Encontramos 2 fornecedores de Estufa a Vácuo para Laboratório

Terroni Equipamentos Científicos

Fornece: Equipamentos para Liofilização, Estufas a Vácuo, Freezers para Ultrabaixas Temperaturas, Liofilizadores e mais outras 19 categorias

São Carlos - SP
Solab - Equipamentos para Laboratórios

Fornece: Agitadores Magnéticos, Evaporadores, Trocadores de Calor, Banhos de Refrigeração e mais outras 766 categorias

Piracicaba - SP
Desde 2003

Perguntas Frequentes

Para que serve uma estufa a vácuo para laboratório?

A estufa a vácuo para laboratório é utilizada principalmente para secagem, cura e desgasificação de materiais sensíveis ao calor ou à oxidação. Ao operar sob pressão reduzida, permite a eliminação de umidade e solventes sem expor as amostras a altas temperaturas, preservando suas propriedades. É amplamente aplicada em setores como farmacêutico, químico, eletrônico e de pesquisa, atendendo tanto laboratórios industriais quanto de instituições científicas.

Quais são os tipos de estufa a vácuo para laboratório disponíveis no mercado?

Existem diferentes modelos de estufa a vácuo para laboratório, variando em capacidade volumétrica, faixa de temperatura e controle de programação. Alguns modelos contam com controlador digital, sensores de temperatura e sistemas de segurança redundantes. Outras opções oferecem aquecimento por convecção ou radiação. A escolha ideal depende do tipo de aplicação, volume de trabalho e requisitos específicos da empresa ou laboratório.

Quais setores industriais utilizam estufa a vácuo em sua rotina?

As estufas a vácuo são frequentemente utilizadas por indústrias farmacêuticas, químicas, eletroeletrônicas, laboratórios de pesquisa e fabricantes de materiais poliméricos. Empresas de pesquisa e desenvolvimento também utilizam esse equipamento em testes de estabilidade, secagem de amostras e preparação de insumos. O uso corporativo garante precisão nos processos, atende normas de controle de qualidade e viabiliza a produção de materiais com alta pureza.

Quais cuidados são necessários na instalação de uma estufa a vácuo em laboratórios?

A instalação de uma estufa a vácuo em laboratórios exige atenção à ventilação do ambiente, disponibilidade de energia elétrica adequada e proximidade de fontes de vácuo, como bombas apropriadas. É fundamental instalar o equipamento em superfície nivelada e resistente ao calor, respeitando normas de segurança elétrica e térmica do setor corporativo. O ambiente deve ser livre de agentes contaminantes e permitir fácil acesso para limpeza e manutenção.

Existe certificação obrigatória para estufa a vácuo usada em laboratórios?

Algumas atividades laboratoriais e industriais exigem que a estufa a vácuo atenda normas específicas, como normas técnicas da ABNT, ISO ou regulamentações setoriais, principalmente em empresas farmacêuticas, químicas e alimentícias. É importante consultar os requisitos regulatórios do setor de atuação e confirmar com o fornecedor se o equipamento possui as documentações e certificações necessárias para uso profissional ou industrial seguro.

Quais diferenças existem entre estufas a vácuo e estufas convencionais?

A principal diferença entre estufas a vácuo e estufas convencionais está no método de secagem. A estufa a vácuo opera sob pressão reduzida, permitindo secagem a temperaturas mais baixas, adequada para materiais sensíveis. Já as estufas convencionais utilizam apenas temperatura atmosférica, indicadas para amostras menos delicadas. Para empresas com rigorosos padrões de qualidade, a escolha depende das propriedades do material processado e dos requisitos de controle.

Como escolher a capacidade adequada de uma estufa a vácuo para operações empresariais?

A escolha da capacidade da estufa a vácuo deve levar em conta o volume de amostras processadas diariamente, o tamanho dos recipientes utilizados e o ritmo produtivo do laboratório ou setor industrial. Empresas com alta demanda devem priorizar modelos com maior espaço interno e recursos de automação. Já laboratórios de pesquisa podem optar por versões compactas, conforme a complexidade das análises e a frequência de uso.