Encontramos 2 fornecedores de Detector de Corrente de Fuga Automático

Vegtron - Calibração de Instrumentos

Fornece: Alicates Voltímetros, Alicates Wattímetros, Alicates Analógicos, Alicates-Terrômetros e mais outras 368 categorias

São Paulo - SP
Eletroteste Indústria e Comércio

Fornece: Aferição de Equipamentos Medição, Calibração de Instrumentos de Medição, Equipamentos de Medição, Equipamentos para Testes Elétricos e mais outras 65 categorias

MG

Perguntas Frequentes

O que é um detector de corrente de fuga automático e qual sua principal função?

O detector de corrente de fuga automático é um dispositivo utilizado para identificar e indicar falhas de isolamento em sistemas elétricos, prevenindo riscos de choques ou incêndios. Sua principal função é monitorar continuamente a rede e, ao detectar uma fuga, acionar alarmes ou interromper o circuito automaticamente. Muito empregado em ambientes industriais, comércios e prédios corporativos, esse equipamento permite agir rapidamente em caso de anomalias, garantindo segurança operacional e facilitando a manutenção elétrica preventiva.

Quais tipos de detector de corrente de fuga automático existem no mercado?

No mercado, há detectores de corrente de fuga automáticos em versões monofásicas, bifásicas e trifásicas, adequando-se à estrutura elétrica das empresas ou indústrias. Eles podem variar conforme a sensibilidade de detecção, a amperagem suportada e as opções de integração com sistemas de automação predial. Os modelos mais avançados oferecem funções de comunicação remota e relés de desarme, úteis em operações que exigem alto nível de monitoramento e segurança elétrica.

Que normas técnicas devem ser observadas ao adquirir um detector de corrente de fuga automático?

Ao adquirir um detector de corrente de fuga automático, é fundamental observar normas nacionais e internacionais, como a NBR 5410 da ABNT, que trata de instalações elétricas de baixa tensão. Equipamentos certificados também seguem normas como IEC 60947, que verificam desempenho e segurança. Seguir essas recomendações é essencial para garantir a conformidade técnica, evitar problemas legais e proteger as operações corporativas.

Como é feita a instalação do detector de corrente de fuga automático em ambientes corporativos?

A instalação de detector de corrente de fuga automático deve ser realizada por profissionais qualificados, observando as diretrizes do fabricante e as normas vigentes. Recomenda-se a montagem próxima ao quadro de distribuição, permitindo o monitoramento eficiente de toda a rede. É importante dimensionar o equipamento conforme a corrente elétrica máxima do ambiente, garantindo eficácia detectiva e proteção adequada para equipamentos, pessoas e processos industriais.

Qual a diferença entre detector de corrente de fuga automático e dispositivos diferenciais residuais (DR)?

O detector de corrente de fuga automático tem a função principal de identificar e sinalizar fugas de corrente de forma automatizada, podendo atuar no desligamento do circuito. Já o dispositivo diferencial residual (DR) é especializado em desligar imediatamente o circuito ao detectar desequilíbrio, atuando como uma proteção adicional contra choques. Ambos contribuem para a segurança elétrica, mas possuem características e aplicações técnicas distintas no contexto corporativo.

Quais setores ou segmentos mais utilizam detectores de corrente de fuga automáticos?

Setores industriais, hospitais, data centers, edifícios comerciais e centros de distribuição são grandes consumidores de detectores automáticos de corrente de fuga. Esses segmentos possuem equipamentos sensíveis e demandam alta disponibilidade elétrica, priorizando a prevenção de falhas que possam interromper operações ou colocar em risco pessoas e ativos. Empresas de facilities e manutenção predial também utilizam amplamente esses produtos para monitoramento contínuo.

Há necessidade de manutenção periódica no detector de corrente de fuga automático?

Sim, é recomendado realizar manutenção periódica em detectores de corrente de fuga automáticos para garantir seu correto funcionamento. Isso inclui testes de funcionamento, inspeção dos pontos de conexão e verificação de calibração dos sistemas de detecção. O não cumprimento desse processo pode comprometer a eficiência da proteção elétrica, além de colocar em risco a segurança das instalações empresariais que dependem do monitoramento permanente de falhas.