Encontramos 2 fornecedores de Forno Tubular para Petroquímica

Asvotec Termoindustrial

Fornece: Caldeiras Industriais, Caldeiras para Aquecimento de Água, Componentes para Fornos de Petroquímica, Equipamentos para Poços e Plataformas de Petróleo e mais outras 86 categorias

São Paulo - SP
Desde 1947
Eletrothermo Comércio e Indústria

Fornece: Equipamentos de Combustão Industrial, Fabricação de Peças e Acessórios, Acessórios para Resistências, Resistências de Cerâmica e mais outras 133 categorias

Itaquaquecetuba - SP

Perguntas Frequentes

O que é um forno tubular para petroquímica e qual sua principal função?

O forno tubular para petroquímica é um equipamento utilizado em processos industriais para aquecer fluidos, geralmente hidrocarbonetos, dentro de tubos, promovendo reações químicas essenciais na produção de derivados do petróleo. Sua principal função é fornecer calor de forma controlada e eficiente, garantindo a conversão adequada das matérias-primas em produtos como eteno, propileno e outros insumos petroquímicos. É fundamental para o funcionamento de unidades de craqueamento, reforma catalítica e hidrogenação em plantas industriais.

Quais são os principais tipos de forno tubular utilizados na indústria petroquímica?

Os fornos tubulares podem ser classificados principalmente em fornos de circulação natural, fornos de circulação forçada e fornos de tiragem forçada. Cada tipo é projetado conforme a necessidade do processo, considerando fatores como capacidade de produção, composição do fluido e pressão de operação. A escolha do modelo ideal depende da aplicação específica, do layout da planta e dos requisitos de eficiência energética e segurança.

Quais normas técnicas regulam o projeto e a operação de fornos tubulares para petroquímica?

A construção e o funcionamento de fornos tubulares para petroquímica são regulados por normas internacionais e nacionais, como a API 560 (American Petroleum Institute), que especifica requisitos de projeto, fabricação, inspeção e manutenção desses equipamentos. Além disso, normas ASME (American Society of Mechanical Engineers) podem ser aplicáveis ao dimensionamento de recipientes sujeitos à pressão. O cumprimento dessas normas é essencial para garantir segurança operacional e conformidade legal.

Como é realizada a manutenção preventiva em fornos tubulares industriais?

A manutenção preventiva em fornos tubulares inclui inspeção periódica dos tubos, sistemas de combustão e refratários internos, além de testes de detecção de vazamentos e medição de eficiência térmica. Esse procedimento visa identificar desgastes, corrosão e incrustações, prevenindo falhas graves e paradas não programadas. O agendamento da manutenção deve seguir as recomendações dos fabricantes e normas técnicas, assegurando a operação contínua e eficiente da planta petroquímica.

Quais cuidados são necessários na instalação de um forno tubular para uso em petroquímica?

A instalação de um forno tubular requer planejamento detalhado do local, análise da fundação, verificação de alinhamento dos tubos e conexões, além da checagem de sistemas de ventilação e exaustão. É fundamental garantir acesso fácil para futuras manutenções e inspeções, bem como seguir procedimentos rigorosos de segurança durante a montagem, conforme as normas estabelecidas para instalações industriais no segmento petroquímico.

Em quais setores da indústria petroquímica o forno tubular é mais utilizado?

O forno tubular é indispensável em setores como unidades de craqueamento catalítico, reforma de nafta, hidrogenação e produção de olefinas, presentes em refinarias e plantas químicas. Empresas que operam nessas áreas utilizam o equipamento para transformar matérias-primas em produtos de alto valor agregado, atendendo tanto ao mercado interno quanto externo. Indústrias de grande porte, como petroquímicas integradas, são os principais usuários desse tipo de forno.

Qual a diferença entre forno tubular a gás e forno tubular elétrico na aplicação petroquímica?

O forno tubular a gás utiliza queimadores alimentados por gás natural ou derivados, sendo o modelo mais comum em larga escala devido ao alto potencial térmico e custo operacional favorável. Já o forno tubular elétrico converte energia elétrica em calor por meio de resistências, sendo indicado geralmente para menores capacidades ou necessidades específicas de controle de emissão. A escolha varia conforme disponibilidade de energia, custo operacional e requisitos ambientais do projeto.