Encontramos 6 fornecedores de FIDC - Fundo de Investimento em Direitos Creditórios
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Fornece: Gestão de Benefícios nas Empresas, Cartões para Vale Refeição, Seguros Saúde, Antecipação de Recebíveis e mais outras 119 categorias
Fornece: Gestão de Crédito Empresarial, Serviços Financeiros, Consultoria Financeira, Factoring e mais outras 44 categorias
Fornece: Antecipação de Recebíveis, Desconto de Duplicatas, Factoring, FIDC - Fundo de Investimento em Direitos Creditórios e mais outras 26 categorias
Fornece: Assessoria e Consultoria em Gestão Empresarial, Assessoria em Processos de Fusões e Aquisições, Assessoria em Financiamentos para Obras de Infraestutura, Compra e Venda de Empresas e mais outras 56 categorias
Fornece: Corretora de Câmbio, Corretora de Valores, FIDC - Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, Agente Autônomo de Investimentos e mais outras 56 categorias
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Fornece: Agente Autônomo de Investimentos, Análise de Crédito, Auditoria Financeira, Banco Comercial e mais outras 255 categorias
Perguntas Frequentes
O que é um FIDC e para que serve esse tipo de fundo?
O FIDC, ou Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, é uma modalidade de fundo que investe predominantemente em direitos creditórios, como recebíveis de empresas. Esse veículo é utilizado por companhias que buscam antecipar recursos financeiros por meio da venda de créditos futuros, sendo útil para gestão de fluxo de caixa. Para investidores institucionais e empresas, o FIDC também pode funcionar como alternativa de diversificação de portfólio, proporcionando rentabilidade diferenciada atrelada ao risco de crédito dos ativos adquiridos.
Quais são os principais tipos de FIDC disponíveis no mercado?
Os FIDCs podem ser classificados principalmente como abertos ou fechados. Os FIDCs abertos permitem aplicações e resgates contínuos, enquanto os fechados não oferecem resgates antes do prazo estipulado. Além disso, existe a diferenciação quanto ao tipo de direito creditório adquirido, como recebíveis comerciais, duplicatas, contratos de aluguel ou créditos do agronegócio. A escolha do tipo de FIDC depende do perfil da empresa investidora ou tomadora e da característica dos créditos envolvidos.
Quais vantagens um FIDC oferece para empresas que precisam de capital de giro?
O FIDC permite que empresas antecipem o recebimento de créditos a prazo, como duplicatas ou parcelas a receber, transformando vendas futuras em capital imediato. Isso reforça o capital de giro e possibilita o financiamento das operações sem recorrer ao endividamento bancário tradicional. O processo pode ser estruturado de acordo com o perfil dos recebíveis, proporcionando flexibilidade na gestão financeira empresarial e facilitando o planejamento operacional em setores como indústria, comércio e serviços.
Como funciona o processo de estruturação de um FIDC para companhias emissoras de créditos?
A estruturação de um FIDC começa com a seleção dos direitos creditórios, seguida da constituição do fundo, geralmente administrado por uma instituição financeira. A empresa emissora dos créditos transfere seus recebíveis ao FIDC, que, por sua vez, emite cotas adquiridas por investidores. As receitas geradas pelos pagamentos desses créditos remuneram os cotistas. Todo o processo é regulado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e exige auditoria, análise de risco e transparência na origem dos ativos.
Quais os riscos associados ao investimento em FIDC?
Os riscos dos FIDCs envolvem principalmente o crédito, ou seja, a possibilidade dos devedores dos recebíveis não cumprirem suas obrigações. Outros fatores de risco incluem a concentração em determinados setores, possíveis fraudes nos créditos cedidos e alterações regulatórias. Por isso, é fundamental que empresas e investidores analisem a qualidade e diversificação das carteiras, bem como os mecanismos de garantia adotados, para mitigar potenciais perdas e assegurar um entendimento claro sobre as exposições envolvidas.
Existem normas ou regulamentações que regem a constituição e operação de FIDC?
Sim, a constituição e o funcionamento dos FIDCs são regulados principalmente pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), especialmente por instruções como a CVM 356, que estabelece requisitos mínimos para estruturação, administração e divulgação de informações do fundo. Também existem exigências de auditoria e transparência, visando proteger os investidores e garantir a integridade das operações. Empresas participantes devem se atentar ao cumprimento dessas normas para evitar sanções e assegurar a legitimidade da estrutura.
Quais setores empresariais mais utilizam o FIDC e por quê?
Setores como varejo, agronegócio, indústria de transformação e serviços são grandes usuários dos FIDCs, devido ao intenso volume de vendas a prazo e à necessidade constante de antecipar receitas. Empresas que trabalham com grandes volumes de recebíveis encontram nos FIDCs uma solução eficiente para transformar ativos ilíquidos em recursos imediatos para financiar operações, expandir negócios ou melhorar sua posição de caixa, evitando os custos de linhas tradicionais de crédito bancário para capital de giro.