Encontramos 2 fornecedores de Estufa Bacteriológica Digital

Molekula Brasil - Produtos Químicos

Fornece: Balanças Analíticas, Estufas Bacteriológicas, Lâmpadas para Espectrofotômetros, Repipetadores e mais outras 578 categorias

Jaguariúna - SP
1-10 funcionários
Solab - Equipamentos para Laboratórios

Fornece: Agitadores Magnéticos, Evaporadores, Trocadores de Calor, Banhos de Refrigeração e mais outras 766 categorias

Piracicaba - SP
Desde 2003

Perguntas Frequentes

O que é uma estufa bacteriológica digital e quais suas principais aplicações em laboratórios?

A estufa bacteriológica digital é um equipamento utilizado para incubação e crescimento controlado de microrganismos em ambientes laboratoriais. Sua principal função é manter temperatura constante e uniforme, essencial para cultura bacteriana, testes de microrganismos, pesquisa e análise de amostras. Em empresas do setor farmacêutico, alimentício e institutos de pesquisa, a estufa é fundamental para garantir resultados reprodutíveis em análises microbiológicas, contribuindo para o controle de qualidade e desenvolvimentos científicos.

Quais são os tipos de estufa bacteriológica disponíveis no mercado?

Existem diferentes modelos de estufas bacteriológicas, variando em capacidade volumétrica, faixa de temperatura (geralmente entre 25°C e 70°C) e controle digital. Alguns modelos possuem ventilação interna forçada para distribuição homogênea do calor, e outros contam com recursos como alarme de segurança e interface para monitoramento remoto. Empresas e laboratórios devem escolher considerando o porte de suas operações, demanda por precisão e requisitos específicos das análises realizadas.

Quais setores e empresas costumam utilizar estufa bacteriológica digital?

A estufa bacteriológica digital é utilizada principalmente em laboratórios de microbiologia, hospitais, indústrias farmacêuticas, alimentícias e de cosméticos, além de centros de pesquisa e universidades. Empresas compradoras finais destes segmentos utilizam o equipamento em controle de qualidade, testes sanitários e pesquisas de novas formulações, enquanto revendedores e distribuidores fornecem para redes laboratoriais e institucionais, atendendo alta demanda do setor corporativo.

Como funciona o controle de temperatura em uma estufa bacteriológica digital?

O controle de temperatura em estufas bacteriológicas digitais é realizado por sistemas eletrônicos precisos, com sensores que monitoram e ajustam o aquecimento internamente. Esse controle garante que a temperatura interna permaneça estável, reduzindo oscilações e evitando comprometimento das culturas. Recursos como display digital e alarmes facilitam o acompanhamento e a segurança operacional, sendo indispensáveis para laboratórios que exigem rastreabilidade nos históricos de incubação.

Quais cuidados devem ser tomados na instalação de uma estufa bacteriológica digital?

Para instalar uma estufa bacteriológica digital corretamente, é importante posicioná-la em superfície plana e ventilada, longe de fontes de calor externo ou umidade excessiva. Deve-se observar a conexão elétrica conforme especificações do fabricante para evitar sobrecargas. Além disso, é recomendável manter espaçamento ao redor do equipamento para circulação de ar e fácil acesso para manutenção. Seguir essas orientações garante segurança e vida útil ao equipamento.

Existem normas técnicas ou certificações exigidas para estufas bacteriológicas digitais?

As estufas bacteriológicas digitais utilizadas em ambientes laboratoriais devem atender normas técnicas como a ABNT NBR ISO/IEC 17025, relacionada à competência para ensaios laboratoriais, quando aplicável. Também é importante verificar se o equipamento cumpre padrões regulatórios de segurança elétrica e compatibilidade eletromagnética. Empresas do setor químico, hospitalar e de alimentos costumam exigir conformidade a essas normas para garantir confiabilidade e rastreabilidade dos processos.

Qual a diferença entre estufa bacteriológica digital e outros tipos de estufas laboratoriais?

A estufa bacteriológica digital é projetada especificamente para promover o crescimento controlado de micro-organismos, operando em faixas de temperatura mais baixas e estáveis, entre 25°C e 70°C. Outros tipos de estufas, como estufas de secagem, trabalham com temperaturas mais elevadas e são voltadas para processos de desidratação e esterilização. Por isso, a escolha depende da aplicação específica dentro do laboratório ou indústria.