Encontramos 2 fornecedores de Estufa Incubadora para Laboratório Clínico

Yamasa

Fornece: Analisadores de Ovos, Classificadoras de Ovos, Embaladoras Automáticas de Ovos, Embaladoras de Ovos de Codorna e mais outras 68 categorias

Rinópolis - SP
Solab - Equipamentos para Laboratórios

Fornece: Agitadores Magnéticos, Evaporadores, Trocadores de Calor, Banhos de Refrigeração e mais outras 766 categorias

Piracicaba - SP
Desde 2003

Perguntas Frequentes

O que é uma estufa incubadora para laboratório clínico e para que serve?

A estufa incubadora para laboratório clínico é um equipamento utilizado para manter amostras biológicas sob condições controladas de temperatura. Ela é essencial em análises clínicas, pois permite o crescimento e a multiplicação de microrganismos necessários para exames laboratoriais, como culturas bacterianas. Seu uso garante ambientes homogêneos e seguros, protegendo as amostras de contaminações externas e viabilizando resultados mais confiáveis para testes diagnósticos em clínicas, hospitais, e laboratórios de pesquisa.

Quais são os principais tipos de estufa incubadora utilizados em laboratórios?

Os principais tipos incluem estufa incubadora bacteriológica, estufa de CO₂, e incubadoras combinadas. Cada modelo atende necessidades específicas: as bacteriológicas são voltadas para culturas de bactérias, enquanto as de CO₂ mantêm níveis controlados desse gás para células sensíveis. Já as combinadas oferecem múltiplos ambientes em um único equipamento. A escolha depende do tipo de análise clínica ou pesquisa, do porte do laboratório e dos volumes processados.

Como escolher a estufa incubadora adequada para um laboratório clínico?

Na escolha da estufa incubadora adequada, avalia-se o volume de amostras, a faixa de temperatura desejada, o controle de umidade e, se necessário, a presença de controle de CO₂. Também é importante considerar facilidades de limpeza, sistemas de alarme e a confiabilidade do controle digital de temperatura. Laboratórios que realizam múltiplos exames simultâneos devem priorizar modelos com capacidade interna adequada e fácil ajuste dos parâmetros.

Quais normas e certificações são exigidas para estufa incubadora em laboratórios clínicos?

Estufas incubadoras devem seguir normas técnicas para garantir segurança e precisão nos resultados. No Brasil, as principais são regulamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e normas ABNT específicas para equipamentos de laboratório. Além disso, muitos laboratórios buscam equipamentos com certificação de conformidade elétrica e garantia de calibração rastreável, assegurando desempenho estável e adequado às exigências do setor clínico.

Quais cuidados são necessários na instalação de uma estufa incubadora em ambiente laboratorial?

A instalação da estufa incubadora exige local plano, ventilação adequada e distância de fontes de calor ou vibração. Recomenda-se conexão elétrica estável e aterramento apropriado, evitando riscos ao equipamento e às amostras. O acesso deve ser facilitado para manutenção e limpeza. Cumprir as orientações do fabricante é fundamental para preservar a precisão e prolongar a vida útil do aparelho no ambiente laboratorial.

Para quais setores e tipos de empresas a estufa incubadora para laboratório clínico é indicada?

A estufa incubadora é essencial para laboratórios de análises clínicas, hospitais, centros de pesquisa biomédica e indústrias farmacêuticas. Empresas de diagnóstico, instituições de ensino superior e clínicas especializadas também utilizam esse equipamento para garantir culturas seguras e resultados confiáveis. Distribuidores, atacadistas e representantes comerciais atendem à demanda desses setores, fornecendo soluções em diferentes capacidades e configurações.

Quais são as principais diferenças entre materiais e tecnologias utilizados em estufas incubadoras?

As estufas incubadoras podem ser fabricadas em aço inoxidável, reconhecido pela durabilidade e facilidade de higienização, ou em aço carbono com pintura anticorrosiva. Em relação às tecnologias, modelos mais avançados oferecem controles digitais de temperatura, sensores de precisão e sistemas automáticos de alarme. A escolha do material e da tecnologia depende do grau de exigência das análises clínicas e da rotina operacional do laboratório.