Encontramos 2 fornecedores de Farinha de Sangue Bovino

Sefar - Indústria e Comércio de Farinhas e Sebo

Fornece: Farinha de Carne e Ossos Bovinos, Sebo Bovino, Farinha de Sangue Bovino, Farinha Proteica de Bovino e mais outras 15 categorias

Parobé - RS
Faros Indústria de Farinha de Ossos - Grupo Fasa

Fornece: Farinha de Penas de Aves, Farinha de Vísceras de Aves, Gordura Vegetal, Sebo Bovino Alimentício e mais outras 88 categorias

Cruzeiro do Sul - RS

Perguntas Frequentes

O que é farinha de sangue bovino e para que serve na indústria?

A farinha de sangue bovino é um subproduto obtido pela secagem e moagem do sangue de bovinos, amplamente utilizada como ingrediente proteico em formulações de rações animais e fertilizantes. Na indústria de nutrição animal, ela eleva o teor de proteína da alimentação, especialmente em rações para peixes, aves e suínos. No setor agrícola, funciona como fonte orgânica de nitrogênio para adubação de culturas, atendendo a demandas de empresas agropecuárias e fabricantes de insumos.

Quais são os tipos ou variações de farinha de sangue bovino disponíveis no mercado?

Existem basicamente duas variações principais de farinha de sangue: a integral (obtida pela secagem total do sangue) e a hidrolisada (processada enzimaticamente para maior digestibilidade). Empresas compradoras e indústrias devem selecionar o tipo conforme a aplicação desejada, considerando a concentração proteica, teor de umidade e digestibilidade. Alguns fornecedores podem oferecer diferentes granulometrias ou aditivos, adequando o produto às exigências específicas da alimentação animal industrial ou uso agrícola.

Como empresas do setor agropecuário utilizam farinha de sangue bovino?

Empresas do setor agropecuário utilizam a farinha de sangue principalmente para formular rações balanceadas, buscando alto teor proteico de rápida absorção. Além disso, sua aplicação como fertilizante orgânico é relevante para melhorar o teor de nitrogênio no solo, favorecendo o desenvolvimento de plantas. Ambas as utilizações contribuem para aumentar a produtividade agrícola e pecuária, sendo uma escolha frequente de fazendas, granjas e indústrias de ração.

Existem normas técnicas ou certificações exigidas para comercialização de farinha de sangue bovino?

Sim, a comercialização de farinha de sangue bovino é regida por normas sanitárias estabelecidas por órgãos como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Essas normas exigem controle de qualidade, rastreabilidade e ausência de agentes patogênicos, além de limites específicos para umidade e composição. Empresas que adquirem este produto devem sempre verificar se o fornecedor segue as legislações vigentes, assegurando o uso seguro, principalmente em alimentação animal.

Qual a diferença entre farinha de sangue bovino e outros tipos de farinhas de origem animal?

A principal diferença está no teor de proteína e na origem da matéria-prima. A farinha de sangue bovino possui maior concentração proteica, em comparação com farinhas de carne, ossos ou vísceras, tornando-a mais indicada para produtos que exigem alto valor nutricional. Cada tipo é recomendado conforme a necessidade da formulação, sendo fundamental às indústrias ajustarem suas receitas de acordo com as especificações do insumo adquirido.

Empresas revendedoras podem comercializar farinha de sangue bovino em grandes volumes?

Sim, empresas revendedoras, atacadistas ou distribuidores frequentemente comercializam farinha de sangue bovino em volumes elevados, atendendo indústrias de nutrição animal, granjas e produtores agrícolas. Fechar parcerias diretas com fabricantes garante maior oferta, preços competitivos e segurança no abastecimento. Revendas devem seguir normas sanitárias e manter documentação adequada, assegurando qualidade no fornecimento e confiança dos clientes corporativos atendidos.

Quais setores industriais utilizam farinha de sangue bovino como insumo produtivo?

Os principais setores industriais que utilizam farinha de sangue bovino são a indústria de rações animais, a agricultura (como fertilizante) e o segmento de nutrição animal para aquicultura, suinocultura e avicultura. Algumas empresas de fertilizantes orgânicos também incorporam esse insumo em suas fórmulas. Essa versatilidade faz da farinha de sangue um componente relevante para companhias que buscam elevados padrões de nutrição animal ou práticas agrícolas mais sustentáveis.