso do fosfato diamônico grau técnico podem estar sujeitos a normas como a ABNT NBR 10957, que regula fosfatos para indústrias, além de exigências específicas de órgãos ambientais e da Anvisa para determinados setores. Algumas indústrias solicitam laudos de pureza e certificados de análise para assegurar a conformidade com suas exigências técnicas. É importante checar a documentação junto ao fornecedor para garantir a qualidade e segurança do produto.
Qual a diferença entre fosfato diamônico grau técnico e grau alimentício?
A principal diferença entre o fosfato diamônico grau técnico e o grau alimentício está na pureza e nos controles de resíduos. O grau técnico é voltado a aplicações industriais e admite níveis de impurezas mais altos do que o exigido para consumo humano. Já o grau alimentício passa por processamento adicional para atender a normas mais restritas, reduzindo ao máximo contaminantes e metais pesados, sendo apropriado para uso em alimentos ou bebidas.
Quais cuidados devem ser tomados ao manusear fosfato diamônico grau técnico?
Durante o manuseio do fosfato diamônico grau técnico, é fundamental utilizar equipamentos de proteção individual, como luvas, óculos e máscaras, para evitar contato direto com a pele e inalação do pó. Em ambientes industriais, recomenda-se sistemas de ventilação e procedimentos para o controle de poeira química. O produto deve ser manipulado conforme fichas de segurança (FISPQ) e normas internas da empresa para evitar riscos à saúde dos trabalhadores e ao meio ambiente.
É possível comprar fosfato diamônico grau técnico em grandes volumes para revenda?
Empresas revendedoras, distribuidores e atacadistas costumam adquirir o fosfato diamônico grau técnico em volumes expressivos, como sacarias ou big bags. Negociar diretamente com fabricantes ou distribuidores autorizados é recomendado para garantir condições comerciais vantajosas, além de segurança no fornecimento contínuo. Essa prática é comum no segmento B2B, atendendo tanto às necessidades do mercado industrial quanto da distribuição regional para empresas de diferentes portes.