Encontramos 2 fornecedores de Farinhas sem Glúten

Doppia Natural Representações

Fornece: Açúcar Mascavo, Açúcar de Coco, Açúcar Mascavo Orgânico, Açúcar Orgânico e mais outras 766 categorias

Penha - SC
Desde 2023
1-10 funcionários
Giroil - Alimentos Naturais e Alimentos Sem Glúten

Fornece: Óleo de Girassol Bruto, Óleos Funcionais para Nutrição Animal, Óleos Vegetais Prensados a Frio, Óleo de Linhaça Bruto e mais outras 241 categorias

Entre-Ijuís - RS

Perguntas Frequentes

O que são farinhas sem glúten e para que servem?

Farinhas sem glúten são produtos obtidos a partir de fontes que não contêm a proteína glúten, como arroz, milho, grão-de-bico ou mandioca. Elas são utilizadas principalmente para atender pessoas com restrição alimentar, como celíacos, mas também podem ser aplicadas na indústria de panificação, food service e restaurantes corporativos. Essas farinhas possibilitam a produção de pães, bolos, massas e outros alimentos adaptados, sem comprometer a textura e o sabor quando utilizadas de modo adequado.

Quais são os principais tipos de farinhas sem glúten disponíveis no mercado?

No mercado, é possível encontrar diversas variedades de farinhas sem glúten, como farinha de arroz, de milho, de sorgo, de amêndoas, de grão-de-bico e de mandioca. Cada tipo apresenta propriedades distintas quanto à textura, sabor e funcionalidade no preparo de alimentos. Para processos industriais ou linhas food service, a escolha depende do produto final desejado, pois algumas farinhas conferem leveza enquanto outras melhoram a estrutura ou sabor das receitas.

Como as empresas do setor alimentício utilizam farinhas sem glúten?

Empresas do setor alimentício utilizam essas farinhas para desenvolver produtos voltados a públicos com restrições alimentares ou que buscam alternativas ao glúten. Indústrias de panificação, confeitarias industriais, cozinhas industriais de hospitais e escolas, e empresas de alimentos congelados incorporam farinhas sem glúten em receitas de pães, bolos, biscoitos e massas. O fornecimento em maior escala facilita o desenvolvimento de linhas certificadas para atender às demandas do varejo e do food service.

Existe alguma certificação obrigatória para a comercialização de farinhas sem glúten?

No Brasil, a comercialização de farinhas sem glúten deve seguir a legislação sanitária vigente da ANVISA, que exige rotulagem clara e controle rígido de contaminação cruzada. Embora não haja uma certificação única obrigatória, muitos fabricantes buscam certificações de boas práticas de fabricação (BPF) e selos de produtos sem glúten, o que agrega valor e confiança junto a revendedores, indústrias e empresas compradoras finais preocupadas com segurança alimentar.

Quais cuidados são necessários ao utilizar farinhas sem glúten em processos industriais?

Ao incorporar farinhas sem glúten em processos industriais, é fundamental evitar contaminação cruzada com ingredientes que contenham glúten. Recomenda-se separar ambientes e equipamentos de manipulação, além de treinamentos para as equipes. A análise periódica dos lotes também é prática comum para garantir a integridade do produto. Esses cuidados aumentam a confiança do cliente final, especialmente quando a produção visa mercados restritos, como alimentações hospitalares ou escolares.

Qual a diferença entre farinhas sem glúten integrais e refinadas?

Farinhas sem glúten integrais mantêm as partes externas do grão, como casca e gérmen, resultando em maior teor de fibras, minerais e sabor mais intenso. Já as versões refinadas são moídas a partir do endosperma, apresentando textura mais fina, cor clara e menor valor nutricional. A escolha entre integral e refinada deve considerar o perfil do consumidor ou da indústria, pois cada uma confere características distintas ao produto final.

Quais segmentos empresariais demandam farinhas sem glúten?

Os principais segmentos que demandam esse produto incluem indústrias de panificação, confeitarias, empresas de alimentação coletiva (hospitais, escolas), fabricantes de produtos prontos, restaurantes, hotéis e mercados de alimentação saudável. Distribuidores e atacadistas também comercializam volumes elevados para atender revendas especializadas. O crescimento do público intolerante ao glúten e consumidores que buscam alternativas potencializa a procura por fornecedores em todo o setor B2B alimentício.