Encontramos 2 fornecedores de Filtros EPA para Salas Limpas

Ratts Filtros Industriais

Fornece: Cartucho de Filtro Inox, Elementos Filtrantes para Filtros de Ar, Elementos Filtrantes, Filtros de Alta Eficiência para Partículas do Ar e mais outras 137 categorias

Guarulhos - SP
11-50 funcionários
Adacancetex - Sistemas de Filtragem

Fornece: Caixas para Filtros, Elementos Filtrantes para Filtração Sólido-Líquido, Elementos Filtrantes para Filtros de Ar, Feltros Agulhados e mais outras 146 categorias

Indaial - SC
Desde 2009
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são filtros EPA para salas limpas e para que servem?

Filtros EPA (Efficient Particulate Air) são dispositivos de filtragem usados para remover partículas finas do ar em ambientes controlados, como salas limpas. Eles têm eficiência entre 85% e 99,5% na captura de partículas de 0,3 micrômetros, sendo essenciais em setores como farmacêutico, eletrônico e hospitalar. Empresas utilizam esses filtros em sistemas de ventilação para garantir a qualidade do ar, proteger produtos sensíveis e atender aos requisitos de controle de contaminação.

Quais os principais tipos de filtros EPA para salas limpas disponíveis no mercado?

Os filtros EPA para salas limpas geralmente são classificados conforme o grau de eficiência: E10, E11 e E12, sendo que E12 tem a maior capacidade de retenção de partículas. As variações envolvem o tipo de elemento filtrante, como microfibras de vidro ou sintético, e formatos, desde painéis até modelos compactos para equipamentos portáteis. Escolher o tipo correto depende das necessidades do processo e das especificações do sistema de ventilação instalado.

Quais setores industriais e corporativos utilizam filtros EPA em salas limpas?

Os filtros EPA são amplamente empregados em setores como a indústria farmacêutica, eletrônica, alimentícia, laboratórios de pesquisa e hospitais. Empresas compradoras finais buscam esse produto para garantir ambientes com baixo nível de partículas, essenciais à produção ou manipulação de itens sensíveis. Revendedores e distribuidores atendem a uma demanda diversificada, incluindo indústrias que integram esses filtros em equipamentos ou ambientes controlados de produção.

Como deve ser feita a instalação de filtros EPA em sistemas de ventilação de salas limpas?

A instalação de filtros EPA requer cuidado para evitar vazamentos periféricos e garantir máxima eficiência. Recomenda-se utilizar estruturas compatíveis, vedação adequada e instalar os filtros na direção correta do fluxo de ar. Profissionais qualificados devem realizar o encaixe e os testes de integridade, conforme instruções do fabricante. A instalação incorreta compromete a performance e pode gerar riscos de contaminação em ambientes que exigem alto padrão de qualidade do ar.

Filtros EPA atendem a quais normas ou certificações para uso em salas limpas?

Filtros EPA são produzidos em conformidade com normas internacionais, como a EN 1822, que define classes de eficiência e métodos de ensaio para filtros de partículas. Ambientes críticos, como salas limpas, exigem que os filtros estejam de acordo com esses padrões para assegurar a qualidade do ar. Empresas que adquirem filtros devem verificar junto aos fornecedores se os produtos possuem a documentação que comprova o atendimento às normas vigentes.

Qual a diferença entre filtros EPA, HEPA e ULPA usados em salas limpas?

Filtros EPA, HEPA (High Efficiency Particulate Air) e ULPA (Ultra Low Penetration Air) diferem principalmente pela eficiência de filtragem. Os EPA retêm partículas entre 85% e 99,5%, HEPA acima de 99,95% e ULPA até 99,9995% para 0,1–0,3 micrômetros. A escolha depende do grau de pureza exigido: ambientes mais críticos usam HEPA ou ULPA, enquanto EPA é indicado para aplicações moderadas.

Quais cuidados são necessários na seleção e substituição de filtros EPA para salas limpas?

Na seleção de filtros EPA, é importante avaliar a classe de eficiência exigida pelo ambiente, o volume de ar a ser filtrado e as dimensões do sistema. Recomenda-se adquirir de fornecedores confiáveis e acompanhar o ciclo de uso para planejar a substituição conforme as especificações do fabricante ou mudanças na vazão. A troca periódica garante o desempenho do sistema, evita contaminações e atende padrões de qualidade em processos produtivos e laboratoriais.