Encontramos 2 fornecedores de Flare Modular Industrial

Asvotec Termoindustrial

Fornece: Caldeiras Industriais, Caldeiras para Aquecimento de Água, Componentes para Fornos de Petroquímica, Equipamentos para Poços e Plataformas de Petróleo e mais outras 86 categorias

São Paulo - SP
Desde 1947
Brasprocess Sistemas e Equipamentos Industriais

Fornece: Equipamentos para Estocagem, Equipamentos de Controle Ambiental, Equipamentos de Combustão Industrial, Flares e mais outras 74 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que é um flare modular industrial e qual sua principal função em fábricas?

O flare modular industrial é um sistema utilizado para queima controlada de gases residuais e efluentes em instalações industriais, refinarias e unidades petroquímicas. Sua principal função é garantir a segurança operacional, eliminando de forma segura e eficiente gases inflamáveis ou tóxicos gerados durante processos produtivos. Além de minimizar impactos ambientais e atender requisitos regulatórios, o sistema modular permite maior flexibilidade de operação, podendo ser ampliado conforme a demanda da planta industrial.

Quais são os principais tipos de flare modular industrial disponíveis no mercado?

Os principais tipos de flare modular industrial incluem sistemas de flare vertical, flare horizontal e sistemas de baixa ou alta pressão. Alguns modelos são projetados para operação com gases específicos ou volumes diferenciados, atendendo desde pequenas indústrias químicas até refinarias de grande porte. A escolha depende das características do gás a ser queimado, do local de instalação e da necessidade de modularização para futuras expansões na planta.

Quais normas e certificações regulam o uso de flares industriais no Brasil?

No Brasil, o uso de flares industriais é regulado principalmente pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e deve obedecer normas técnicas como a NR-13 (caldeiras e vasos de pressão) e regulamentações ambientais estaduais e federais. Adicionalmente, normas internacionais como API 521 e API 537 orientam o projeto, segurança e operação destes sistemas, garantindo conformidade e integridade em ambientes industriais críticos.

Qual a importância do correto dimensionamento de um flare modular industrial?

O correto dimensionamento do flare modular industrial é fundamental para garantir que todo o volume de gás residual seja queimado de maneira segura e eficiente, evitando emissões de poluentes fora dos limites legais. Um projeto adequado reduz riscos de falhas, minimiza custos operacionais e possibilita futuras expansões na planta, conteúdo muito importante para indústrias com produção variável ou crescimento planejado.

Quais cuidados técnicos devem ser seguidos na instalação de um sistema de flare modular?

A instalação de um sistema de flare modular deve ser realizada por equipes técnicas especializadas, seguindo desenhos de engenharia específicos e respeitando distâncias mínimas de segurança. É fundamental observar a proteção contra ventos, prever bases resistentes à vibração e considerar rotas seguras para evacuação de gases. Testes de comissionamento validados por normas técnicas são indispensáveis antes de iniciar a operação.

Em quais setores industriais o flare modular é mais utilizado?

O flare modular é empregado principalmente em setores como petróleo e gás, petroquímica, química fina, siderurgia e indústrias de papel e celulose. Empresas desses segmentos geram efluentes gasosos que requerem queima controlada para garantir segurança, atender normas ambientais e proteger equipamentos. Grandes complexos industriais buscam sistemas modulares pela facilidade de ampliação conforme o crescimento operacional.

Quais vantagens da tecnologia modular em sistemas de flare industriais?

A tecnologia modular em sistemas de flare industriais oferece flexibilidade para expansão futura, facilidade de manutenção e redução no tempo de instalação. Cada módulo pode ser adicionado ou substituído conforme a necessidade da planta, otimizando custos e garantindo melhor atendimento às flutuações de produção. Esse formato também facilita adequação da infraestrutura a novas demandas regulatórias ou de mercado.