Encontramos 22 fornecedores de Etiquetas Código de Barras para Logística

Emplaca - Identificação e Dados Variáveis

Fornece: Etiquetas Adesivas, Etiquetas Metálicas, Etiquetas Patrimoniais, Placas Patrimoniais em Alumínio e mais outras 132 categorias

Taboão da Serra - SP
Plastipel - Rótulos e Etiquetas Especiais

Fornece: Adesivos para Rótulos e Etiquetas, Adesivos Promocionais, Filmes de Alta Resistência para Rótulos e Etiquetas, Impressão de Rótulos em Off-Set e mais outras 399 categorias

Curitiba - PR
11-50 funcionários

Exibindo 21 a 22 de 22 fornecedores

Perguntas Frequentes

Para que servem as etiquetas código de barras na logística?

As etiquetas com código de barras são fundamentais na logística para identificação, rastreamento e controle de produtos em estoques, armazéns e processos de transporte. Elas permitem a leitura automatizada por coletores de dados, agilizando conferências, inventários e expedição de mercadorias. Empresas compradoras e indústrias utilizam essas etiquetas para reduzir erros operacionais, melhorar a gestão de movimentação e garantir acuracidade em processos logísticos de grande volume.

Quais são os tipos mais comuns de etiquetas de código de barras para logística?

Os principais tipos de etiquetas de código de barras para logística incluem modelos de papel, BOPP (polipropileno) e poliéster, que variam conforme a aplicação e exigências de durabilidade. Etiquetas de transferência térmica e termo sensíveis são comuns, sendo que as primeiras oferecem maior resistência a atritos e exposição. Empresas podem optar por etiquetas pré-impressas ou para impressão direta, dependendo do controle desejado na cadeia logística.

Que setores utilizam etiquetas de código de barras para logística em operações corporativas?

Diversos setores corporativos fazem uso das etiquetas de código de barras, como indústrias de manufatura, distribuidores atacadistas, centros de distribuição, operadores logísticos e redes varejistas. Esses segmentos empregam as etiquetas na identificação de caixas, pallets, peças e produtos acabados para garantir rastreabilidade, automação de processos e integração de dados em sistemas ERP e WMS, essenciais para o fluxo eficiente de mercadorias.

Existem normas técnicas para etiquetas de código de barras utilizadas na logística?

Sim, existem normas técnicas aplicáveis às etiquetas de código de barras na logística, como padrões definidos pela GS1, que regulam a estrutura dos códigos e garantem legibilidade universal. Adotar etiquetas conformes a esses padrões é essencial para quem atua em cadeias de suprimentos integradas, permitindo compatibilidade de leitura em diferentes sistemas e países e evitando problemas de rastreabilidade.

Qual a diferença entre etiquetas de papel e BOPP para uso logístico?

Etiquetas de papel são indicadas para aplicações de curta duração e custos reduzidos, como expedição de mercadorias com manuseio limitado. Já as etiquetas de BOPP, feitas de polipropileno, possuem maior resistência à umidade, abrasão e mudanças de temperatura, sendo recomendadas para processos logísticos intensos ou ambientes industriais. A escolha do material impacta diretamente na durabilidade das identificações em toda a cadeia.

Como escolher o tipo de impressão adequada para etiquetas de código de barras logísticas?

A escolha entre impressão termo sensível e transferência térmica depende da exigência de resistência. Impressão termo sensível é indicada para uso temporário, pois o calor direto escurece o papel, sendo adequado a etiquetas de breve exposição. Já a transferência térmica utiliza ribbon, garantindo maior durabilidade e resistência ao atrito, ideal para processos logísticos de longa duração e ambientes industriais.

É preciso cuidados específicos ao aplicar etiquetas de código de barras em produtos logísticos?

Sim, recomenda-se aplicar as etiquetas de código de barras em superfícies limpas e secas para garantir a aderência e a legibilidade do código. É importante evitar rugas, bolhas ou torsões que possam dificultar a leitura pelos coletores. Além disso, a aplicação deve seguir as orientações do fabricante quando existirem requisitos especiais de temperatura ou exposição ao atrito, especialmente em contextos industriais ou logísticos intensos.