Encontramos 10 fornecedores de Direito Aeroespacial Empresarial

Lopes e Santos Sociedade de Advogados

Fornece: Escritório de Advocacia, Direito Administrativo, Direito Aeronáutico, Direito Agrário e mais outras 79 categorias

Curitiba - PR
Machado e Meyer

Fornece: Direito Administrativo, Direito Aeronáutico, Direito Agrário, Direito Ambiental e mais outras 55 categorias

São Paulo - SP
Demarest Advogados

Fornece: Direito Administrativo, Direito Aeronáutico, Direito Agrário, Direito Ambiental e mais outras 55 categorias

São Paulo - SP
Kaio Cesar Pedroso Advocacia

Fornece: Escritório de Advocacia, Direito Administrativo, Direito de Família, Homologação de Sentenças Estrangeiras e mais outras 264 categorias

Limeira - SP
Desde 2010
1-10 funcionários
Matheus Lage - Sociedade de Advocacia

Fornece: Assessoria e Consultoria Jurídica, Assessoria Jurídica em Franquias, Assessoria Jurídica em Imigração, Direito Administrativo e mais outras 234 categorias

Belo Horizonte - MG
Adv Junior Consultoria Jurídica

Fornece: Direito Civil, Direito Comercial, Direito de Família, Direito Empresarial e mais outras 67 categorias

Salvador - BA
Felsberg Advogados

Fornece: Direito Administrativo, Direito Aeronáutico, Direito Agrário, Direito Ambiental e mais outras 55 categorias

São Paulo - SP
Ddsa Advogados

Fornece: Direito Administrativo, Direito Aeronáutico, Direito Ambiental, Direito Civil e mais outras 61 categorias

São Paulo - SP
Alan Garbes Advogados

Fornece: Acompanhamento de Procedimento Licitatório, Assessoria e Consultoria Jurídica, Assessoria em Processos de Fusões e Aquisições, Assessoria Jurídica em Franquias e mais outras 354 categorias

São José do Rio Preto - SP
Desde 2017
11-50 funcionários
Candido Faria, Brunini & Pulino - Sociedade de Advogados

Fornece: Assessoria e Consultoria Contábil, Assessoria Jurídica em Imigração, Acompanhamento de Procedimento Licitatório, Assessoria e Consultoria Jurídica e mais outras 281 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que é Direito Aeroespacial Empresarial e qual sua importância para empresas do setor?

Direito Aeroespacial Empresarial é o ramo jurídico que regula as atividades empresariais ligadas à aviação, navegação espacial e exploração de tecnologias aeroespaciais. Ele abrange questões como contratos de transporte aéreo, responsabilidade civil, certificação de aeronaves, e licenças para operar rotas. Sua importância está em garantir a segurança jurídica das operações, o cumprimento das normas regulatórias e a redução de riscos para companhias aéreas, fabricantes, agentes de carga, aeroportos e organizações que atuam no segmento.

Quais tipos de contratos são comuns no Direito Aeroespacial Empresarial?

Entre os contratos mais comuns no Direito Aeroespacial Empresarial estão os de compra e venda de aeronaves, arrendamento (leasing), manutenção, compartilhamento de código (codeshare), fretamento, seguros e prestação de serviços aeroportuários. Esses contratos envolvem cláusulas específicas para lidar com regulamentações internacionais, riscos operacionais e obrigações técnicas. Sua elaboração cuidadosa é fundamental para empresas que atuam em transporte de cargas, passageiros, fabricação de aeronaves e fornecimento de insumos aeroespaciais.

Que normas e certificações devem ser observadas por empresas no setor aeroespacial?

Empresas do setor aeroespacial devem seguir normas nacionais, como as regulamentações da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), e internacionais, como a ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional) e FAA (Federal Aviation Administration). Certificações de aeronavegabilidade, segurança operacional e homologações técnicas são exigidas conforme o tipo de atividade. O descumprimento dessas normas pode acarretar sanções, restringindo operações, especialmente no transporte internacional de passageiros e cargas.

Como o Direito Aeroespacial Empresarial trata a responsabilidade civil em acidentes aéreos?

No contexto aeroespacial, a responsabilidade civil envolve indenizações por danos causados a terceiros, passageiros ou cargas, em decorrência de acidentes ou falhas operacionais. O Direito Aeroespacial Empresarial estipula critérios para apuração de culpa, limites de indenização e atua em procedimentos regulados por convenções internacionais, como a Convenção de Montreal. Empresas precisam adotar medidas preventivas e contratar seguros especializados para mitigar impactos financeiros de eventuais incidentes.

Quais são os principais mercados atendidos pelo Direito Aeroespacial Empresarial?

O Direito Aeroespacial Empresarial atende empresas aéreas de transporte de passageiros e cargas, fabricantes de componentes e aeronaves, operadores de aeroportos, agentes de logística internacional, empresas de satélites e de sistemas espaciais. Também se aplica a indústrias fornecedoras de insumos aeroespaciais e organizações envolvidas em pesquisas espaciais ou lançamento de veículos orbitais. O segmento é estratégico para setores como defesa, telecomunicações, agricultura de precisão e transportes.

Quais são os cuidados legais para empresas que desejam atuar na fabricação de insumos aeroespaciais?

Empresas que fabricam insumos para o setor aeroespacial precisam garantir a conformidade com requisitos técnicos e regulatórios, obter certificações de qualidade específicas e seguir regras de exportação e importação vigentes. O Direito Aeroespacial Empresarial orienta sobre proteção de propriedade intelectual, licenças industriais, contratos com fabricantes e normativas referentes à segurança e rastreabilidade dos componentes produzidos. O acompanhamento jurídico especializado previne litígios e facilita negociações internacionais.

Existem diferenças entre o Direito Aeronáutico e o Direito Aeroespacial Empresarial?

Sim, enquanto o Direito Aeronáutico trata especificamente das normas relativas à aviação tradicional, como transporte aéreo e aeroportos, o Direito Aeroespacial Empresarial é mais abrangente, incluindo atividades empresariais relativas ao espaço, como a fabricação e o lançamento de satélites. Empresas envolvidas precisam compreender essas diferenças para atuar corretamente em cada segmento, respeitando as legislações aplicáveis e evitando riscos jurídicos em projetos inovadores ou internacionais.