Encontramos 12 fornecedores de Direito do Consumidor

Ademar Gomes

Fornece: Escritório de Advocacia, Direito do Consumidor, Direito do Seguro, Direito Penal e mais outras 38 categorias

São Paulo - SP
Lopes e Nicacio - Advocacia em Campinas

Fornece: Direito Trabalhista, Direito de Família, Direito Imobiliário, Direito do Consumidor e mais outras 50 categorias

Campinas - SP
1-10 funcionários
Matheus Lage - Sociedade de Advocacia

Fornece: Assessoria e Consultoria Jurídica, Assessoria Jurídica em Franquias, Assessoria Jurídica em Imigração, Direito Administrativo e mais outras 234 categorias

Belo Horizonte - MG
Alan Garbes Advogados

Fornece: Acompanhamento de Procedimento Licitatório, Assessoria e Consultoria Jurídica, Assessoria em Processos de Fusões e Aquisições, Assessoria Jurídica em Franquias e mais outras 354 categorias

São José do Rio Preto - SP
Desde 2017
11-50 funcionários
Gincer Ikonomakis Advocacia

Fornece: Escritório de Advocacia, Assessoria e Consultoria Jurídica, Acompanhamento de Procedimento Licitatório, Direito Administrativo e mais outras 80 categorias

São Paulo - SP
1-10 funcionários
Roque Khouri e Advogados Associados

Fornece: Direito Civil, Direito Comercial, Direito Empresarial, Escritório de Advocacia e mais outras 74 categorias

Brasília - DF
11-50 funcionários
Plgm Advogados

Fornece: Assessoria e Consultoria Jurídica, Direito de Família, Direito do Consumidor, Direito Imobiliário e mais outras 32 categorias

Rio de Janeiro - RJ
Chaves & Matos Advogados

Fornece: Direito Trabalhista, Direito Civil, Escritório de Advocacia, Direito de Família e mais outras 44 categorias

Salvador - BA
Ingrid Gonçalves Advocacia

Fornece: Assessoria e Consultoria Jurídica, Direito Civil, Direito de Família, Direito do Consumidor e mais outras 62 categorias

São Paulo - SP
Andreia Ávila - Direito Civil, Direito de Família e Sucessões

Fornece: Direito de Família, Direito Civil, Direito Imobiliário, Direito do Consumidor e mais outras 38 categorias

São Paulo - SP
Desde 2018
Candido Faria, Brunini & Pulino - Sociedade de Advogados

Fornece: Assessoria e Consultoria Contábil, Assessoria Jurídica em Imigração, Acompanhamento de Procedimento Licitatório, Assessoria e Consultoria Jurídica e mais outras 281 categorias

São Paulo - SP
Kaio Cesar Pedroso Advocacia

Fornece: Escritório de Advocacia, Direito Administrativo, Direito de Família, Homologação de Sentenças Estrangeiras e mais outras 264 categorias

Limeira - SP
Desde 2010
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é considerado Direito do Consumidor no contexto empresarial?

Direito do Consumidor refere-se ao conjunto de normas e princípios que defendem os interesses dos clientes na aquisição de produtos e serviços, incluindo empresas que atuam como compradoras finais. Organizações que compram insumos, equipamentos ou firmam contratos de fornecimento também são protegidas em situações que envolvem práticas abusivas, informações enganosas ou vícios no produto. No setor B2B, conhecer essas regras é essencial para garantir segurança jurídica em negociações comerciais e evitar litígios entre fornecedores e clientes corporativos.

Quais são as principais diferenças do Direito do Consumidor para empresas e pessoas físicas?

Enquanto o Direito do Consumidor tradicionalmente protege o consumidor final (pessoa física), organizações também podem ser beneficiadas em certas relações comerciais, especialmente quando se enquadram como destinatárias finais do produto ou serviço. Empresas revendedoras, por outro lado, geralmente não são consideradas consumidoras para fins de legislação específica, já que participam da cadeia de comercialização. Por isso, é importante analisar o perfil da transação para compreender a cobertura de direitos.

Empresas revendedoras têm os mesmos direitos do consumidor final em suas compras?

Em geral, empresas revendedoras não são equiparadas ao consumidor final, pois adquirem produtos ou serviços com objetivo de revenda ou transformação, caracterizando uma relação comercial entre partes empresariais. Nesses casos, prevalecem as regras do Código Civil e normas comerciais, e não o Código de Defesa do Consumidor. No entanto, empresas que compram para uso próprio em suas operações podem, em algumas situações, reivindicar direitos previstos no direito consumerista.

Como a legislação do consumidor impacta contratos entre empresas e fornecedores?

Os contratos firmados entre empresas e fornecedores podem ser influenciados pelo direito do consumidor quando uma das partes atua como destinatária final, utilizando o produto diretamente em sua operação. Isso significa que cláusulas abusivas, informações enganosas e restrições à garantia não são permitidas nessas condições. Para revendedores e distribuidores, as relações se regem normalmente pelo direito empresarial, exigindo atenção nas negociações para proteção dos interesses comerciais.

Existem certificações ou normas de conformidade relacionadas ao Direito do Consumidor?

O principal referencial no Brasil é o Código de Defesa do Consumidor (Lei n° 8.078/1990), que estabelece os parâmetros de proteção para consumidores de produtos e serviços. Não existem certificações específicas relacionadas diretamente ao tema, mas empresas que atuam na cadeia de fornecimento devem estar em conformidade com essas exigências legais para evitar sanções administrativas e judiciais. Auditorias internas e políticas de compliance podem ajudar a garantir o cumprimento dessas normas.

Como empresas devem agir diante de reclamações relacionadas ao Direito do Consumidor?

Empresas devem possuir canais de atendimento estruturados para registrar, analisar e resolver todas as reclamações que envolvam produtos ou serviços fornecidos. É importante adotar procedimentos padronizados para trocas, devoluções e garantia, respeitando prazos definidos pela legislação de defesa do consumidor. Para o ambiente corporativo, manter a transparência e a rastreabilidade nas interações com clientes reduz riscos e contribui para relações comerciais mais duradouras.

Quais setores empresariais são mais impactados pelas regras do Direito do Consumidor?

Setores como varejo, e-commerce, serviços de utilidade pública (telefonia, energia, água) e assistência técnica são fortemente regulados pelo direito consumerista devido ao grande volume de interações com consumidores. Indústrias e fornecedores que produzem bens acabados também devem atentar-se à legislação, especialmente quando vendem diretamente para empresas que utilizam esses produtos em suas operações. No ambiente B2B, a análise do perfil do comprador define o enquadramento da legislação aplicável.