Encontramos 24 fornecedores de Estufas para Laboratório

Van Der Hoeven Estufas Agrícolas e Galvanização a Fogo

Fornece: Estufas, Estufas Agrícolas, Estufas Industriais de Secagem, Estufas para Laboratório e mais outras 7 categorias

SP
Maqpol - Indústria de Máquinas

Fornece: Estufas, Estufas Contínuas, Estufas Estacionárias, Estufas de Altas Temperaturas e mais outras 78 categorias

Blumenau - SC
Açopema - Estufas Agrícolas

Fornece: Estufas, Estufas Agrícolas, Estufas com Circulação, Estufas Industriais e mais outras 49 categorias

Garibaldi - RS
Irmãos Sanchis & Cia

Fornece: Fornos, Fornalhas Industriais, Fornos com Transportador, Estufas e mais outras 29 categorias

Porto Alegre - RS

Exibindo 21 a 24 de 24 fornecedores

Perguntas Frequentes

O que são estufas para laboratório e para que servem?

Estufas para laboratório são equipamentos utilizados para aquecimento, secagem e esterilização de materiais em ambientes controlados. Elas mantêm temperaturas constantes, fundamentais para ensaios, análises químicas e biológicas em laboratórios industriais, farmacêuticos, clínicas e hospitais. Sua principal função é assegurar precisão nos experimentos ou processos de fabricação, garantindo qualidade e reprodutibilidade dos resultados. A escolha do modelo depende da aplicação específica, variando em volume interno, faixa de temperatura e recursos de controle.

Quais são os tipos disponíveis de estufas laboratoriais?

As estufas laboratoriais podem ser classificadas em tipos como estufas de secagem por convecção natural, por convecção forçada, estufas de esterilização e de incubação. A convecção natural distribui o calor sem ventilação interna, ideal para vidrarias e amostras sensíveis. Já a convecção forçada utiliza ventilador para uma temperatura mais homogênea e rápida. Existem ainda modelos para usos específicos, como incubadoras, recomendadas em microbiologia.

Que setores industriais utilizam estufas para laboratório?

Estufas para laboratório são empregadas em segmentos como farmacêutico, químico, alimentício, laboratórios de pesquisa, industriais e clínicas de diagnóstico. Na indústria, servem na preparação e análise de amostras, controle de qualidade, ensaios de materiais e desenvolvimento de novos produtos. Empresas que realizam inspeção e certificação de insumos também utilizam o equipamento para testes de estabilidade e esterilização.

Quais normas técnicas se aplicam às estufas para laboratório?

As estufas para laboratório devem atender a normas técnicas que garantem segurança, precisão e conformidade. No Brasil, requisitos como a NR-12 (segurança em máquinas e equipamentos) podem ser aplicados. Para laboratórios, normas ISO 17025 e padrões de boas práticas laboratoriais (BPL) orientam o uso. É importante verificar se o fabricante segue normas internacionais, como EN 61010, que regula segurança elétrica em equipamentos de laboratório.

Como escolher a estufa adequada para cada aplicação laboratorial?

A escolha da estufa laboratorial deve considerar a faixa de temperatura necessária, volume interno, tipo de circulação de ar (natural ou forçada) e características do material a ser processado. Para empresas do setor industrial, modelos com controle digital preciso e sistema de segurança térmica são diferenciais importantes. Também é relevante avaliar se a estufa suporta operações contínuas e condições específicas, como ambiente corrosivo ou demandas de alta frequência.

Quais cuidados são necessários na instalação de estufas laboratoriais?

A instalação adequada de estufas laboratoriais requer local ventilado, superfície nivelada e acesso facilitado à energia elétrica com aterramento. É recomendável reservar espaço para circulação de ar em volta do equipamento e afastá-lo de fontes de calor ou umidade. Para setores industriais, garantir que operadores estejam treinados quanto ao manuseio previne acidentes e preserva a precisão dos processos laboratoriais realizados com o equipamento.

Qual a diferença entre estufa de convecção natural e forçada em laboratórios?

Estufas de convecção natural em laboratórios aquecem utilizando o movimento natural do ar, sendo ideais para materiais que não exigem distribuição térmica extremamente homogênea. Já a convecção forçada usa circulação interna de ar por ventilador, proporcionando aquecimento mais rápido e uniforme. Empresas que realizam processos sensíveis à temperatura se beneficiam de modelos por convecção forçada, enquanto análises rotineiras podem empregar estufas de convecção natural.